12 set
0 Comments

Reportagem da TV Globo destaca prazo final para aderir ao Acordo e atuação da Febrapo

O Acordo dos Planos Econômicos foi tema de reportagem do programa Jornal do Almoço, da TV Globo do Rio Grande do Sul. Além de relembrar o impacto dos planos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2, a matéria detalhou a recente decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o tema. Condições e valores do Acordo serão usados em todos os processos dos planos econômicos A reportagem também detalhou a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na ADPF 165, que estabelece que as indenizações de todos os processos serão pagas com base nos termos do Acordo dos Planos Econômicos. Além disso, a matéria destacou que, após a aprovação da adesão, o pagamento é feito em até 15 dias úteis. Assista aqui à matéria completa.

READ MORE →
11 set
0 Comments

Video 3

Boas-vindas ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e então comece a escrever!

READ MORE →
11 set
0 Comments

Video 2

Boas-vindas ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e então comece a escrever!

READ MORE →
11 set
0 Comments

Video 1

Boas-vindas ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e então comece a escrever!

READ MORE →
11 set
0 Comments

Proibição de acesso aos estádios passará a ser compartilhada em todo o país

As decisões judiciais que proíbem determinados torcedores de frequentar estádios passaram a ser registradas no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP 3.0) e terão eficácia em todos os estados. Essa medida foi instituída pelo Conselho Nacional de Justiça. Antes da medida, as proibições judiciais impostas pelos Juizados do Torcedor tinham eficácia apenas no estado em que foram proferidas. Ou seja, um torcedor impedido de assistir a jogos em um estado poderia, teoricamente, tentar frequentar arenas em outro estado sem que a restrição fosse conhecida.  Com a inclusão das decisões judiciais no BNMP 3.0, qualquer força de segurança pública, em qualquer local do país, poderá consultar esse banco e verificar se há restrições judiciais de acesso para determinado indivíduo.  As proibições terão prazo de duração inicial de até 12 meses, podendo ser prorrogadas por decisão judicial. Ao término desse prazo, o sistema alertará o Juizado responsável, que decidirá se a medida será estendida ou revogada.  O sistema também permitirá mapear reincidências, oferecendo subsídios para juízes e sistemas de segurança identificarem torcedores com histórico de punições. Mudanças para os profissionais  Clubes e organizadores de eventos esportivos deverão revisar seus protocolos de segurança e acesso aos estádios, adotando mecanismo de verificação de acesso em tempo real.  Além disso, para advogados que atuam no ramo esportivo, essa mudança abre tanto novas demandas de defesa quanto oportunidades de atuação consultiva e preventiva. É o momento de acompanhar de perto a evolução operacional do sistema e os primeiros casos que serão levados ao Judiciário com base nesse novo marco.

READ MORE →
11 set
0 Comments

Acordo Coletivo será a regra para todos os processos dos Planos Econômicos. Entenda a decisão do STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta sexta-feira (23) que os poupadores prejudicados pelos planos Bresser, Verão, Collor I e Collor II têm direito a receber indenização. O STF determinou, ainda, o prazo final de 24 meses para adesão ao Acordo Coletivo dos Planos Econômicos, que passará a ser o padrão a ser usado em todos os pagamentos. Ao declarar seu voto, o ministro relator Cristiano Zanin destacou a importância de resolver conflitos de forma consensual, como foi feito neste caso, para agilizar soluções e evitar longos processos judiciais. Ele também determinou a aplicação do Acordo em todos os processos em andamento. “O julgamento do mérito acabou e, a partir desta decisão, as condições e os valores do Acordo serão usados para o ressarcimento e finalização dos processos.”— Ana Seleme, diretora executiva da Febrapo. Pagamento em até 15 dias úteis. Com a adesão ao Acordo, o pagamento pode ser feito em apenas 15 dias úteis, uma solução muito rápida que encerra anos de espera. O Acordo já garantiu a indenização de mais de 326 mil pessoas, com valores que superam R$ 5 bilhões. Ainda restam cerca de 300 mil poupadores originais ou seus herdeiros que podem aderir. Essas pessoas terão um prazo de dois anos para buscar os valores a que têm direito, de forma rápida e facilitada. Vale lembrar que a Febrapo é a única entidade 100% dedicada a atender os poupadores, herdeiros e seus advogados na adesão ao Acordo dos Planos Econômicos.

READ MORE →
01 set
0 Comments

IR 2025: como declarar o pagamento do Acordo dos Planos Econômicos

O prazo para declarar o Imposto de Renda 2025 está chegando ao fim e quem recebeu valores referentes ao pagamento do Acordo dos Planos Econômicos em 2024 precisa declarar esses rendimentos. Declarando o pagamento do Acordo Na declaração do IR 2025, o recebimento do acordo deve ser registrado como “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Para isso, é obrigatório informar o CNPJ do banco que efetuou o pagamento. Essa exigência se aplica mesmo nos casos em que o valor foi pago primeiramente ao advogado e só depois transferido ao poupador; o CNPJ a ser incluído é o da instituição financeira de origem. Na descrição também é possível indicar o número do processo referente aos expurgos inflacionários, como complemento. Essas informações podem ser consultadas na minuta do acordo e também junto ao advogado. Como fica a declaração dos herdeiros? No caso dos herdeiros que receberam o pagamento em 2024, o ideal é buscar orientação de um contador. A forma correta de declarar pode variar conforme a situação específica de cada beneficiário. Atenção ao prazo A data limite para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2025 é 30 de maio, às 23h59. Perder esse prazo significa estar sujeito à aplicação de multa e a outras consequências fiscais. Não deixe para a última hora. Clique e confira mais dicas para a declaração do IR 2025.

READ MORE →
31 jul
0 Comments

STF confirma que honorários advocatícios devem respeitar o Código de Processo Civil

O Supremo Tribunal Federal (STF) consolidou o entendimento de que a fixação dos honorários de sucumbência deve, obrigatoriamente, obedecer aos critérios objetivos previstos no Código de Processo Civil (CPC). Com essa decisão, fica afastada a possibilidade de arbitramento por equidade em causas de grande valor que não envolvam a Fazenda Pública, reforçando a aplicação da lei. De acordo com o artigo 85 do CPC, nas ações entre particulares os honorários devem ser fixados dentro dos percentuais estabelecidos nos § 2º e  § 3º, variando entre 10% e 20% sobre o valor da condenação, do proveito econômico obtido ou, na ausência desses, sobre o valor da causa. A fixação por equidade, prevista no § 8º, deve ser aplicada apenas nas situações em que o valor da causa seja muito baixo ou quando o proveito econômico seja considerado irrisório ou inestimável. Reconhecimento dos direitos dos advogados Esse entendimento do STF reforça a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no julgamento do Tema 1.076. A decisão também reforça a natureza alimentar dos honorários advocatícios, que são equiparados ao salário dos trabalhadores e à pensão dos aposentados.  Ao rechaçar interpretações que buscavam relativizar os parâmetros estabelecidos pelo CPC, o STF fortalece a segurança jurídica e assegura uma remuneração justa e proporcional aos advogados.  Essa é uma importante vitória para a classe, que garante o respeito às regras legais e reconhece a relevância do trabalho na defesa dos interesses dos cidadãos.

READ MORE →
30 jul
0 Comments

STJ mantém no ar site que vende petições feitas por inteligência artificial

A decisão do Superior Tribunal de Justiça permite que a plataforma “Resolve Juizado”, que comercializa petições iniciais criadas com o auxílio de inteligência artificial, continue ativa.  O presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Herman Benjamin, negou o pedido da seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) de suspensão das atividades da plataforma, com o seguinte entendimento: É paradoxal dispensar por lei a assistência obrigatória de advogado nos juizados especiais e proibir que o cidadão acesse ferramentas que possam ajudá-lo a criar petições melhores com o uso da tecnologia. O ministro Benjamin defendeu que o serviço se limitava a auxiliar na redação de petições simples, especialmente para as causas de menor complexidade nos Juizados Especiais. Nesses casos, a Lei 9.099/95 dispensa a necessidade de um advogado para valores de até 20 salários mínimos. Os argumentos da OAB/RJ A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro moveu a ação contra o “Resolve Juizado”, argumentando que o site configurava exercício ilegal da profissão e mercantilização da advocacia. Em primeira instância, a Justiça chegou a suspender o site, mas a decisão foi revertida pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). O TRF2 entendeu que a plataforma não realizava captação indevida de clientes, mas sim oferecia uma ferramenta para simplificar a elaboração de petições, contribuindo para um maior acesso à Justiça. A OAB/RJ, então, recorreu ao STJ. A polêmica e reflexões para o futuro A decisão do STJ não encerra a discussão. O debate sobre o papel da inteligência artificial na advocacia continua. Até onde a IA atua como ferramenta de apoio, que facilita o acesso à Justiça e otimiza processos, e em que ponto o seu uso configura exercício indevido da profissão? Essa controvérsia não se limita apenas ao público leigo, mas também aos próprios advogados. Embora promissora, a utilização da inteligência artificial por profissionais da área exige cautela e responsabilidade.

READ MORE →
30 jul
0 Comments

STF decide que redes sociais podem ser responsabilizadas por conteúdos ilegais postados pelos usuários

Por 8 votos a 3, o STF decidiu que o Artigo 19 do Marco Civil  da Internet (Lei 12.965/2014) é parcialmente inconstitucional. Dessa forma, as redes sociais deverão ser responsabilizadas por postagens criminosas ou ofensivas de seus usuários. Com o avanço da desinformação, discursos de ódio e crimes virtuais, o entendimento do STF passa a ampliar a responsabilidade das empresas. Essa mudança, no entanto, levanta dúvidas sobre como equilibrar a proteção contra danos e a preservação do espaço democrático para diferentes opiniões. O que dizia o Artigo 19 O Marco Civil da Internet foi instituído como uma espécie de “Constituição da rede” no Brasil, estabelecendo princípios de neutralidade, privacidade e liberdade de expressão. O Artigo 19 do Marco Civil estabelecia que, com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, os usuários seriam responsabilizados pelos conteúdos que postassem, não as plataformas. Dessa forma, as redes sociais só poderiam ser responsabilizadas se, após ordem judicial específica, não removessem conteúdos considerados ilegais. Com a mudança, as redes deverão levar em conta a notificação extrajudicial para remover um conteúdo irregular. Pela decisão, as plataformas devem retirar os seguintes tipos de conteúdo ilegais após notificação extrajudicial: Preocupação com a liberdade de expressão Uma das principais preocupações geradas por essa decisão e por futuras regulamentações é o potencial impacto na liberdade de expressão. Ao aumentar a responsabilidade das plataformas, é esperado que elas adotem uma postura excessivamente cautelosa, conhecida como “over-blocking”, removendo conteúdos que, embora polêmicos, não são necessariamente ilegais. Esse receio levanta a questão de se empresas privadas poderiam assumir um papel de controle sobre o que pode ser dito online, em vez de funcionar como facilitadoras neutras do debate público. No entanto, é possível prever que esse controle não será fácil. Mesmo com as plataformas já aplicando moderação e reduzindo o alcance de temas polêmicos, os usuários frequentemente encontram maneiras de contornar esses controles. Um exemplo comum é a troca de letras por números em palavras sensíveis (“morte” vira “m0rt3”, “estupro” vira “3stupR0”), o que dificulta a detecção por algoritmos. Um debate complexo e polarizado Além das questões jurídicas e práticas, a regulação das redes sociais é mais um tema que causa debate carregado de polarização política. De um lado, setores do governo defendem um controle mais rígido das redes sociais, argumentando que medidas firmes são necessárias para combater desinformação e discursos de ódio. Do outro, a oposição sustenta que ampliar o poder de moderação das plataformas representa uma ameaça concreta à liberdade de expressão, podendo abrir caminho para a censura.  A controvérsia também se intensifica pelo fato de que o Marco Civil da Internet, que estabeleceu a base legal para a regulação da rede no país, foi amplamente debatido e votado no Congresso Nacional. Já a mudança recente decorre de uma interpretação do Supremo, sem passar por um novo processo legislativo. Além disso, mesmo entre os ministros da Corte, houve divergências marcantes. Autor de um dos  três votos contrários à mudança, o ministro Nunes Marques destacou que a liberdade de expressão é cláusula pétrea da Constituição e deve ser protegida. Dessa forma, a responsabilidade pela publicação de conteúdos é de quem causou o dano, ou seja, o usuário. Já o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, declarou durante o Fórum de Lisboa que “Não há nenhum tipo de censura envolvida, a menos que alguém ache que impedir pornografia infantil na rede seja censura”.

READ MORE →