educação financeira 14 mar
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A importância da educação financeira

A educação financeira passou a ser uma disciplina obrigatória no currículo da educação infantil e do ensino fundamental, de acordo com as determinações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Essa recente mudança na legislação reflete a necessidade de conscientizar as novas gerações sobre a importância do planejamento financeiro e da gestão eficiente dos recursos. Uma breve definição A educação financeira pode ser definida como um conjunto de conhecimentos e habilidades que permitem às pessoas gerir melhor suas finanças pessoais, evitando problemas como dívidas excessivas e fazendo escolhas financeiras mais adequadas. Em suma, é a capacidade de lidar melhor com o dinheiro e organizar o orçamento pessoal. Principais benefícios Com uma boa educação financeira aprendemos a cortar gastos desnecessários e economizar para atingir objetivos específicos financeiros, como comprar um carro, uma casa ou fazer a viagem dos sonhos. Tudo isso evitando problemas financeiros que podem levar a consequências negativas. Além disso, ela também ajuda as pessoas a entenderem melhor os diferentes tipos de investimentos disponíveis, desde os mais conservadores até os mais arriscados. Com esse conhecimento, é possível tomar decisões mais conscientes sobre onde investir o dinheiro, aumentar o retorno financeiro e reduzir os riscos. Outro benefício fundamental é a chance de aprender a lidar com objetivos de longo prazo e se preparar melhor para o futuro. Afinal, quando se aprende a administrar o dinheiro de forma eficiente, é possível criar uma reserva financeira para enfrentar situações de emergência, como uma perda de emprego ou uma doença. Além, é claro, de uma aposentadoria mais confortável. Nunca é tarde para começar Quanto antes aprendermos a cuidar do nosso dinheiro, melhor. No entanto, quem não teve aulas de educação financeira na escola não precisa desistir, pois sempre há tempo para começar. Já falamos sobre isso em outra postagem com dicas importantes para dar os primeiros passos. Clique aqui e confira.

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desapego 07 mar
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Desapego: sua renda extra pode estar escondida no guarda-roupa

O desapego pode ser uma ótima alternativa para conseguir uma renda extra e ainda ajudar você a se livrar do excesso de coisas em casa. Roupas e acessórios que você não usa mais podem se transformar em dinheiro ao invés de ocupar espaço desnecessariamente no seu guarda-roupa. Dê uma boa organizada no armário e provavelmente você se surpreenderá com a quantidade de itens que nunca usa. Separe as peças e avalie o que pode ser vendido ou até mesmo doado. Onde vender roupas usadas? Uma das maneiras mais comuns de conseguir dinheiro extra é vender roupas usadas em brechós físicos ou virtuais. Essa é uma ótima opção para quem não tem tempo ou disposição para vender os itens individualmente, pois eles compram as peças em lotes e as revendem a preços mais acessíveis. É claro que, como são revendedores, precisam oferecer um valor baixo o suficiente para obter lucro. Por isso, quem tem um pouco mais de tempo e disposição pode optar por anunciar as peças em sites e aplicativos de venda. Plataformas como Mercado Livre, OLX, Enjoei e outras permitem que você anuncie os itens com fotos, vídeos, descrições detalhadas e preços, o que facilita a venda e aumenta as chances de conseguir uma boa renda extra. Afinal, alguém pode estar procurando exatamente o que você está vendendo e estar disposto a pagar um valor mais justo. Outra vantagem desses sites e aplicativos são as plataformas de pagamento e envio, que permitem efetuar vendas para qualquer estado do país. Amigos e familiares também podem ser compradores Para quem não quer sair de casa nem vender pela internet, uma opção simples é organizar um bazar em casa. Convide amigos e familiares para conhecer as peças que você deseja vender. Essa é uma estratégia interessante porque você pode definir os preços de acordo com o que achar justo e negociar pessoalmente, além de colocar o papo em dia.

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dívidas 28 fev
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5 passos para acabar com as suas dívidas

Acabar com as dívidas não é tarefa fácil, sobretudo em momentos de crise econômica. Não é à toa que a maior parte dos brasileiros tem alguma pendência financeira. Segundo dados do Banco Central, o endividamento das famílias brasileiras atingiu, em janeiro de 2023, o maior nível desde o início da série histórica, em 2005. Além de fatores como inflação, pandemia e juros altos, a falta de planejamento financeiro é um dos principais inimigos do nosso bolso e responsável por muitas de nossas dívidas. Por isso, listamos 5 dicas importantes para ajudar você a colocar as contas em dia. 1. Conheça as suas dívidas Faça uma lista de todas as pendências. Além disso, faça uma consulta no seu CPF para descobrir se existe alguma dívida em seu nome, conforme explicamos em nosso post anterior aqui no blog.  2. Estabeleça prioridades Organize a lista do item 1. No topo, devem estar as dívidas mais urgentes ou aquelas com juros mais altos, que devem ser pagas primeiro. Boletos de carro e de financiamento de imóveis são prioridades, afinal, dependendo do atraso, você poderá perder o bem. 3. Corte gastos desnecessários Considere reduzir suas despesas para economizar mais. Isso pode incluir coisas como assinaturas de TV a cabo, streaming, idas a restaurantes, compras de roupas, entre outras. 4. Negocie suas dívidas Entre em contato com seus credores para negociar o pagamento de suas dívidas. Muitas vezes, é melhor chegar a um acordo que viabilize a quitação. 5. Não faça mais dívidas Se a prioridade é acabar com as dívidas, não faz sentido fazer novas, não é mesmo? Dessa forma, evite comprar parcelado. Além disso, é muito importante controlar o cartão de crédito, pois em caso de atraso no pagamento, os juros são extremamente altos e você pode perder o controle muito rapidamente. Outro ponto de atenção é o cheque especial, que também tem juros muito altos.

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CPF 22 fev
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Como descobrir se existem dívidas no seu CPF

Talvez existam dívidas em seu nome e você nem saiba. Por isso, é bom fazer uma consulta pelo CPF para descobrir se tem alguma pendência. Afinal, esse é o primeiro passo para manter a saúde financeira e evitar surpresas desagradáveis. A maior parte das famílias brasileiras está endividada Segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), 77,9% das famílias declararam ter dívidas em 2022. Além disso, os dados da PEIC (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor) apontaram que 28,9% das famílias atrasaram algum pagamento no ano passado. Os dois índices são maiores do que os do final de 2021 e mostram, portanto, um cenário preocupante para o nosso país. Onde consultar dívidas no CPF? Os primeiros lugares para fazer essa consulta são os chamados birôs de crédito, tais como Serasa e SPC. Uma boa notícia é que, na maioria das vezes, é possível consultar o CPF online e de forma gratuita. SPC Uma das formas mais fáceis é consultar o site do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Para isso, basta acessar spcbrasil.org.br e clicar em “consultar CPF”. A consulta é gratuita e você pode verificar se existem pendências financeiras, como dívidas com cartões de crédito, instituições financeiras e outros. Serasa Experian Outra forma de descobrir dívidas em seu CPF é através de uma consulta direta ao Serasa Experian. O Serasa oferece diversos tipos de consultas, desde as gratuitas até as pagas, que permitem a você verificar seu histórico financeiro, se existem pendências ou dívidas, e até mesmo obter um relatório completo sobre o seu perfil de crédito. Para fazer a consulta, você pode acessar o site serasa.com.br ou baixar o aplicativo da Serasa, que é gratuito. Assim que fizer o acesso, as informações estarão na aba “meu CPF”. Consulta ao Registrato Uma outra opção é consultar alguns tipos de pendências no Registrato do Banco Central. Por lá, é possível consultar gratuitamente as chaves pix que estão cadastradas com seus dados, empréstimos e financiamentos no seu nome, cheques que foram devolvidos e outras pendências.

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09 fev
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O Brasil que poderemos ter

Enquanto o debate se concentra na violenta polarização política e nos efeitos perversos que ela trouxe consigo, o Brasil perde a oportunidade de tratar de importantes pautas econômicas e sociais que vão se refletir no futuro do país. Não se trata de ignorar os acontecimentos recentes, as ameaças e a invasão dos três poderes, numa clara tentativa de afrontar o estado democrático de direito. Essas ações, aliás, dificilmente serão esquecidas. Mas, é preciso avançar no sentido da igualdade social e no respeito aos direitos individuais e coletivos. Parece básico dizer que todos devem ter as mesmas oportunidades, mas é esse conceito simples que pode resultar em uma nação mais unida, forte, justa e soberana. Temos uma grande chance de reconstruir o país em bases sólidas. Passo a passo. Já sabemos que queremos uma democracia. Pesquisas mostram que a grande maioria dos brasileiros rejeita regimes ditatoriais. Então, se este é o caminho desejado, precisamos de mudanças que levem a essa direção. Precisamos de um projeto para o país. O governo recém-empossado traz um outro olhar para a forma de administrar o Brasil. Ao dizer que quer colocar o pobre no orçamento, o presidente Lula sinaliza claramente que está disposto a combater a desigualdade que trata pessoas que deveriam ser consideradas iguais como menos importantes. Para isso, são apresentadas propostas como o aumento real do salário mínimo, salários iguais para homens e mulheres, formação e empregos melhores para os jovens, financiamento para os pequenos produtores rurais, redução da dívida das famílias, além de novas políticas tributária e ambiental. Temos que dar chance para que esse projeto siga em frente. A frase “Brasil, o país do futuro”, tão usada por décadas como um prêmio de consolação para os problemas que vivíamos, não deve ser resgatada. Não podemos voltar a torcer por uma esperança de futuro quando temos um presente para trabalhar, para construir. Quando podemos efetivamente dar passos importantes para consolidar nossa democracia e a paz social. Que a Justiça cumpra o seu papel. E que entrem na pauta as mudanças e os projetos para termos o país que queremos, o país que poderemos ter. Ana Carolina SelemeDiretora Executiva da Frente Brasileira pelos Poupadores – Febrapo

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cheque especial 01 fev
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Quando usar o cheque especial?

O cheque especial pode ser considerado o maior vilão do crédito no Brasil. Ele é um dos principais causadores do endividamento, por isso é bom saber exatamente o que é e como funciona para evitar prejuízos. O cheque especial, que também tem outros nomes como LIS ou limite da conta, é uma linha de crédito que a pessoa usa automaticamente quando o saldo da sua conta corrente chega a zero. Ou seja, para a conta não ficar sem fundos, o banco empresta o dinheiro para cobrir a sua necessidade. Fácil, né? Sim, mas custa caro. Depois, o correntista precisa, obviamente, devolver o dinheiro, quitar o empréstimo e manter o saldo da conta positivo. O problema é que o cheque especial tem uma das mais altas taxas de juros do sistema bancário brasileiro. Por que os juros são tão altos? Para definir as taxas de juros de todos os tipos de crédito, os bancos avaliam o risco de inadimplência. Quanto maior o risco, mais alta é a taxa. É o caso do cheque especial, afinal, ele é usado quando a conta corrente está no vermelho. Para evitar cobranças abusivas, desde 2020 o Banco Central do Brasil limita a 8% as taxas cobradas pelas instituições financeiras. Além disso, os bancos passaram a ser obrigados a: Cheque especial sem juros? Algumas instituições bancárias costumam oferecer alguns dias sem juros no cheque especial, o que pode ser bem prático. Porém, vale lembrar que, passado o prazo, a cobrança dos juros é retroativa, ou seja, são cobrados todos os dias de uso. Por fim, vale lembrar que todos os bancos e financeiras precisam alertar os clientes de que o cheque especial é para uso emergencial e temporário. E essa é a melhor dica que se pode dar sobre essa linha de crédito: use apenas em uma situação de emergência e pelo menor tempo possível.

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pix 16 jan
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Novas regras do Pix: saiba o que mudou

As novas regras do Pix já estão em vigor com o objetivo de tornar as operações mais simples para o usuário. Segundo o Banco Central, as novas regras oferecerão mais flexibilidade ao mecanismo de pagamento. Veja as principais mudanças: 1. Fim do limite por transação Agora, o limite individual por transação deixa de existir. Será possível, por exemplo, transferir todo o limite diário disponível na conta em um único envio. Ou seja, não há diferença se for feita uma transferência de R$ 3.000 ou dez transferências de R$ 300. No entanto, se preferir, o usuário tem a opção de determinar o limite de transações. O BC também retirou o limite das transferências para contas de pessoas jurídicas, que agora será determinado pelas regras de cada instituição financeira. 2. Flexibilização do limite noturno O período noturno, em que os limites de transferência são mais baixos, funcionava  entre 20h e 6h do dia seguinte. Com a mudança, o correntista tem  a opção de alterar o início do período para 22h. 3. Pix Saque e Pix Troco Foram alterados os valores das duas modalidades. Antes, era possível sacar ou receber como troco R$ 500 via Pix durante o dia e R$ 100 à noite. Agora, os novos limites são R$ 3 mil no período diurno e R$ 1 mil no período noturno. 4. Compras Os limites das operações Pix com finalidade de compra passarão a ser iguais aos da Transferência Eletrônica Disponível (TED). Antes, eram atrelados aos limites dos cartões de débito. Cuidados com a segurança As novas regras do Pix são vistas como positivas e agilizam o uso da ferramenta, porém os especialistas recomendam cuidado redobrado com a segurança. O Pix bateu recorde de 104,1 milhões de transações por dia com o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário, em 20 de dezembro. No entanto, o sucesso criou um problema grave: os golpes. Por exemplo: pessoas que se passam por outras e solicitam dinheiro pelo Whatsapp e assaltos e até sequestros que exigem transferência de valores. Por isso, os especialistas recomendam que o caminho mais seguro é manter o limite diário e noturno em valores mais baixos e ir alterando conforme a necessidade.

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planejamento financeiro 09 jan
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Planejamento anual para colocar as contas em dia em 2023

Fazer o planejamento anual é uma ótima forma de organizar as finanças, colocar as contas em dia e alcançar seus objetivos financeiros. Vamos aproveitar o clima de renovação, típico do mês de janeiro, para aprender a utilizar essa excelente ferramenta de controle. Um planejamento anual permite que a gente tenha uma visão ampla da nossa vida financeira e favorece o foco no longo prazo. Para quem tem renda variável, este tipo de controle também ajuda a evitar os “meses de aperto”, já que é preciso prever emergências ou mesmo períodos de receitas menores. Além disso, ao ver nossa renda anual, um valor maior do que estamos acostumados, é natural vir a pergunta: “Mas, afinal, para onde está indo esse dinheiro todo?” Bem, vamos descobrir. O que o seu planejamento anual precisa ter? O primeiro passo é saber exatamente quanto recebemos e quanto gastamos. Visualizar suas receitas e despesas ajuda você a ter uma melhor perspectiva e controlar os gastos de cada mês no decorrer do ano. Dessa forma, faça uma tabela e coloque todas as fontes de renda e, também, os gastos. Faça uma projeção da soma desses valores no decorrer do ano. Lembre-se que planejar não é apenas anotar tudo, mas também realizar mudanças nos hábitos relacionados ao dinheiro. Portanto, faça uma boa análise dessas informações. Isso vai ajudar a identificar as despesas que podem ser reduzidas ou até evitadas. Com isso em mente (e na planilha), é hora de estabelecer os objetivos, metas e prioridades. Ter um propósito te ajuda a manter o foco e saber como guiar suas decisões financeiras. Mas, também, é preciso estabelecer prioridades. Se você quer comprar um apartamento mas tem dívidas, a prioridade deve ser quitá-las, por exemplo. Com tudo organizado e sem dívidas, já é possível pensar em investir para aumentar o patrimônio. O orçamento deve prever que uma parte do dinheiro será destinada aos investimentos. Existem diversas opções que podem ser escolhidas de acordo com o seu perfil e objetivo.

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conciliação 07 nov
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Febrapo amplia canais de atendimento durante a Semana de Conciliação

Durante a 17ª Semana Nacional de Conciliação, a Febrapo vai manter um canal de atendimento exclusivo para poupadores e advogados. Além dos canais oficiais de comunicação, no período entre o dia 7 e 11 de novembro, nossa equipe de atendimento estará on-line por meio do Whatsapp (11) 94163-3679, no horário das 9h às 18h. Dessa forma, poupadores e advogados poderão se informar sobre as propostas de acordo já disponíveis, bem como realizar o pedido de adesão dos interessados. Saiba mais sobre a Semana Nacional de Conciliação Desde 2006, a Semana é promovida anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Durante os cinco dias da ação, Tribunais de Justiça estaduais, do trabalho e federais fazem uma força tarefa para resolver conflitos processuais que tenham possibilidade de acordo. Os tribunais selecionam os processos e intimam as partes envolvidas no conflito. Essa é uma ótima oportunidade para que advogados e poupadores finalizem processos judiciais por meio da adesão ao Acordo Coletivo dos Planos Econômicos. Petição Única de Acordos auxilia os advogados durante a Semana Em única audiência de conciliação, com a participação do Judiciário, da Febrapo, da Instituição Bancária e do Advogado, é possível homologar todos os processos do mesmo advogado numa Petição Única de Acordos. Dessa forma, as partes economizam tempo, pois não é necessário o agendamento de inúmeras audiências de conciliação. Por isso, diversos tribunais do País tem adotado a petição única. Essa solução é resultado de um esforço conjunto da Febrapo, dos bancos e do Judiciário com o objetivo de realizar acordos em lote. Assim é possível acelerar a resolução e o pagamento aos poupadores. Para saber mais sobre a Semana Nacional de Conciliação e sobre o Acordo dos Planos Econômicos, conte sempre com a Febrapo. Entre em contato com a gente. Nossa esquipe está sempre pronta para auxiliar os poupadores e advogados.

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educação financeira 03 nov
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5 hábitos que você precisa mudar se tem problemas com dinheiro

Ter problemas com dinheiro nem sempre está relacionado ao tamanho do salário ou da renda mensal, mas à forma como lidamos com ele. Se você tem problemas com dinheiro, talvez tenha que mudar alguns hábitos que deixam a situação financeira complicada. Listamos alguns deles. 1. Comprar por impulso Nem sempre é fácil resistir às tentações de consumo, mas evitar as compras por impulso é fundamental para a sua saúde financeira. Fazer uma compra sem pensar gera gastos desnecessários e pode comprometer suas contas. Para evitá-las, vale relembrar as dicas que listamos no post sobre o tema. Clique aqui para conferir. 2. Comprar parcelado de olho apenas no tamanho da parcela. Não é porque a parcela cabe no seu bolso que a compra vale a pena, não é mesmo? Então, antes de decidir, lembre-se que o valor total vai sair da sua conta ou, pior ainda, do seu cheque especial. 3. Não pesquisar preços Pesquisar preços é uma das formas mais simples de economizar. Com a internet, essa busca tornou-se algo muito simples e fácil de fazer. Basta não comprar no primeiro site ou na primeira loja que aparecer e pesquisar ao menos três opções.  Além disso, o simples ato de pesquisar te ajuda a evitar compras por impulso. No fim das contas, talvez você perceba que nem precisava tanto assim do que iria comprar. 4. Não ter planejamento Controlar as receitas e despesas é fundamental. Quanto você vai ganhar no mês e quais as despesas fixas? Quais os gastos variáveis? Sem responder essas perguntas fica difícil saber como reduzir gastos e otimizar sua renda. Por isso, faça uma planilha e anote tudo. Outra dica, é estabelecer objetivos e metas. Dessa forma, fica mais fácil manter até mesmo a motivação. 5. Desperdiçar Na hora do aperto nas contas é natural ter mais atenção para evitar desperdício, mas esse olhar atento é um hábito que devemos valorizar sempre. O que você desperdiça hoje pode fazer falta para todos nós amanhã.

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