educação financeira 17 mar
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Educação financeira: nunca é tarde para começar

Educação financeira não é algo que faz parte da nossa cultura, mas nunca é tarde para começar a mudar a nossa relação com o dinheiro. Enquanto trabalhar muito, ganhar pouco e ser bombardeado por diversos estímulos de consumo é a rotina da maioria dos brasileiros, poupar e investir ainda é assunto para poucos. Por outro lado, a educação financeira começou a ganhar mais atenção por aqui e, de acordo com as determinações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), passou a ser conteúdo obrigatório na educação infantil e fundamental. Isso não quer dizer que você precisa voltar para a escola para entender do assunto. Quando falamos em educação financeira, nunca é tarde para começar. Por isso, separamos aqui alguns conceitos básicos e dicas simples para você. Afinal, o que é educação financeira? Segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entende-se educação financeira como o processo que permite melhorar a compreensão em relação aos produtos e serviços financeiros, tornando-se capaz de fazer escolhas bem informadas. Em resumo, educação financeira pode ser definida como a capacidade de administrar o dinheiro e organizar o orçamento pessoal para construir segurança financeira. Ou seja, é controlar o dinheiro e não ser controlado por ele. A melhor parte é que aprender a controlar as finanças traz benefícios para todos e  não depende do tamanho do salário ou da classe social. Isso porque o que importa não é quanto você tem, mas como você usa o que tem. Dicas simples de educação financeira para você começar. Quitar dívidas. Os juros de pagamentos atrasados podem minar seu orçamento, principalmente do cartão de crédito e cheque especial. Fazer uma reserva de emergência. Se você não tiver uma reserva para cobrir imprevistos, seu planejamento pode cair a qualquer momento. Para evitar isso, a dica é manter uma reserva equivalente a pelo menos 6 meses do seu custo de vida mensal. Ter um orçamento mensal. Nem todo mundo sabe quanto gasta por mês, mas esse é um dos princípios básicos da educação financeira. É importante anotar diariamente cada gasto com moradia, transporte, alimentação, educação, saúde, lazer, etc. Cortar gastos supérfluos. Com o orçamento pessoal organizado, fica mais fácil analisar os gastos e decidir o que pode ser evitado, como as compras por impulso, por exemplo.

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De poupador a investidor 10 mar
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De poupador a investidor. A mudança no perfil de investimento dos brasileiros

A transformação do cenário econômico vem provocando sensíveis mudanças no perfil de investimento dos brasileiros. Até pouco tempo atrás, bastava deixar o dinheiro no banco em qualquer aplicação de renda fixa para conseguir, com alguma facilidade, rentabilidades de dois dígitos ao ano. Hoje, o cenário é bem diferente e obriga o brasileiro a fazer a transição de poupador para investidor. Caderneta de poupança ainda resiste mas rende pouco. Com a taxa de juros na faixa dos 2% ao ano, manter o dinheiro na poupança não é muito diferente de deixá-lo embaixo do colchão. Em fevereiro deste ano, por exemplo, seu rendimento foi de apenas 0,12%. Mesmo assim, essa ainda é a opção de investimento preferida no País, mas muita gente já percebeu a necessidade de buscar mais rentabilidade em outras aplicações Diante desse cenário, é natural olhar para o mercado de ações como uma opção atrativa, apesar dos riscos inerentes às aplicações de renda variável. Por isso, a bolsa de valores de São Paulo recebeu um grande número de novos investidores pessoa física nos últimos anos. Só em 2020, o número de CPFs na Bovespa cresceu 92%. Como escolher? Apesar do crescimento na bolsa, a mudança do perfil de investimento do brasileiro não tem a ver apenas com o mercado de ações. CDB, Tesouro Direto, LCI, LCA, ouro, dólar e fundos de investimento são apenas algumas das opções disponíveis para quem quer diversificar o investimentos. Com tanta variedade, contar com apoio profissional para investir pode ser uma boa saída. Corretoras de valores e bancos tem disputado a preferência dos clientes com promessas que vão desde assessores de investimentos personalizados até o uso de inteligência artificial para auxiliar na escolha da melhores aplicações. Ou seja, tudo muito diferente de depositar o dinheiro na caderneta de poupança e apenas esperar o aniversário, não é mesmo?

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B3 05 mar
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Número de investidores pessoa física na bolsa de valores de São Paulo quase dobra em 2020.

Segundo a B3, Bolsa de Valores de São Paulo, o número de investidores pessoa física cresceu 92% em 2020 e chegou a 3,2 milhões de contas. Um dos fatores desse aumento impressionante tem relação com a pandemia da COVID-19. Só em março de 2020, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores, acumulou queda de quase 30%. Esse foi o pior desempenho mensal desde 1998. Uma queda como essa gera oportunidades. Por isso, muita gente aproveitou o momento de valores reduzidos nas ações para se aventurar no mercado. Apesar de turbinado pela pandemia, o aumento do número de investidores na Bolsa é uma tendência já há alguns anos. Em 2018, cerca de 600 mil pessoas físicas tinham investimentos na B3. Em 2019, esse número já superava o milhão. Esse aumento gradual pode ser explicado principalmente pela queda das taxas de juros. Em 2016, a taxa Selic, que é a taxa de juros básica da economia brasileira, estava acima de 13%. Já em 2020, 2%. Juros mais baixos significam queda na rentabilidade dos investimentos de renda fixa. Ou seja, quem estava acostumado a deixar o dinheiro rendendo em investimentos tradicionais, como a poupança, percebeu a necessidade de diversificar para ter melhores rendimentos. Outro fator relevante para o aumento do número de investidores pessoa física na Bolsa é o crescimento de bancos e plataformas digitais, que facilitam a escolha de investimentos. Assim, as pessoas acompanham seus produtos financeiros e operam em tempo real, pelo celular. Ainda são poucos os investidores no Brasil, em comparação com outros países. Apesar da escalada de crescimento dos últimos anos, o número de investidores pessoa física na Bolsa de Valores ainda é pequeno por aqui, se comparado com outros países. Se cerca de 1,4% dos brasileiros investem na Bolsa, nos Estados Unidos, mais da metade da população investe em ações, enquanto no Japão, cerca de 43%.

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pandemia 26 fev
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Acordo dos Planos Econômicos: dinheiro extra que pode ajudar durante a pandemia.

O dinheiro do Acordo dos Planos Econômicos pode fazer toda a diferença neste momento de crise causada pela pandemia. Além da terrível crise de saúde, os sintomas da Covid-19 também foram sentidos no bolso do brasileiro. A pandemia fez um grande estrago na nossa economia. Desde o ano passado, muitas empresas tiveram que fechar as portas por conta das medidas de distanciamento social. Boa parte delas sequer conseguiu reabrir, mesmo depois da flexibilização. Além disso, quem resistiu e conseguiu manter a empresa funcionando, sofreu com a queda da demanda e  muitos tiveram que reduzir custos e demitir funcionários. Segundo o IBGE, só nos primeiros 9 meses da pandemia, mais de 8 milhões de vagas de trabalho foram fechadas no Brasil e a situação está longe de voltar ao normal. Com esse cenário de desemprego em alta e atividade econômica em baixa, muita gente ficou com pouca ou nenhuma renda. Enquanto isso, as contas não param de chegar. Aluguel, conta de luz, supermercado. Por mais que a gente tente economizar, fica cada vez mais difícil não se endividar, não é mesmo? Uma renda extra é muito bem-vinda num momento como este. O Acordo dos Planos Econômicos pode te ajudar. A boa notícia é que os poupadores que ingressaram com ação judicial referente aos Planos Econômicos, têm uma grande oportunidade de virar esse jogo: aderir o Acordo. Enquanto a recuperação econômica deve ser lenta, o pagamento para quem adere ao Acordo é muito rápido. Quando o acordo é aceito, o caso é encerrado e o dinheiro é pago em até 15 dias úteis. Por isso, Aderir ao Acordo dos Planos Econômicos, além de ser o melhor jeito de recuperar o que é seu direito, também pode ser uma grande ajuda para enfrentar a pandemia e você pode contar com a gente para isso. Entre em contato com a Febrapo e veja como aderir.

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Acordo 21 fev
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4 dicas para usar bem o dinheiro do Acordo dos Planos Econômicos.

Comece a pensar em formas de usar bem o dinheiro do Acordo dos Planos Econômicos, porque quando a adesão é aprovada, o caso é encerrado e o pagamento é feito rapidamente ao poupador. E tudo à vista. Em até 15 dias, você já vai estar com o dinheiro na mão, por isso é bom saber desde já o que fazer com ele. Afinal, você esperou tempo demais, não é mesmo? Por isso, separamos algumas dicas que podem te ajudar a usar esse dinheiro: 1. Quitar Dívidas O Acordo dos Planos Econômicos pode ser uma ótima oportunidade para você sair do vermelho, ainda mais num momento de crise como este. Comece pelas dívidas que cobram juros mais altos, como cartão de crédito e cheque especial. Também vale a pena negociar bons descontos para amortizar ou até quitar empréstimos pessoais ou financiamento de carros ou imóveis. 2. Poupar Como bom poupador, você sabe muito bem que guardar ao menos uma parte do dinheiro do Acordo é sempre uma boa ideia. Vale lembrar, porém, que a poupança não tem a mesma rentabilidade que tinha na época dos planos econômicos. Por outro lado, hoje existem muitas opções acessíveis de investimento para todos os perfis. Tesouro direto, CDB, fundos de investimento, ouro (um dos mais rentáveis de 2020) ou pode até mesmo investir em ações e se aventurar na bolsa de valores. 3. Viajar A pandemia teve forte impacto no mercado de turismo e derrubou os preços de passagens e hospedagens. É um bom momento para adquirir um pacote com valor promocional e programar uma data segura para embarcar. O dinheiro do Acordo pode transformar em realidade a viagem dos seus sonhos. 4. Ir às compras Quem não tem um sonho de consumo esperando um dinheirinho extra para ser realizado, não é mesmo? Uma TV, um som, uma geladeira, um fogão, um celular, uma máquina de lavar ou quem sabe até um carro novo. Com o acordo, você pode realizar. Agora que você pode aproveitar as dicas de como usar bem o dinheiro do Acordo dos Planos Econômicos. Entre em contato com a Febrapo e veja como aderir.

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