Previdência Privada 27 maio
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PGBL ou VGBL, qual é a melhor opção de previdência privada?

PGBL ou VGBL? Essa é uma pergunta comum, principalmente nesta época do ano. E isso faz muito sentido porque a escolha da modalidade certa de previdência privada tem tudo a ver com o imposto de renda (IR).  O momento de fazer a declaração é ótimo para calcular suas receitas e despesas dedutíveis, calcular de que forma o plano de previdência influencia o imposto que você paga e assim escolher entre o PGBL, o VGBL ou combinar as duas opções.  O PGBL O PGBL, Plano Gerador de Benefícios Livres, é a opção que oferece ao investidor a possibilidade de abater ou restituir os impostos pagos sobre o valor aplicado, na declaração do imposto de renda do ano seguinte. Por isso, essa modalidade é recomendada para quem faz a declaração do IR no modelo completo. Funciona assim: você pode investir no PGBL um valor equivalente a até 12% do seu ganho total no ano. Esse valor pode ser abatido do imposto que você paga. Por exemplo: se você teve renda anual de R$ 100 mil, pode investir até R$ 12 mil em PGBL. Assim, o imposto que você vai pagar terá como base de cálculo uma renda de R$ 88 mil. O VGBL Vida Gerador de Benefícios Livres, ou VGBL, é a modalidade recomendada para quem declara o IR no modelo simplificado porque ele não gera desconto ou restituição. Nesse caso, outra vantagem do VGBL é que, no momento do resgate, o imposto de renda será calculado apenas pelo lucro obtido com o investimento, e não sobre o total resgatado, como acontece com o PGBL. PGBL + VGBL? Como já dissemos acima, o desconto ou restituição no IR proporcionada pelo PGBL é limitado a 12% da sua renda anual. Por isso, se você quiser investir um valor superior a esse limite em previdência privada, a recomendação é que você faça um VGBL e assim, possa aproveitar os benefícios das duas modalidades.

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home office 20 maio
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Teletrabalho: como otimizar a rotina no home office

Otimizar a rotina no home office exige disciplina, foco e organização para que a produtividade seja mantida, mesmo longe do escritório. Apesar de já ser uma tendência mundial nos últimos anos, o trabalho remoto ganhou força mesmo durante a pandemia do novo coronavírus. Por conta das medidas de isolamento social, a solução para manter as atividades de muitas empresas foi estabelecer o home office como regra. Por isso, muita gente teve que se adaptar rapidamente para aderir ao teletrabalho. Ainda que seja mais prático e promova economia de tempo, trabalhar em casa também tem seus desafios e requer alguns cuidados para que a produtividade não seja comprometida. Prepare um espaço adequado para o trabalho. Separar um espaço da casa exclusivamente para o trabalho ajuda a manter a concentração. Além disso, a atenção aos equipamentos faz diferença. Um computador lento pode desperdiçar toda a economia de tempo que o home office proporciona. Outra dica é escolher mesa e cadeira confortáveis e adequadas para o trabalho. Afinal, ninguém quer terminar o dia com dores nas costas, não é mesmo? Cuidado com as distrações. É importante separar o trabalho do lazer. Televisão, videogame e outras fontes de entretenimento são uma tentação para quem trabalha em casa. É preciso manter distância de tudo isso durante o expediente. Outros moradores da casa também são possíveis fontes de distração, principalmente as crianças. Converse com todos para que o seu horário de trabalho seja respeitado. Disciplina com relação aos horários. É muito fácil perder a noção dos horários quando trabalhamos em casa. Por isso, otimizar a rotina no home office também significa fazer pausas. O ideal é que os horários sejam os mesmos que você teria no escritório, mantendo a hora do almoço, um intervalo para o cafezinho e, claro, o fim do expediente na hora certa.

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PIX 13 maio
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Conheça as diferenças entre PIX, TED e DOC

Lançado em novembro de 2020, o PIX chegou como uma alternativa ao DOC e ao TED para transferência de dinheiro de uma instituição para outra. Mas afinal, quais são as diferenças entre os três? Para entender melhor, vamos conhecer os detalhes de cada opção. Documento de Ordem de Crédito, mais conhecido como DOC. Com essa opção de transferência, o dinheiro cai na conta de destino no dia seguinte, mas pode levar mais de um dia útil caso a transferência seja feita após as 22h. Para fazer o DOC é necessário informar o CPF ou o CNPJ de quem irá receber o dinheiro, além dos dados da agência e conta bancária, tipo de conta e, claro, o valor transferido. Além disso, o valor máximo que pode ser transferido é de R$ 4.999,99. TED, a Transferência Eletrônica Disponível. Assim como o DOC, o TED também exige que seja informado CPF ou CNPJ, agência, conta e tipo de conta de quem vai receber a transferência. As diferenças são relacionadas ao prazo e ao limite de valor. Pelo TED, o dinheiro enviado a outra instituição é creditado na conta de destino até as 17 horas do mesmo dia. Depois desse horário, a transferência é agendada para o dia seguinte. Além disso, não existe valor mínimo a ser transferido e é possível fazer envios acima de R$ 5 mil. O que é o PIX? O Pix é um meio instantâneo de pagamento e transferência de dinheiro. Com ele, os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos. Essa velocidade é uma das grandes diferenças entre o PIX, DOC e TED. Além disso, o PIX não exige todos os dados de quem vai receber o dinheiro. Basta usar uma chave PIX, escolhida pelo recebedor, que pode ser o número de telefone, por exemplo. Outra diferença importante é que enquanto TEDs e DOCs podem ser feitos apenas em dias úteis e com limite de horário, o PIX funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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reduzir despesas 05 maio
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Finanças pessoais: como reduzir despesas.

Sabemos que reduzir despesas é fundamental para otimizar o orçamento, principalmente em momentos de crise. No entanto, colocar a estratégia em prática é um grande desafio. Por isso, reunimos algumas dicas que podem ajudar muito nessa missão. Saiba quanto você gasta. Seja para fazer uma poupança para o futuro, planejar uma compra específica ou apenas manter as contas em dia, o primeiro passo para organizar as finanças pessoais é saber quanto gastamos. Para isso, faça uma lista de todas as despesas, anotando diariamente cada gasto com moradia, transporte, alimentação, educação, saúde, lazer, etc. Com a lista organizada, fica mais fácil identificar o que pode ser reduzido ou até mesmo cortado do orçamento. Economize no transporte. Fazer todas as revisões periódicas do seu carro ajuda a evitar gastos com pequenos consertos. Além disso, considere a possibilidade de trocar o carro por opções mais baratas como o transporte público ou uma bicicleta. Cuidado no supermercado. Ir ao supermercado sem saber o que comprar aumenta a chance de encher o carrinho com itens supérfluos. Por isso, uma simples lista de compras pode ajudar bastante. Viagens e passeios não precisam ser caros. Momentos de lazer são fundamentais para a qualidade de vida, por isso não devemos simplesmente ignorá-los.No entanto, com planejamento e boas escolhas é possível garantir a diversão sem gastar tanto.  Programar e adquirir viagens com antecedência ajuda a economizar nas tarifas e aproveitar promoções. Outra estratégia é aproveitar opções gratuitas ou mais baratas de lazer. Sessões de cinema em dias de semana podem ter preço reduzido e uma caminhada em parques públicos é uma ótima opção de passeio gratuito. Fuja das armadilhas das compras por impulso. Cuidado com as tentações das vitrines. Antes de comprar, reflita se realmente precisa do item e pesquise o melhor preço. Evite desperdício. Controlar as contas da casa também pode reduzir despesas. Ações simples como substituir lâmpadas antigas por modelos de LED são um ótimo exemplo. Além disso, banhos mais curtos ajudam a economizar nas contas de água e luz.

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investir depois dos 60 anos 30 abr
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Investidores da terceira idade: como investir depois dos 60?

Muita gente se pergunta se ainda vale a pena investir depois dos 60 anos. É uma dúvida compreensível, afinal quando falamos em investimento é comum focar no retorno a longo prazo. Porém, nessa idade, pensar apenas no longo prazo já não faz tanto sentido.  Isso não quer dizer que não se deve investir depois dessa idade. Assim como em qualquer outra fase da vida, nessa idade temos despesas e desejos pessoais que precisam ser considerados, por isso, descuidar das finanças ou deixar o dinheiro parado não são boas decisões.  Ainda assim, um levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostra que apenas 58% dos brasileiros com mais de 60 anos têm algum tipo de investimento. Se você está no grupo daqueles que já investem, provavelmente tem uma caderneta de poupança. É o que aponta o mesmo estudo da Anbima. Segundo o levantamento, mais de 90% dos idosos que têm investimentos mantêm suas economias aplicadas na caderneta de poupança.  Sabemos que a rentabilidade da poupança hoje é tão baixa que ela deixou de ser uma boa opção de investimento. Por outro lado, ela oferece a segurança que a terceira idade exige. Com o avanço da idade, os gastos relacionados à saúde aumentam bastante. Os convênios ficam mais caros, os atendimentos hospitalares e tratamentos terapêuticos são mais frequentes e aumenta também o consumo de remédios de uso contínuo.  Por isso, investir depois dos 60 anos exige um pouco mais de cuidado do que quando somos mais jovens. Como escolher o investimento ideal? Os melhores investimentos para essa fase da vida são os que não oferecem risco. Renda fixa e títulos públicos são exemplos de aplicações que ajudam a manter patrimônio, protegem da inflação, rendem acima da poupança e tem liquidez, para que o investidor possa sacar o que acumulou quando quiser. Com a segurança financeira garantida, quem tiver um perfil mais arrojado pode separar uma pequena parte dos recursos para investimentos em renda variável, como ações na bolsa de valores, por exemplo.

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Fintechs 22 abr
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O que são as fintechs?

As fintechs estão revolucionando o mercado e viraram o assunto do momento quando se fala em finanças. Mas, afinal, o que são e por que fala-se tanto sobre elas? A palavra fintech é um acrônimo para financial technology (tecnologia financeira, em português). Ela é usada para definir empresas que oferecem produtos e serviços financeiros de forma digital. No Brasil, há várias categorias de fintechs: de crédito, de pagamento, gestão financeira, empréstimo, investimento, financiamento, seguro, negociação de dívidas, câmbio, e multisserviços. Inovação e uso da tecnologia são os principais diferenciais em relação às empresas tradicionais. Por exemplo: a maioria delas permite que os clientes controlem os produtos pelo smartphone, sem precisar ir a uma agência do banco ou à corretora. Isso muda a relação das pessoas não só com seus investimentos, como, também, com o próprio dinheiro. Além disso, as fintechs oferecem um outro diferencial competitivo que as torna muito atraentes para o consumidor: custos mais baixos. Como essas empresas não contam com grandes estruturas físicas, tal qual como as agências bancárias, seus custos de operação são reduzidos e, por isso, elas podem oferecer tarifas mais baixas e até serviços gratuitos. Exemplo disso são as contas digitais sem tarifas e os cartões de crédito sem anuidade. Uma tendência mundial. O surgimento das fintechs está diretamente ligado à popularização da internet e ao desenvolvimento dos smartphones e é uma tendência que parece ter vindo para ficar. Um estudo do Finnovation, feito em 2018, mostrou que o número de fintechs no Brasil era de 377. Em todo o mundo, elas já somam mais de 5,5 mil. Com tanta concorrência, as empresas tradicionais tiveram que se adaptar e estão tentando renovar seus serviços. Grandes bancos têm investido em tecnologia, com aplicativos mais funcionais, opções de conta digital sem tarifas e até mesmo, uso de inteligência artificial. Então, no fim das contas, mesmo sem usar seus serviços, o consumidor já tem muito a ganhar com o crescimento das fintechs.

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IR 14 abr
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A entrega do Imposto de Renda 2021 tem novo prazo

A Receita Federal alterou o prazo final de entrega da declaração do Imposto de Renda de pessoas físicas de 2021. A data limite mudou de 30 de Abril para 31 de Maio. Também foram alterados, para a mesma data, os prazos de entrega da Declaração Final de Espólio e da Declaração de Saída Definitiva do País, assim como o vencimento do pagamento do imposto relativo às declarações. Já o  calendário de pagamento das restituições segue o mesmo. O primeiro lote de restituições será pago também no dia 31 de maio. Segundo a Receita, a alteração foi realizada por conta da pandemia do COVID-19. O objetivo é evitar aglomerações nas unidades de atendimento e em outros estabelecimentos procurados pelos cidadãos para obter documentos ou ajuda profissional. Também foi por conta da pandemia que a data de entrega foi prorrogada no ano passado. Porém, em 2020, o prazo foi mais longo e a data limite foi 30 de junho. O prazo pode ser alterado novamente. Além dessa mudança, existe outra possibilidade de prorrogação, já que o Senado aprovou um projeto de lei que altera o prazo de entrega do Imposto de Renda 2021 até o fim de julho. A proposta voltará para a Câmara dos Deputados antes de ser encaminhada à sanção do presidente da República. Como declarar os valores recebidos do Acordo dos Planos Econômicos? Já que estamos falando sobre o Imposto de Renda, vale lembrar como os poupadores devem declarar os valores recebidos por meio do Acordo. Pela regra geral do Acordo, os Bancos devem fazer os depósitos diretamente nas contas dos poupadores. Assim, o valor deve ser declarado como “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. A única mudança será na Fonte Pagadora. Por exemplo: se o associado recebeu valores em decorrência de ação que tinha contra o Banco Itaú, ele deverá informar o CNPJ do Banco Itaú S/A como Fonte Pagadora do crédito. Já quem recebeu valores do Banco do Brasil, deve informar o CNPJ do Banco do Brasil e assim por diante. Baixe aqui o programa IRPF 2021.

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compras 08 abr
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Como evitar compras por impulso

Evitar compras por impulso pode ser um grande desafio, afinal, nem sempre é fácil resistir às tentações de consumo. No entanto, é importante manter o controle para não colocar em risco as finanças pessoais e a saúde financeira. É comum ir ao shopping com a compra de um produto em mente e voltar para casa com várias sacolas cheias. Essa impulsividade pode gerar compras sem critério e gastos desnecessários. As compras não planejadas também acontecem nos supermercados, onde tudo é cuidadosamente planejado para despertar o nosso desejo de consumo, desde a disposição dos produtos nas prateleiras até as peças publicitárias estrategicamente posicionadas. Como se não bastasse tudo isso, ainda temos que resistir às promoções. Com tantos estímulos, não é fácil evitar as compras por impulso. Por isso, separamos 6 dicas valiosas que podem te ajudar a combater esse hábito. 1. Pesquise e compare preços. Nunca compre antes de fazer uma pesquisa de preços. Você pode fazer isso de forma simples, até mesmo pelo celular, usando sites e aplicativos especializados em comparar preços. 2. Faça lista de compras. Quando for ao supermercado, concentre-se em comprar apenas o que estiver na lista. Assim, você evita distrações e compras desnecessárias. 3. Cuidado com as promoções. “Aproveitar” uma promoção nem sempre é vantajoso. Por isso, antes de fazer a compra, certifique-se de que o desconto é relevante e que você realmente precisa do produto. 4. Controle a ansiedade. Gostou muito de um produto que acabou de ver? Deixe para comprar amanhã. Dessa forma, você ganha tempo para refletir e avaliar se realmente precisa dele. 5. Mantenha um planejamento financeiro. O planejamento financeiro é uma forma prática de manter o controle das finanças e de evitar surpresas. Para isso, você pode usar uma planilha ou aplicativo para acompanhar seus gastos e receitas. 6. Tenha metas. É mais fácil manter a disciplina quando temos objetivos. Por isso, coloque no papel suas metas pessoais, profissionais e financeiras, pois elas podem te ajudar a pensar duas vezes antes de gastar.

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Ouro 31 mar
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Dica de investimento: como investir em ouro.

Investir em ouro é considerado pelos especialistas o “porto seguro” do mercado financeiro. O ouro é visto como um investimento seguro em diversos cenários, principalmente em momentos de crise. Assim como o dólar, o metal precioso é muito procurado como forma de enfrentar períodos de instabilidade econômica e volatilidade do mercado, como aconteceu em 2020, por exemplo. Enquanto a bolsa de valores desabava desde o início da pandemia da Covid-19, a cotação do ouro disparou e fechou 2020 com valorização de mais de 41%. Porém, é importante dizer que não é só em momentos de crise que essa commodity é considerada uma opção atraente. Muitos investidores, sobretudo os de perfil arrojado, o mantém em suas carteiras para contrabalancear o portfólio de investimentos, porque, além de ser uma alternativa segura, o metal tem correlação inversa à variação das ações. Como investir em ouro? Existem diferentes formas. Uma delas, é claro, comprar barras de diferentes pesos. Para isso, você deve procurar uma corretora autorizada pelo Banco Central e pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Além disso, o ouro físico não é a única forma de investir no metal. Já que nem sempre é fácil ou seguro armazenar o metal em espécie, existem formas mais práticas de fazer isso. 1. Contratos futuros do ouro na Bolsa Para isso, basta se cadastrar em uma corretora e escolher entre as duas opções de contrato do ouro na Bolsa: 10 ou 250 gramas. 2. Certificado de Operações Estruturadas (COE) Também por meio de uma corretora, você pode escolher essa modalidade de investimento com a rentabilidade atrelada à cotação do ouro. 3. Fundos de investimento A terceira opção é adquirir cotas de fundos que acompanham a variação do ouro na bolsa de valores. Lembre-se: ouro não é renda fixa. Apesar de ser sinônimo de segurança, o ouro é um investimento de renda variável. Sua cotação está sujeita à influência de diversos fatores. Por isso, é importante buscar o máximo de informações antes de investir no metal precioso.

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Poupança programada 24 mar
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Poupança programada: para quem precisa de disciplina para poupar.

Ter disciplina para poupar nem sempre é fácil, mas a poupança programada é uma opção simples e acessível para facilitar a vida do poupador. A caderneta de poupança ainda é a opção de investimento preferida no Brasil, especialmente para quem está querendo começar a poupar ou simplesmente ainda tem pouco dinheiro disponível para isso. Mesmo assim, nem todo mundo consegue depositar suas reservas todos os meses e são muitas as razões para isso. Pode ser um imprevisto no mês, uma (ou mais de uma) compra por impulso e até mesmo o esquecimento. Com a poupança programada, pelo menos a última causa pode ser evitada. Trata-se de um serviço gratuito que os bancos oferecem aos clientes que têm conta corrente e caderneta de poupança. Com ela, você pode agendar depósitos automáticos na poupança a partir do dinheiro em conta, basta escolher a data e o valor será repetido pelo período. Para facilitar ainda mais, o agendamento pode ser feito até mesmo pelo celular, por meio do aplicativo do banco. Vantagens e desvantagens: É claro que a principal vantagem da poupança programada é criar uma rotina automática para guardar dinheiro. Ou seja, mesmo que você se esqueça de separar uma quantia para poupar, o sistema vai fazer isso automaticamente para você. Além disso, tudo pode ser alterado ou cancelado a qualquer momento com a mesma facilidade que o agendamento é feito. Sem taxas ou tarifas. Vale lembrar aos esquecidos de considerarem o valor do depósito no orçamento mensal para não ficar no vermelho. Se você entrar no cheque especial, vai perder toda a rentabilidade para pagar juros. Outra desvantagem (e a maior delas) é a rentabilidade. Usando ou não o agendamento, a rentabilidade da poupança hoje é muito baixa. No entanto, se esse é o seu investimento preferido, a opção programada pode ser uma saída para driblar a indisciplina e automatizar o hábito de guardar dinheiro.

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