compras 08 abr
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Como evitar compras por impulso

Evitar compras por impulso pode ser um grande desafio, afinal, nem sempre é fácil resistir às tentações de consumo. No entanto, é importante manter o controle para não colocar em risco as finanças pessoais e a saúde financeira. É comum ir ao shopping com a compra de um produto em mente e voltar para casa com várias sacolas cheias. Essa impulsividade pode gerar compras sem critério e gastos desnecessários. As compras não planejadas também acontecem nos supermercados, onde tudo é cuidadosamente planejado para despertar o nosso desejo de consumo, desde a disposição dos produtos nas prateleiras até as peças publicitárias estrategicamente posicionadas. Como se não bastasse tudo isso, ainda temos que resistir às promoções. Com tantos estímulos, não é fácil evitar as compras por impulso. Por isso, separamos 6 dicas valiosas que podem te ajudar a combater esse hábito. 1. Pesquise e compare preços. Nunca compre antes de fazer uma pesquisa de preços. Você pode fazer isso de forma simples, até mesmo pelo celular, usando sites e aplicativos especializados em comparar preços. 2. Faça lista de compras. Quando for ao supermercado, concentre-se em comprar apenas o que estiver na lista. Assim, você evita distrações e compras desnecessárias. 3. Cuidado com as promoções. “Aproveitar” uma promoção nem sempre é vantajoso. Por isso, antes de fazer a compra, certifique-se de que o desconto é relevante e que você realmente precisa do produto. 4. Controle a ansiedade. Gostou muito de um produto que acabou de ver? Deixe para comprar amanhã. Dessa forma, você ganha tempo para refletir e avaliar se realmente precisa dele. 5. Mantenha um planejamento financeiro. O planejamento financeiro é uma forma prática de manter o controle das finanças e de evitar surpresas. Para isso, você pode usar uma planilha ou aplicativo para acompanhar seus gastos e receitas. 6. Tenha metas. É mais fácil manter a disciplina quando temos objetivos. Por isso, coloque no papel suas metas pessoais, profissionais e financeiras, pois elas podem te ajudar a pensar duas vezes antes de gastar.

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Ouro 31 mar
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Dica de investimento: como investir em ouro.

Investir em ouro é considerado pelos especialistas o “porto seguro” do mercado financeiro. O ouro é visto como um investimento seguro em diversos cenários, principalmente em momentos de crise. Assim como o dólar, o metal precioso é muito procurado como forma de enfrentar períodos de instabilidade econômica e volatilidade do mercado, como aconteceu em 2020, por exemplo. Enquanto a bolsa de valores desabava desde o início da pandemia da Covid-19, a cotação do ouro disparou e fechou 2020 com valorização de mais de 41%. Porém, é importante dizer que não é só em momentos de crise que essa commodity é considerada uma opção atraente. Muitos investidores, sobretudo os de perfil arrojado, o mantém em suas carteiras para contrabalancear o portfólio de investimentos, porque, além de ser uma alternativa segura, o metal tem correlação inversa à variação das ações. Como investir em ouro? Existem diferentes formas. Uma delas, é claro, comprar barras de diferentes pesos. Para isso, você deve procurar uma corretora autorizada pelo Banco Central e pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Além disso, o ouro físico não é a única forma de investir no metal. Já que nem sempre é fácil ou seguro armazenar o metal em espécie, existem formas mais práticas de fazer isso. 1. Contratos futuros do ouro na Bolsa Para isso, basta se cadastrar em uma corretora e escolher entre as duas opções de contrato do ouro na Bolsa: 10 ou 250 gramas. 2. Certificado de Operações Estruturadas (COE) Também por meio de uma corretora, você pode escolher essa modalidade de investimento com a rentabilidade atrelada à cotação do ouro. 3. Fundos de investimento A terceira opção é adquirir cotas de fundos que acompanham a variação do ouro na bolsa de valores. Lembre-se: ouro não é renda fixa. Apesar de ser sinônimo de segurança, o ouro é um investimento de renda variável. Sua cotação está sujeita à influência de diversos fatores. Por isso, é importante buscar o máximo de informações antes de investir no metal precioso.

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Poupança programada 24 mar
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Poupança programada: para quem precisa de disciplina para poupar.

Ter disciplina para poupar nem sempre é fácil, mas a poupança programada é uma opção simples e acessível para facilitar a vida do poupador. A caderneta de poupança ainda é a opção de investimento preferida no Brasil, especialmente para quem está querendo começar a poupar ou simplesmente ainda tem pouco dinheiro disponível para isso. Mesmo assim, nem todo mundo consegue depositar suas reservas todos os meses e são muitas as razões para isso. Pode ser um imprevisto no mês, uma (ou mais de uma) compra por impulso e até mesmo o esquecimento. Com a poupança programada, pelo menos a última causa pode ser evitada. Trata-se de um serviço gratuito que os bancos oferecem aos clientes que têm conta corrente e caderneta de poupança. Com ela, você pode agendar depósitos automáticos na poupança a partir do dinheiro em conta, basta escolher a data e o valor será repetido pelo período. Para facilitar ainda mais, o agendamento pode ser feito até mesmo pelo celular, por meio do aplicativo do banco. Vantagens e desvantagens: É claro que a principal vantagem da poupança programada é criar uma rotina automática para guardar dinheiro. Ou seja, mesmo que você se esqueça de separar uma quantia para poupar, o sistema vai fazer isso automaticamente para você. Além disso, tudo pode ser alterado ou cancelado a qualquer momento com a mesma facilidade que o agendamento é feito. Sem taxas ou tarifas. Vale lembrar aos esquecidos de considerarem o valor do depósito no orçamento mensal para não ficar no vermelho. Se você entrar no cheque especial, vai perder toda a rentabilidade para pagar juros. Outra desvantagem (e a maior delas) é a rentabilidade. Usando ou não o agendamento, a rentabilidade da poupança hoje é muito baixa. No entanto, se esse é o seu investimento preferido, a opção programada pode ser uma saída para driblar a indisciplina e automatizar o hábito de guardar dinheiro.

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educação financeira 17 mar
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Educação financeira: nunca é tarde para começar

Educação financeira não é algo que faz parte da nossa cultura, mas nunca é tarde para começar a mudar a nossa relação com o dinheiro. Enquanto trabalhar muito, ganhar pouco e ser bombardeado por diversos estímulos de consumo é a rotina da maioria dos brasileiros, poupar e investir ainda é assunto para poucos. Por outro lado, a educação financeira começou a ganhar mais atenção por aqui e, de acordo com as determinações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), passou a ser conteúdo obrigatório na educação infantil e fundamental. Isso não quer dizer que você precisa voltar para a escola para entender do assunto. Quando falamos em educação financeira, nunca é tarde para começar. Por isso, separamos aqui alguns conceitos básicos e dicas simples para você. Afinal, o que é educação financeira? Segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entende-se educação financeira como o processo que permite melhorar a compreensão em relação aos produtos e serviços financeiros, tornando-se capaz de fazer escolhas bem informadas. Em resumo, educação financeira pode ser definida como a capacidade de administrar o dinheiro e organizar o orçamento pessoal para construir segurança financeira. Ou seja, é controlar o dinheiro e não ser controlado por ele. A melhor parte é que aprender a controlar as finanças traz benefícios para todos e  não depende do tamanho do salário ou da classe social. Isso porque o que importa não é quanto você tem, mas como você usa o que tem. Dicas simples de educação financeira para você começar. Quitar dívidas. Os juros de pagamentos atrasados podem minar seu orçamento, principalmente do cartão de crédito e cheque especial. Fazer uma reserva de emergência. Se você não tiver uma reserva para cobrir imprevistos, seu planejamento pode cair a qualquer momento. Para evitar isso, a dica é manter uma reserva equivalente a pelo menos 6 meses do seu custo de vida mensal. Ter um orçamento mensal. Nem todo mundo sabe quanto gasta por mês, mas esse é um dos princípios básicos da educação financeira. É importante anotar diariamente cada gasto com moradia, transporte, alimentação, educação, saúde, lazer, etc. Cortar gastos supérfluos. Com o orçamento pessoal organizado, fica mais fácil analisar os gastos e decidir o que pode ser evitado, como as compras por impulso, por exemplo.

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De poupador a investidor 10 mar
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De poupador a investidor. A mudança no perfil de investimento dos brasileiros

A transformação do cenário econômico vem provocando sensíveis mudanças no perfil de investimento dos brasileiros. Até pouco tempo atrás, bastava deixar o dinheiro no banco em qualquer aplicação de renda fixa para conseguir, com alguma facilidade, rentabilidades de dois dígitos ao ano. Hoje, o cenário é bem diferente e obriga o brasileiro a fazer a transição de poupador para investidor. Caderneta de poupança ainda resiste mas rende pouco. Com a taxa de juros na faixa dos 2% ao ano, manter o dinheiro na poupança não é muito diferente de deixá-lo embaixo do colchão. Em fevereiro deste ano, por exemplo, seu rendimento foi de apenas 0,12%. Mesmo assim, essa ainda é a opção de investimento preferida no País, mas muita gente já percebeu a necessidade de buscar mais rentabilidade em outras aplicações Diante desse cenário, é natural olhar para o mercado de ações como uma opção atrativa, apesar dos riscos inerentes às aplicações de renda variável. Por isso, a bolsa de valores de São Paulo recebeu um grande número de novos investidores pessoa física nos últimos anos. Só em 2020, o número de CPFs na Bovespa cresceu 92%. Como escolher? Apesar do crescimento na bolsa, a mudança do perfil de investimento do brasileiro não tem a ver apenas com o mercado de ações. CDB, Tesouro Direto, LCI, LCA, ouro, dólar e fundos de investimento são apenas algumas das opções disponíveis para quem quer diversificar o investimentos. Com tanta variedade, contar com apoio profissional para investir pode ser uma boa saída. Corretoras de valores e bancos tem disputado a preferência dos clientes com promessas que vão desde assessores de investimentos personalizados até o uso de inteligência artificial para auxiliar na escolha da melhores aplicações. Ou seja, tudo muito diferente de depositar o dinheiro na caderneta de poupança e apenas esperar o aniversário, não é mesmo?

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B3 05 mar
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Número de investidores pessoa física na bolsa de valores de São Paulo quase dobra em 2020.

Segundo a B3, Bolsa de Valores de São Paulo, o número de investidores pessoa física cresceu 92% em 2020 e chegou a 3,2 milhões de contas. Um dos fatores desse aumento impressionante tem relação com a pandemia da COVID-19. Só em março de 2020, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores, acumulou queda de quase 30%. Esse foi o pior desempenho mensal desde 1998. Uma queda como essa gera oportunidades. Por isso, muita gente aproveitou o momento de valores reduzidos nas ações para se aventurar no mercado. Apesar de turbinado pela pandemia, o aumento do número de investidores na Bolsa é uma tendência já há alguns anos. Em 2018, cerca de 600 mil pessoas físicas tinham investimentos na B3. Em 2019, esse número já superava o milhão. Esse aumento gradual pode ser explicado principalmente pela queda das taxas de juros. Em 2016, a taxa Selic, que é a taxa de juros básica da economia brasileira, estava acima de 13%. Já em 2020, 2%. Juros mais baixos significam queda na rentabilidade dos investimentos de renda fixa. Ou seja, quem estava acostumado a deixar o dinheiro rendendo em investimentos tradicionais, como a poupança, percebeu a necessidade de diversificar para ter melhores rendimentos. Outro fator relevante para o aumento do número de investidores pessoa física na Bolsa é o crescimento de bancos e plataformas digitais, que facilitam a escolha de investimentos. Assim, as pessoas acompanham seus produtos financeiros e operam em tempo real, pelo celular. Ainda são poucos os investidores no Brasil, em comparação com outros países. Apesar da escalada de crescimento dos últimos anos, o número de investidores pessoa física na Bolsa de Valores ainda é pequeno por aqui, se comparado com outros países. Se cerca de 1,4% dos brasileiros investem na Bolsa, nos Estados Unidos, mais da metade da população investe em ações, enquanto no Japão, cerca de 43%.

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pandemia 26 fev
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Acordo dos Planos Econômicos: dinheiro extra que pode ajudar durante a pandemia.

O dinheiro do Acordo dos Planos Econômicos pode fazer toda a diferença neste momento de crise causada pela pandemia. Além da terrível crise de saúde, os sintomas da Covid-19 também foram sentidos no bolso do brasileiro. A pandemia fez um grande estrago na nossa economia. Desde o ano passado, muitas empresas tiveram que fechar as portas por conta das medidas de distanciamento social. Boa parte delas sequer conseguiu reabrir, mesmo depois da flexibilização. Além disso, quem resistiu e conseguiu manter a empresa funcionando, sofreu com a queda da demanda e  muitos tiveram que reduzir custos e demitir funcionários. Segundo o IBGE, só nos primeiros 9 meses da pandemia, mais de 8 milhões de vagas de trabalho foram fechadas no Brasil e a situação está longe de voltar ao normal. Com esse cenário de desemprego em alta e atividade econômica em baixa, muita gente ficou com pouca ou nenhuma renda. Enquanto isso, as contas não param de chegar. Aluguel, conta de luz, supermercado. Por mais que a gente tente economizar, fica cada vez mais difícil não se endividar, não é mesmo? Uma renda extra é muito bem-vinda num momento como este. O Acordo dos Planos Econômicos pode te ajudar. A boa notícia é que os poupadores que ingressaram com ação judicial referente aos Planos Econômicos, têm uma grande oportunidade de virar esse jogo: aderir o Acordo. Enquanto a recuperação econômica deve ser lenta, o pagamento para quem adere ao Acordo é muito rápido. Quando o acordo é aceito, o caso é encerrado e o dinheiro é pago em até 15 dias úteis. Por isso, Aderir ao Acordo dos Planos Econômicos, além de ser o melhor jeito de recuperar o que é seu direito, também pode ser uma grande ajuda para enfrentar a pandemia e você pode contar com a gente para isso. Entre em contato com a Febrapo e veja como aderir.

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Acordo 21 fev
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4 dicas para usar bem o dinheiro do Acordo dos Planos Econômicos.

Comece a pensar em formas de usar bem o dinheiro do Acordo dos Planos Econômicos, porque quando a adesão é aprovada, o caso é encerrado e o pagamento é feito rapidamente ao poupador. E tudo à vista. Em até 15 dias, você já vai estar com o dinheiro na mão, por isso é bom saber desde já o que fazer com ele. Afinal, você esperou tempo demais, não é mesmo? Por isso, separamos algumas dicas que podem te ajudar a usar esse dinheiro: 1. Quitar Dívidas O Acordo dos Planos Econômicos pode ser uma ótima oportunidade para você sair do vermelho, ainda mais num momento de crise como este. Comece pelas dívidas que cobram juros mais altos, como cartão de crédito e cheque especial. Também vale a pena negociar bons descontos para amortizar ou até quitar empréstimos pessoais ou financiamento de carros ou imóveis. 2. Poupar Como bom poupador, você sabe muito bem que guardar ao menos uma parte do dinheiro do Acordo é sempre uma boa ideia. Vale lembrar, porém, que a poupança não tem a mesma rentabilidade que tinha na época dos planos econômicos. Por outro lado, hoje existem muitas opções acessíveis de investimento para todos os perfis. Tesouro direto, CDB, fundos de investimento, ouro (um dos mais rentáveis de 2020) ou pode até mesmo investir em ações e se aventurar na bolsa de valores. 3. Viajar A pandemia teve forte impacto no mercado de turismo e derrubou os preços de passagens e hospedagens. É um bom momento para adquirir um pacote com valor promocional e programar uma data segura para embarcar. O dinheiro do Acordo pode transformar em realidade a viagem dos seus sonhos. 4. Ir às compras Quem não tem um sonho de consumo esperando um dinheirinho extra para ser realizado, não é mesmo? Uma TV, um som, uma geladeira, um fogão, um celular, uma máquina de lavar ou quem sabe até um carro novo. Com o acordo, você pode realizar. Agora que você pode aproveitar as dicas de como usar bem o dinheiro do Acordo dos Planos Econômicos. Entre em contato com a Febrapo e veja como aderir.

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