06 set
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Por que a poupança ainda é o investimento preferido dos brasileiros?

A poupança ainda é o investimento preferido de grande parte da população brasileira. Mesmo em um cenário econômico em constante evolução, com outras opções mais rentáveis, ela ainda é a principal modalidade de investimento dos brasileiros. Segundo a pesquisa Banking & Fintech Insights 2022, realizada pelo Instituto QualiBest, 51% dos daqueles que investem apostam na tradicional caderneta de poupança. Vale a pena destacar que esse é um investimento de baixa rentabilidade, já que o lucro obtido, muitas vezes, é menor do que a inflação. Afinal, por que tanta gente ainda prefere a poupança? Uma das principais razões para tamanha popularidade no Brasil é a sua simplicidade. Abrir uma conta poupança é um processo rápido e fácil, acessível a praticamente qualquer pessoa. Além disso, não é necessário conhecimento financeiro avançado para começar a investir. Isso a torna uma opção atrativa para aqueles que estão apenas começando a se familiarizar com o mundo dos investimentos. Outro fator que contribui para a preferência pela poupança é a liquidez imediata. Os recursos depositados na poupança podem ser facilmente sacados a qualquer momento, sem penalidades ou prazos de carência. Essa flexibilidade é valorizada por muitos brasileiros, que gostam ou precisam de acesso rápido ao seu dinheiro quando necessário. A falta de conhecimento sobre investimentos de uma forma geral também ajuda a manter a hegemonia da poupança. Muita gente acredita que essa é a única opção de investimento realmente seguro, mas não é verdade. Existem outras opções no mercado igualmente seguras e com maior rentabilidade. O CDB, Certificado de Depósito Bancário, é um bom exemplo. Essa modalidade de investimento é garantida pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Dessa forma, se você tiver até R$ 250 mil investidos em um CDB, tem garantia de recebimento dos valores caso a instituição financeira vá à falência. Exatamente como acontece com a caderneta de poupança.

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filmes 01 set
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5 filmes que podem ajudar você a lidar com as finanças

Assistir a filmes pode ser uma maneira divertida de aprender sobre finanças pessoais. Claro, o cinema sozinho não vai garantir todo o conhecimento de que você precisa, mas é uma boa forma de complementar o aprendizado de fontes mais tradicionais, como livros e cursos. Criamos uma lista com produções variadas que podem servir de inspiração para a sua vida financeira. 1. Wall Street: Poder e Cobiça (1987) Com Michael Douglas e Charlie Sheen, esse filme mostra os bastidores da bolsa de valores de Nova York. Apesar de ter sido produzido em uma época diferente, o filme ainda é uma referência, afinal, a combinação de ganância e poder não mudou tanto assim. Vale a pena também assistir a Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme, de 2010. 2. O Lobo de Wall Street (2013) A história real do corretor de títulos Jordan Belfort, interpretado por Leonardo DiCaprio, é um filme sobre excessos e comportamento financeiro questionável. A película oferece uma visão fascinante do mundo das finanças de alto risco e pode ensinar valiosas lições sobre ética financeira 3. A Grande Aposta (2015) Com Brad Pitt, Steve Carell, Christian Bale e Ryan Gosling, a história destaca a crise financeira de 2008 e como alguns investidores perceberam a bolha imobiliária antes que ela estourasse. O filme pode ajudar a entender melhor os riscos envolvidos em investimentos e tem um roteiro divertido e premiado. 4. Clube da Luta (1999) Embora não seja estritamente sobre finanças, o clássico estrelado por Edward Norton e Brad Pitt critica o consumismo desenfreado e nos ajuda a repensar a relação com o dinheiro e os valores financeiros. 5. Jogo do Dinheiro (2016) O filme narra a trajetória de Lee Gates, personagem interpretado por George Clooney, um apresentador de televisão conhecido por fornecer conselhos de investimento. No entanto, sua vida sofre uma reviravolta quando ele é sequestrado durante uma transmissão de seu programa por um indivíduo que sofreu perdas financeiras seguindo seus conselhos. O foco central da trama são os bastidores de um complexo esquema de corrupção no mercado financeiro.

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dívidas 23 ago
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Endividamento: o caminho é negociar

O brasileiro nunca deveu tanto. A taxa média de endividamento das famílias, medida pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), é de 78,3% da população, segundo dados divulgados em maio deste ano pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Esse percentual é o maior desde que o levantamento começou a ser feito, em 2011. Vale lembrar que apesar de 8 em cada 10 famílias brasileiras terem alguma dívida, isso não quer dizer que todos estão inadimplentes. A maior parte das dívidas é de compras parceladas com cartão de crédito, que podem estar sendo pagas em dia. A inadimplência ocorre quando as dívidas estão em atraso. Porém, há uma outra má notícia: de acordo com a mesma pesquisa da CNC, em abril de 2023 quase um terço das famílias no Brasil estavam inadimplentes. Como lidar com tanta dívida? Além de fazer um bom planejamento financeiro, reduzir gastos é fundamental, inclusive para evitar novas dívidas. No entanto, para lidar com as dívidas que você já tem, a solução é negociar. Lembre-se de que o credor, incluindo os grandes bancos, também tem interesse no pagamento da dívida. Portanto, a negociação da dívida é uma oportunidade de diálogo Avalie as condições e tente buscar uma negociação justa e que você consiga pagar. No caso de empréstimos e financiamentos com parcelas em dia, sempre que possível, procure antecipar pagamentos e amortizar a dívida. Essa estratégia rende bons descontos das instituições financeiras. O Programa Desenrola Brasil visa reduzir o endividamento. O Desenrola Brasil é uma iniciativa do Governo Federal que visa renegociar dívidas e combater a inadimplência. Lançado em junho deste ano e dividido em três etapas, o programa beneficia cidadãos com CPF negativado, ou seja, que têm dívida inscrita nos cadastros dos birôs de crédito. A expectativa do Governo é beneficiar até 70 milhões de pessoas.

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17 ago
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As vantagens e desvantagens das contas digitais

As contas digitais têm revolucionado a forma como lidamos com as finanças. Nos últimos anos, a ascensão dos bancos digitais agitou o cenário financeiro tradicional de forma significativa. Essas instituições não apenas redefiniram a maneira como gerenciamos nosso dinheiro, mas também desencadearam uma competição acirrada com os bancos tradicionais. Os bancos digitais demonstraram uma grande capacidade de se conectar com o público jovem por meio de estratégias de marketing inovadoras e presença em plataformas digitais populares. No entanto, seria injusto atribuir seu sucesso apenas ao marketing ou ao apetite dos jovens por novidades. As contas digitais tem vantagens relevantes que podem mesmo conquistar muita gente, mas também existem desvantagens. Para entender se é o tipo de conta que faz sentido para você, conheça um pouco mais sobre ela. Vantagens das contas digitais: 1. Conveniência sem Fronteiras As contas digitais oferecem acesso às suas finanças 24 horas por dia, independentemente da localização. Você pode realizar transações, pagar contas e gerenciar seu dinheiro a qualquer hora e em qualquer lugar. 2. Baixas (ou nenhuma) Taxas Muitas contas digitais não cobram taxas de manutenção ou anuidade, o que as torna uma opção econômica para quem busca reduzir custos bancários. 3. Menos burocracia  Abrir e gerenciar uma conta digital é geralmente rápido e simples, com poucos requisitos burocráticos. Também existem desvantagens Antes de dar adeus à sua conta tradicional, é importante avaliar alguns pontos negativos das contas digitais. 1. Segurança Cibernética Embora as medidas de segurança estejam em constante evolução, existe o risco de violações de segurança cibernética e ataques de hackers. 2. Disponibilidade de saques Como não existem agências físicas, os saques são feitos apenas em caixas 24 horas, o que pode dificultar o acesso ao dinheiro físico em cidades ou regiões mais distantes. 3. Falta de Relacionamento Pessoal Ao contrário do que acontece nas instituições financeiras tradicionais, clientes de bancos  digitais podem sentir falta de um relacionamento pessoal com um gerente de conta. Além disso, todo o atendimento é online.

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12 jul
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O uso do FGTS para compra de imóveis: regras e benefícios

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ser um grande aliado para quem pretende realizar o sonho da casa própria. O FGTS na Moradia Própria é uma modalidade de saque que possibilita ao trabalhador acessar os fundos disponíveis em sua conta do FGTS para diversos fins relacionados à compra de imóveis. É possível sacar os valores para quitar totalmente, amortizar, liquidar ou fazer o pagamento de parcelas de financiamentos imobiliários. Com isso, é possível reduzir os juros e economizar na compra. Vale lembrar que o trabalhador pode usar o saque para adquirir imóveis novos, usados ou mesmo em construção, mas existem algumas regras para isso. Quem pode usar o FGTS na Moradia Própria? É importante destacar que nem todos os trabalhadores têm direito a sacar o Fundo de Garantia para a compra de imóveis. Existem algumas condições específicas que precisam ser atendidas. Por exemplo, é necessário ter pelo menos três anos de trabalho com carteira assinada, não ser proprietário de outro imóvel na mesma cidade e utilizar o imóvel como residência própria. Outro ponto de atenção é que o imóvel deve estar localizado na mesma cidade em que a pessoa trabalha e, é claro, deve estar regularizado nos órgãos competentes. Além disso, o valor da sua avaliação não pode ultrapassar R$1.500.000,00 para todos os estados brasileiros. Em quais situações você não pode usar o FGTS para comprar um imóvel? Para saber como fazer o pedido de saque do FGTS acesse o site da Caixa Econômica Federal ou clique aqui.

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04 jul
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Copom mantém a taxa Selic mas ata sugere tendência de queda

O Copom, Comitê de Política Monetária, manteve a taxa Selic, juros básicos da economia, em 13,75% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros, que já apostavam em uma possível redução somente a partir de agosto.  No comunicado, o comitê adotou um tom considerado cauteloso e indicou que ainda há riscos em relação à inflação, incluindo possíveis pressões globais sobre os preços e incertezas sobre a aprovação do arcabouço fiscal.  “O comitê avalia que a conjuntura demanda paciência e serenidade na condução da política monetária e relembra que os passos futuros da política monetária dependerão da evolução da dinâmica inflacionária, em especial dos componentes mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica, das expectativas de inflação, em particular as de maior prazo, de suas projeções de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”. No entanto, a ata da reunião confirma a expectativa de cortes de juros possíveis a partir do próximo encontro. O documento destaca que a maioria dos componentes do comitê considera que, caso a queda da inflação continue, um processo gradativo de redução das taxas de juros pode começar em agosto. “A avaliação predominante foi de que a continuação do processo desinflacionário em curso, com consequente impacto sobre as expectativas, pode permitir acumular a confiança necessária para iniciar um processo parcimonioso de inflexão na próxima reunião”. Vale lembrar que a taxa Selic está em 13,75% ao ano desde 1º de agosto de 2022 e a próxima reunião do Copom está marcada para os dias 1º e 2 de agosto de 2023.  A Selic e o seu bolso. A Taxa Selic tem uma conexão direta com o cotidiano das pessoas, afetando suas aplicações bancárias e o custo de crédito, como juros de cartão de crédito, cheque especial, empréstimos e financiamentos. Por essa razão, a taxa Selic é considerada o principal mecanismo de política monetária utilizado pelo Banco Central (BC) para controlar a inflação. Quando a taxa Selic está baixa, torna-se mais acessível pagar empréstimos e financiamentos, pois os juros são reduzidos, o que estimula o consumo. Consequentemente, a inflação também aumenta. No entanto, quando a Selic aumenta, o crédito se torna mais caro, ou seja, as taxas de financiamento e empréstimos são mais elevadas. Isso desencoraja o consumo e ajuda a combater a inflação.

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INSS 21 jun
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Antecipação do 13° do INSS: dicas para usar o dinheiro

Mais de 30 milhões de pessoas estão sendo beneficiadas com a antecipação do 13° do INSS. A medida foi adotada nos últimos três anos (2020, 2021 e 2022) para amenizar os impactos da pandemia e também para estimular a economia. Parece óbvio, mas não custa lembrar que a antecipação do 13° do INSS não deve ser vista como um dinheiro extra. Do contrário, as contas podem apertar no final do ano.  Por isso, separamos algumas dicas de como utilizar esse valor de forma consciente. Tem dívidas? É hora de quitar Quitar dívidas deve ser sempre uma prioridade para melhorar a saúde financeira e a antecipação do 13º do INSS pode ser uma excelente oportunidade para isso.Priorize as dívidas com juros mais altos, como cartão de crédito e cheque especial. Além disso, negocie descontos com os credores para amortizar empréstimos pessoais, financiamentos de veículos ou imóveis. Reserva de emergência Ter uma reserva para emergências é muito importante, por isso uma boa dica é usar parte do dinheiro para criar ou aumentar essa reserva. Dessa forma, você se prepara para lidar com despesas inesperadas e evitar problemas financeiros futuros. Viajar ou ir às compras Se você está com as contas em dia e tem uma reserva de emergência confortável, pode aproveitar esse dinheiro para ir às compras ou até mesmo fazer uma pequena viagem. Vale lembrar que nos meses de baixa temporada (fora das férias escolares ou feriados prolongados) agências, hotéis empresas aéreas oferecem preços mais baixos e tarifas promocionais. Assim, com um bom planejamento, é possível aproveitar um bom passeio. Nunca é tarde para aprender Que tal utilizar uma parte da antecipação do 13° (e também do seu tempo livre) para aprender uma nova atividade? Manter corpo e mente ativos é sempre um ótimo investimento. Considere a possibilidade de fazer cursos de idiomas, artes plásticas, dança ou outra atividade prazerosa que possa contribuir para manter a saúde física e mental.

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direito dos aposentados 13 jun
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4 direitos dos aposentados que muita gente não conhece

Os aposentados têm direitos adicionais previstos pela legislação brasileira. Esses direitos podem desempenhar um papel fundamental na garantia de uma aposentadoria mais digna, mas muita gente nem sabe que eles existem. Listamos aqui 4 deles. 1. Saque do FGTS Um dos direitos dos aposentados é o saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Assim que se aposentam, os trabalhadores têm o direito de sacar integralmente o valor acumulado no FGTS ao longo de suas carreiras. Se o aposentado continuar trabalhando na mesma empresa após a aposentadoria, ele poderá realizar saques mensais dos novos depósitos feitos na conta do FGTS. No entanto, caso ocorra a mudança para outra empresa, as regras de saque voltam a seguir os padrões normais do FGTS, ou seja, será necessário aguardar situações específicas, como demissão sem justa causa, compra da casa própria ou doenças graves. 2.  Manutenção do plano de saúde Após a aposentadoria, os trabalhadores que contribuíam com parte do pagamento do plano de saúde fornecido pela empresa têm o direito de continuar usufruindo desse convênio, desde que assumam a responsabilidade pelo pagamento da parcela que antes era coberta pelo empregador. É importante ressaltar que essa opção deve ser feita no momento da rescisão do contrato de trabalho, pois, caso contrário, não será possível recontratar o plano. 3. Prioridade de restituição do imposto de renda Contribuintes com 60 anos ou mais têm o direito de receber a restituição antes dos demais. Mesmo que enfrentem problemas e caiam na “malha fina” da Receita Federal, essa prioridade é mantida, garantindo agilidade na correção de eventuais falhas na declaração. Caso ocorra a necessidade de retificar a declaração ou resolver pendências com a Receita Federal, os aposentados também têm prioridade no atendimento e na correção dessas questões. 4. Medicamentos gratuitos Os idosos têm o direito de acesso a medicamentos gratuitos em todo o território nacional, especialmente aqueles de uso contínuo que são essenciais para a manutenção da saúde e qualidade de vida. Um recurso valioso nesse sentido é o “Programa Farmácia Popular”, do Governo Federal, que está disponível em farmácias conveniadas em todo o país. Além disso, algumas prefeituras e governos estaduais também oferecem programas similares em parceria com as farmácias locais.

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INSS 17 maio
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Como declarar o INSS no Imposto de Renda?

Uma dúvida comum na hora de declarar o Imposto de Renda é como inserir o valor pago ao INSS, seja como contribuinte individual ou como empregado. Não é tão complicado. Veja como fazer. Para começar, é preciso ter em mãos o informe de rendimentos fornecido pelo INSS. Esse documento traz todas as informações necessárias para preencher a declaração, como o valor total de contribuições pagas no ano, o número do benefício e o valor do benefício recebido. No momento de preencher a declaração, acesse o menu “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica” e selecione a opção “14 – Previdência Oficial”. Em seguida, basta preencher as informações solicitadas, como o nome da fonte pagadora (INSS), o CNPJ e o valor total das contribuições pagas. Caso tenha recebido algum benefício do INSS durante o ano, é preciso incluir essa informação na declaração, na aba “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Nessa aba, selecione a opção “10 – Parcela isenta de proventos de aposentadoria, reserva remunerada, reforma e pensão de declarante com 65 anos ou mais”. É importante lembrar que, no caso de aposentados com mais de 65 anos, há uma parcela isenta de imposto de renda. Esse valor varia de acordo com a idade do contribuinte e pode ser consultado na tabela disponibilizada pelo governo. Além disso, contribuintes que fazem a declaração completa podem abater do imposto devido o valor das contribuições ao INSS feitas durante o ano. Esse valor deve ser incluído na aba “Pagamentos e Doações Efetuados”, na opção “36 – Previdência Oficial – Contribuição patronal paga pelo empregador doméstico”. Vale lembrar que, para evitar erros na declaração, é fundamental conferir todas as informações antes de enviar ao Fisco. Caso tenha dúvidas, é possível buscar ajuda de um contador ou acessar as informações disponibilizadas no site da Receita Federal. Atenção ao prazo. Lembre-se que este é o último mês para enviar a declaração do Imposto de Renda 2023. A data limite é 31 de maio, por isso não deixe para a última hora. Clique aqui para baixar o programa.

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02 maio
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O que é e para que serve o cadastro positivo?

Aderir ao cadastro positivo pode ser uma boa maneira de melhorar sua pontuação de crédito e facilitar o acesso a empréstimos e financiamentos. Veja como funciona: O cadastro positivo é um sistema que reúne informações sobre o histórico de pagamento dos consumidores. É como um banco de dados no qual empresas e órgãos do governo podem conhecer seus hábitos de pagamento. Esse sistema é gerenciado por empresas especializadas em análise de crédito, que recebem e processam as informações dos consumidores. Dessa forma, quando a instituição financeira acessa essas informações, ela pode avaliar o perfil financeiro do cliente com mais precisão. O objetivo é incentivar a cultura do pagamento em dia, criando um histórico positivo para aqueles que cumprem suas obrigações financeiras e, assim, facilitar o acesso a crédito e serviços financeiros com melhores condições e taxas. É importante lembrar que nem todas as informações sobre seu histórico de pagamento são incluídas no cadastro positivo. Sua renda, bens e patrimônio, por exemplo, não fazem parte do sistema. Além disso, caso você tenha algum problema com o pagamento de suas contas, isso também pode ser registrado, o que pode impactar negativamente sua pontuação de crédito. Por isso, é fundamental manter as contas em dia e evitar atrasos nos pagamentos para garantir melhores condições de crédito. Como ativar o Cadastro Positivo? A Lei Complementar 166, de 2019, determina que a inclusão dos consumidores no sistema é feita de maneira automática. Dessa forma, pessoas físicas e jurídicas não precisam oferecer autorização prévia para terem seus dados incluídos no sistema. Contudo, os birôs de crédito, que são os responsáveis por esse banco de dados, devem notificar o consumidor quando seu cadastro for aberto. O prazo para essa notificação é de até 30 dias. Como saber se estou no Cadastro Positivo? Para saber se você está inscrito, basta acessar o site de um dos birôs de crédito, como SPC, Serasa, Boa Vista e Quod. Neles, procure pela opção “Cadastro Positivo”.

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