Plano Verão 25 jun
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O que foi o Plano Verão?

Lançado em janeiro de 1989, o Plano Verão foi o quarto plano econômico implantado durante o governo do José Sarney (1985-1990), com o objetivo de combater a inflação. Os três primeiros, os planos Cruzado 1 e Cruzado 2 (1986) e Plano Bresser (1987) já haviam fracassado e o Verão também não durou muito. Por conta do fracasso dos planos anteriores, o objetivo do Plano Verão já não era baixar a inflação, mas evitar que ela continuasse a subir, mantendo a um nível abaixo de 20% ao mês. Para isso, o então ministro da fazenda Maílson Ferreira da Nóbrega determinou uma série de medidas, tais como: Além dessas medidas, o Plano Verão tinha uma grande diferença em relação ao Plano Cruzado, pois determinou uma modificação do rendimento da caderneta de poupança. A correção da poupança, que era feita pelo IPC (Índice de Preço ao Consumidor) passou a ser calculada pelas LFTs (Letras Financeiras do Tesouro, atual Tesouro Selic). Essa mudança proporcionou enormes desajustes e prejuízos aos poupadores. Resultado do plano. Assim como seus antecessores, o Plano Verão fracassou. Em novembro de 1989, a inflação não apenas tinha atingido o patamar de 20%, como chegou a 45% ao mês. Além disso, a mudança da correção da poupança causou perdas de mais de 20% aos poupadores que tinham caderneta de poupança com aniversário entre 1 a 15 de Janeiro de 1989 e que mantiveram saldo na conta até a remuneração de Fevereiro. O Plano Verão no Acordo dos Planos Econômicos. O Plano Verão é um dos planos incluídos no Acordo dos Planos Econômicos, juntamente com os Planos Bresser, Collor 1 e Collor 2. Com o Acordo, os poupadores prejudicados podem reaver o dinheiro perdido de forma rápida e garantida, sem precisar esperar pelos longos prazos dos processos judiciais. Para saber tudo sobre o Acordo, entre em contato com a Febrapo.

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Mesada 17 jun
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A mesada e a educação financeira das crianças

A mesada, ou semanada, pode ser uma boa forma de introduzir a educação financeira na vida das crianças. Porém, é fundamental que os pagamentos sejam acompanhados por orientações e bons exemplos. Segundo especialistas, dar mesada é uma ótima oportunidade para falar sobre dinheiro com as crianças e desenvolver desde cedo a responsabilidade sobre as decisões financeiras, tanto as boas quanto as más. Quando os pequenos começam a administrar o próprio dinheiro, precisam aprender a fazer escolhas de como utilizá-lo. Ou seja, é uma espécie de ensaio para a vida adulta. Por exemplo: fazer um lanchinho todos os dias na cantina do colégio ou levar de casa um sanduíche, guardar o dinheiro e fazer uma poupança para comprar um celular? Saber lidar com pequenas decisões como essa ajuda a criança a desenvolver desde cedo uma relação saudável com o dinheiro. A partir de quantos anos? Essa é uma dúvida comum entre os pais. A idade mais indicada, geralmente, é em torno de 7 ou 8 anos. Nessa idade a criança começa a entender um pouco mais sobre como as coisas funcionam. Além disso, no início, optar por pagamentos semanais (semanada) pode ser uma opção mais interessante do que a mesada, já que nessa idade as crianças ainda têm dificuldade de lidar com a ideia de longo prazo e esperar um mês inteiro pode não fazer muito sentido para elas. Qual o valor ideal? Essa decisão depende, é claro, das condições financeiras da família, seus hábitos de consumo e estilo de vida. É preciso analisar os gastos da criança e a disponibilidade de recursos dos pais. O ideal é que o valor seja suficiente para os gastos, sem muita folga, pois isso vai estimular a disciplina e o controle com as despesas. O que não fazer? Mesada não é salário. Por isso, não faça a criança achar que ela só recebe se fizer suas obrigações, como fazer lição e arrumar o quarto. Nunca ofereça a mesada como troca de boas notas na escola, ou bom comportamento. A mesada deve ser respeitada e jamais virar uma moeda de troca entre pais e filhos. Outro erro comum é dar a mesada e simplesmente deixar a criança gastar sem orientação. É importante que os pais orientem e participem das decisões da criança, sobretudo no início, para que a mesada promova o aprendizado e se torne uma ferramenta de educação financeira.

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golpes financeiros 11 jun
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Como evitar os principais golpes financeiros do momento

Os golpes financeiros não são novidade, mas se multiplicaram durante a pandemia do novo Coronavírus. Com o crescimento das compras online, os criminosos aproveitaram a situação para atacar com novas táticas, principalmente pela internet e telefone. Como nem sempre é fácil identificar essas ameaças, o primeiro passo para se proteger é conhecer antecipadamente como funciona cada golpe. Clonagem do Whatsapp Uma das fraudes mais comuns e perigosas é a clonagem do app de troca de mensagens. Os criminosos utilizam várias estratégias para induzir o usuário a fornecer o código de verificação do aplicativo. Para isso vale tudo, até mesmo uma falsa pesquisa sobre a COVID-19, em nome do Ministério da Saúde. Ao final do questionário, o criminoso pede um suposto código de confirmação enviado por SMS. Esse código é, na verdade, a verificação do Whatsapp. Com ele, o meliante pode controlar o aplicativo da vítima e passa a extorquir seus contatos, além de aplicar outros golpes. Como evitar: nunca compartilhe o código de verificação do aplicativo. Golpe do cartão clonado Nessa modalidade, a vítima recebe uma ligação de uma pessoa que se passa por um funcionário de banco. O falso funcionário informa a vítima de que seu cartão foi clonado e que é necessário bloqueá-lo. O atendente, então, solicita dados da vítima, inclusive a senha, e recomenda que o cartão seja cortado ao meio, mas sem danificar o chip. Na sequência, é dito que um motoboy será enviado até o endereço para recolher o cartão e fazer outras análises para o cancelamento de compras irregulares. Então, com senha e o chip disponível, os golpistas conseguem fazer as compras que quiserem. Como evitar: caso receba uma chamada semelhante, nunca informe ou digite sua senha para o atendente. Além disso, os bancos não solicitam a devolução do cartão nem enviam funcionários até sua casa para recolher o cartão. Máquina de cartão com visor quebrado O golpista vai fazer entrega de delivery e informa ao cliente que, devido à crise do coronavírus, o aplicativo cobra uma taxa adicional de pouco mais de 1 Real e que deveria ser paga no cartão de débito. O entregador então digita um valor muito acima do informado em uma maquininha com o visor quebrado/embaçado. Sem saber o valor da transação, o cliente digita a senha e confirma o pagamento. Como evitar: na hora pagar confira o valor na tela da máquina do cartão. Se a tela não estiver visível, não faça nenhum pagamento. Golpe do Acordo dos Planos Econômicos Até mesmo os poupadores que ingressaram com ação judicial para recuperar os valores perdidos nos planos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2 precisam ficar atentos aos golpes financeiros.  Foram registrados casos de golpistas que ligam para solicitar valores referentes ao processo. Os criminosos alegam que a taxa é necessária para liberar o pagamento do Acordo. Como evitar: não faça nenhum pagamento, nem forneça seus dados pessoais. Entre em contato com seu advogado ou com a entidade que ingressou na ação. Além disso, conte sempre com a Febrapo para tirar qualquer dúvida referente ao Acordo.

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Previdência Privada 27 maio
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PGBL ou VGBL, qual é a melhor opção de previdência privada?

PGBL ou VGBL? Essa é uma pergunta comum, principalmente nesta época do ano. E isso faz muito sentido porque a escolha da modalidade certa de previdência privada tem tudo a ver com o imposto de renda (IR).  O momento de fazer a declaração é ótimo para calcular suas receitas e despesas dedutíveis, calcular de que forma o plano de previdência influencia o imposto que você paga e assim escolher entre o PGBL, o VGBL ou combinar as duas opções.  O PGBL O PGBL, Plano Gerador de Benefícios Livres, é a opção que oferece ao investidor a possibilidade de abater ou restituir os impostos pagos sobre o valor aplicado, na declaração do imposto de renda do ano seguinte. Por isso, essa modalidade é recomendada para quem faz a declaração do IR no modelo completo. Funciona assim: você pode investir no PGBL um valor equivalente a até 12% do seu ganho total no ano. Esse valor pode ser abatido do imposto que você paga. Por exemplo: se você teve renda anual de R$ 100 mil, pode investir até R$ 12 mil em PGBL. Assim, o imposto que você vai pagar terá como base de cálculo uma renda de R$ 88 mil. O VGBL Vida Gerador de Benefícios Livres, ou VGBL, é a modalidade recomendada para quem declara o IR no modelo simplificado porque ele não gera desconto ou restituição. Nesse caso, outra vantagem do VGBL é que, no momento do resgate, o imposto de renda será calculado apenas pelo lucro obtido com o investimento, e não sobre o total resgatado, como acontece com o PGBL. PGBL + VGBL? Como já dissemos acima, o desconto ou restituição no IR proporcionada pelo PGBL é limitado a 12% da sua renda anual. Por isso, se você quiser investir um valor superior a esse limite em previdência privada, a recomendação é que você faça um VGBL e assim, possa aproveitar os benefícios das duas modalidades.

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home office 20 maio
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Teletrabalho: como otimizar a rotina no home office

Otimizar a rotina no home office exige disciplina, foco e organização para que a produtividade seja mantida, mesmo longe do escritório. Apesar de já ser uma tendência mundial nos últimos anos, o trabalho remoto ganhou força mesmo durante a pandemia do novo coronavírus. Por conta das medidas de isolamento social, a solução para manter as atividades de muitas empresas foi estabelecer o home office como regra. Por isso, muita gente teve que se adaptar rapidamente para aderir ao teletrabalho. Ainda que seja mais prático e promova economia de tempo, trabalhar em casa também tem seus desafios e requer alguns cuidados para que a produtividade não seja comprometida. Prepare um espaço adequado para o trabalho. Separar um espaço da casa exclusivamente para o trabalho ajuda a manter a concentração. Além disso, a atenção aos equipamentos faz diferença. Um computador lento pode desperdiçar toda a economia de tempo que o home office proporciona. Outra dica é escolher mesa e cadeira confortáveis e adequadas para o trabalho. Afinal, ninguém quer terminar o dia com dores nas costas, não é mesmo? Cuidado com as distrações. É importante separar o trabalho do lazer. Televisão, videogame e outras fontes de entretenimento são uma tentação para quem trabalha em casa. É preciso manter distância de tudo isso durante o expediente. Outros moradores da casa também são possíveis fontes de distração, principalmente as crianças. Converse com todos para que o seu horário de trabalho seja respeitado. Disciplina com relação aos horários. É muito fácil perder a noção dos horários quando trabalhamos em casa. Por isso, otimizar a rotina no home office também significa fazer pausas. O ideal é que os horários sejam os mesmos que você teria no escritório, mantendo a hora do almoço, um intervalo para o cafezinho e, claro, o fim do expediente na hora certa.

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PIX 13 maio
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Conheça as diferenças entre PIX, TED e DOC

Lançado em novembro de 2020, o PIX chegou como uma alternativa ao DOC e ao TED para transferência de dinheiro de uma instituição para outra. Mas afinal, quais são as diferenças entre os três? Para entender melhor, vamos conhecer os detalhes de cada opção. Documento de Ordem de Crédito, mais conhecido como DOC. Com essa opção de transferência, o dinheiro cai na conta de destino no dia seguinte, mas pode levar mais de um dia útil caso a transferência seja feita após as 22h. Para fazer o DOC é necessário informar o CPF ou o CNPJ de quem irá receber o dinheiro, além dos dados da agência e conta bancária, tipo de conta e, claro, o valor transferido. Além disso, o valor máximo que pode ser transferido é de R$ 4.999,99. TED, a Transferência Eletrônica Disponível. Assim como o DOC, o TED também exige que seja informado CPF ou CNPJ, agência, conta e tipo de conta de quem vai receber a transferência. As diferenças são relacionadas ao prazo e ao limite de valor. Pelo TED, o dinheiro enviado a outra instituição é creditado na conta de destino até as 17 horas do mesmo dia. Depois desse horário, a transferência é agendada para o dia seguinte. Além disso, não existe valor mínimo a ser transferido e é possível fazer envios acima de R$ 5 mil. O que é o PIX? O Pix é um meio instantâneo de pagamento e transferência de dinheiro. Com ele, os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos. Essa velocidade é uma das grandes diferenças entre o PIX, DOC e TED. Além disso, o PIX não exige todos os dados de quem vai receber o dinheiro. Basta usar uma chave PIX, escolhida pelo recebedor, que pode ser o número de telefone, por exemplo. Outra diferença importante é que enquanto TEDs e DOCs podem ser feitos apenas em dias úteis e com limite de horário, o PIX funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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reduzir despesas 05 maio
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Finanças pessoais: como reduzir despesas.

Sabemos que reduzir despesas é fundamental para otimizar o orçamento, principalmente em momentos de crise. No entanto, colocar a estratégia em prática é um grande desafio. Por isso, reunimos algumas dicas que podem ajudar muito nessa missão. Saiba quanto você gasta. Seja para fazer uma poupança para o futuro, planejar uma compra específica ou apenas manter as contas em dia, o primeiro passo para organizar as finanças pessoais é saber quanto gastamos. Para isso, faça uma lista de todas as despesas, anotando diariamente cada gasto com moradia, transporte, alimentação, educação, saúde, lazer, etc. Com a lista organizada, fica mais fácil identificar o que pode ser reduzido ou até mesmo cortado do orçamento. Economize no transporte. Fazer todas as revisões periódicas do seu carro ajuda a evitar gastos com pequenos consertos. Além disso, considere a possibilidade de trocar o carro por opções mais baratas como o transporte público ou uma bicicleta. Cuidado no supermercado. Ir ao supermercado sem saber o que comprar aumenta a chance de encher o carrinho com itens supérfluos. Por isso, uma simples lista de compras pode ajudar bastante. Viagens e passeios não precisam ser caros. Momentos de lazer são fundamentais para a qualidade de vida, por isso não devemos simplesmente ignorá-los.No entanto, com planejamento e boas escolhas é possível garantir a diversão sem gastar tanto.  Programar e adquirir viagens com antecedência ajuda a economizar nas tarifas e aproveitar promoções. Outra estratégia é aproveitar opções gratuitas ou mais baratas de lazer. Sessões de cinema em dias de semana podem ter preço reduzido e uma caminhada em parques públicos é uma ótima opção de passeio gratuito. Fuja das armadilhas das compras por impulso. Cuidado com as tentações das vitrines. Antes de comprar, reflita se realmente precisa do item e pesquise o melhor preço. Evite desperdício. Controlar as contas da casa também pode reduzir despesas. Ações simples como substituir lâmpadas antigas por modelos de LED são um ótimo exemplo. Além disso, banhos mais curtos ajudam a economizar nas contas de água e luz.

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investir depois dos 60 anos 30 abr
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Investidores da terceira idade: como investir depois dos 60?

Muita gente se pergunta se ainda vale a pena investir depois dos 60 anos. É uma dúvida compreensível, afinal quando falamos em investimento é comum focar no retorno a longo prazo. Porém, nessa idade, pensar apenas no longo prazo já não faz tanto sentido.  Isso não quer dizer que não se deve investir depois dessa idade. Assim como em qualquer outra fase da vida, nessa idade temos despesas e desejos pessoais que precisam ser considerados, por isso, descuidar das finanças ou deixar o dinheiro parado não são boas decisões.  Ainda assim, um levantamento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostra que apenas 58% dos brasileiros com mais de 60 anos têm algum tipo de investimento. Se você está no grupo daqueles que já investem, provavelmente tem uma caderneta de poupança. É o que aponta o mesmo estudo da Anbima. Segundo o levantamento, mais de 90% dos idosos que têm investimentos mantêm suas economias aplicadas na caderneta de poupança.  Sabemos que a rentabilidade da poupança hoje é tão baixa que ela deixou de ser uma boa opção de investimento. Por outro lado, ela oferece a segurança que a terceira idade exige. Com o avanço da idade, os gastos relacionados à saúde aumentam bastante. Os convênios ficam mais caros, os atendimentos hospitalares e tratamentos terapêuticos são mais frequentes e aumenta também o consumo de remédios de uso contínuo.  Por isso, investir depois dos 60 anos exige um pouco mais de cuidado do que quando somos mais jovens. Como escolher o investimento ideal? Os melhores investimentos para essa fase da vida são os que não oferecem risco. Renda fixa e títulos públicos são exemplos de aplicações que ajudam a manter patrimônio, protegem da inflação, rendem acima da poupança e tem liquidez, para que o investidor possa sacar o que acumulou quando quiser. Com a segurança financeira garantida, quem tiver um perfil mais arrojado pode separar uma pequena parte dos recursos para investimentos em renda variável, como ações na bolsa de valores, por exemplo.

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Fintechs 22 abr
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O que são as fintechs?

As fintechs estão revolucionando o mercado e viraram o assunto do momento quando se fala em finanças. Mas, afinal, o que são e por que fala-se tanto sobre elas? A palavra fintech é um acrônimo para financial technology (tecnologia financeira, em português). Ela é usada para definir empresas que oferecem produtos e serviços financeiros de forma digital. No Brasil, há várias categorias de fintechs: de crédito, de pagamento, gestão financeira, empréstimo, investimento, financiamento, seguro, negociação de dívidas, câmbio, e multisserviços. Inovação e uso da tecnologia são os principais diferenciais em relação às empresas tradicionais. Por exemplo: a maioria delas permite que os clientes controlem os produtos pelo smartphone, sem precisar ir a uma agência do banco ou à corretora. Isso muda a relação das pessoas não só com seus investimentos, como, também, com o próprio dinheiro. Além disso, as fintechs oferecem um outro diferencial competitivo que as torna muito atraentes para o consumidor: custos mais baixos. Como essas empresas não contam com grandes estruturas físicas, tal qual como as agências bancárias, seus custos de operação são reduzidos e, por isso, elas podem oferecer tarifas mais baixas e até serviços gratuitos. Exemplo disso são as contas digitais sem tarifas e os cartões de crédito sem anuidade. Uma tendência mundial. O surgimento das fintechs está diretamente ligado à popularização da internet e ao desenvolvimento dos smartphones e é uma tendência que parece ter vindo para ficar. Um estudo do Finnovation, feito em 2018, mostrou que o número de fintechs no Brasil era de 377. Em todo o mundo, elas já somam mais de 5,5 mil. Com tanta concorrência, as empresas tradicionais tiveram que se adaptar e estão tentando renovar seus serviços. Grandes bancos têm investido em tecnologia, com aplicativos mais funcionais, opções de conta digital sem tarifas e até mesmo, uso de inteligência artificial. Então, no fim das contas, mesmo sem usar seus serviços, o consumidor já tem muito a ganhar com o crescimento das fintechs.

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IR 14 abr
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A entrega do Imposto de Renda 2021 tem novo prazo

A Receita Federal alterou o prazo final de entrega da declaração do Imposto de Renda de pessoas físicas de 2021. A data limite mudou de 30 de Abril para 31 de Maio. Também foram alterados, para a mesma data, os prazos de entrega da Declaração Final de Espólio e da Declaração de Saída Definitiva do País, assim como o vencimento do pagamento do imposto relativo às declarações. Já o  calendário de pagamento das restituições segue o mesmo. O primeiro lote de restituições será pago também no dia 31 de maio. Segundo a Receita, a alteração foi realizada por conta da pandemia do COVID-19. O objetivo é evitar aglomerações nas unidades de atendimento e em outros estabelecimentos procurados pelos cidadãos para obter documentos ou ajuda profissional. Também foi por conta da pandemia que a data de entrega foi prorrogada no ano passado. Porém, em 2020, o prazo foi mais longo e a data limite foi 30 de junho. O prazo pode ser alterado novamente. Além dessa mudança, existe outra possibilidade de prorrogação, já que o Senado aprovou um projeto de lei que altera o prazo de entrega do Imposto de Renda 2021 até o fim de julho. A proposta voltará para a Câmara dos Deputados antes de ser encaminhada à sanção do presidente da República. Como declarar os valores recebidos do Acordo dos Planos Econômicos? Já que estamos falando sobre o Imposto de Renda, vale lembrar como os poupadores devem declarar os valores recebidos por meio do Acordo. Pela regra geral do Acordo, os Bancos devem fazer os depósitos diretamente nas contas dos poupadores. Assim, o valor deve ser declarado como “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. A única mudança será na Fonte Pagadora. Por exemplo: se o associado recebeu valores em decorrência de ação que tinha contra o Banco Itaú, ele deverá informar o CNPJ do Banco Itaú S/A como Fonte Pagadora do crédito. Já quem recebeu valores do Banco do Brasil, deve informar o CNPJ do Banco do Brasil e assim por diante. Baixe aqui o programa IRPF 2021.

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