saúde mental 20 out
r@fal_adm 0 Comments

Finanças pessoais e saúde mental: entenda essa relação

Talvez o dinheiro realmente não traga felicidade, mas a verdade é que existe uma relação direta entre saúde mental e finanças pessoais. É claro que problemas financeiros afetam a nossa saúde mental. Afinal, não é difícil ficar deprimido ou ansioso quando as contas não estão em dia, não é mesmo? Por outro lado, quando a saúde mental não vai bem os reflexos podem ser sentidos na nossa vida profissional, social, afetiva e até financeira.  Ou seja, as finanças pessoais influenciam a saúde mental e vice-versa. Com o bem-estar psicológico debilitado, fica mais difícil controlar os gastos. Estresse, depressão e ansiedade impactam de forma negativa a capacidade que uma pessoa tem de tomar decisões financeiras de forma racional e resultam em um comportamento impulsivo em relação às compras.  Um perigoso ciclo vicioso. Quem nunca comprou um item que não precisa ou nunca usou, apenas pela empolgação do momento? Isso acontece porque, de modo geral, temos prazer em adquirir algo novo. Não apenas pelo produto mas pelo simples ato de poder adquirir alguma coisa de que gosta. Comprar ativa o sistema de recompensas do nosso cérebro e quando as nossas emoções não vão bem, o prazer da compra fica ainda mais relevante. Dessa forma, os riscos de “estourar” o limite do cartão de crédito e entrar no cheque especial aumentam cada vez mais. O pior é que as finanças comprometidas geram uma série de emoções negativas e comprometem ainda mais a saúde mental.  A dica é: cuide das contas e das emoções. Para manter as contas em dia, faça um bom planejamento financeiro. Já falamos um pouco aqui sobre educação financeira. Vale a pena conferir.  Esqueça a “shopping terapia” e evite compras por impulso. A gratificação gerada pelas compras passa rápido mas as contas ficam. Por isso é tão importante buscar o equilíbrio emocional, que faz bem até para o bolso.

READ MORE →
Auxílio emergencial 15 out
r@fal_adm 0 Comments

Auxílio emergencial: 7ª parcela começa a ser paga na segunda-feira

O pagamento da sétima parcela do Auxílio Emergencial 2021 será feito a partir do dia 18 de outubro para os beneficiários do Bolsa Família. Já para o público geral, que recebe por meio da conta poupança digital, os depósitos devem começar na quarta-feira, dia 20. Assim como nas outras parcelas, quando o depósito for feito, os valores poderão ser usados para pagamentos de contas por meio do aplicativo Caixa Tem. Já os saques e o direito de transferir o saldo do aplicativo para qualquer conta bancária ocorrem de duas a três semanas após o depósito na conta poupança social digital. Quem pode receber o auxílio emergencial? De acordo com a Medida Provisória 1.039/2021, tem direito a receber o auxílio emergencial as famílias com renda mensal de até três salários mínimos (R$ 3.300), desde que a renda por cada membro seja inferior a um salário mínimo (R$ 1100). O beneficiários foram considerados elegíveis até o mês de dezembro de 2020. O valor médio do benefício é de R$ 250 e varia entre R$ 150 e R$ 375, de acordo com o perfil da pessoa e composição da família. Como sacar o auxílio emergencial. Quem optar por fazer o saque em dinheiro, precisa fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o usuário deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular. O código, que tem validade de uma hora, deve ser utilizado para saque em dinheiro nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui. Auxílio emergencial em 2022? O ministro da economia, Paulo Guedes, afirmou que está avaliando como serão os reajustes fiscais para garantir a prorrogação do auxílio em 2022. Assim, a intenção é garantir o pagamento de mais 6 parcelas.

READ MORE →
investidor 14 out
r@fal_adm 0 Comments

Os 4 erros mais comuns dos investidores iniciantes

Em qualquer atividade, iniciantes tendem a cometer muitos erros, mas quando falamos em investidores,  muitos erros podem, literalmente, custar caro. Por isso, separamos 4 dos erros mais comuns dos investidores iniciantes. Fique atento e procure fugir deles. 1. Otimismo em excesso. Superestimar a probabilidade de eventos positivos é sempre perigoso. As promessas de investir pouco e ganhar muito em pouco tempo podem causar angústia, ansiedade e grandes decepções. Além disso, investidores iniciantes são mais suscetíveis a golpes como as pirâmides financeiras. Como evitar: conheça muito bem o investimento que pretende fazer, suas características, riscos e histórico, assim você evita surpresas desagradáveis. 2. Confundir noção básica com conhecimento. Ouvir alguém falar bem sobre uma determinada aplicação não é suficiente para apostar todas as suas fichas nela, mesmo que seja a dica de um especialista. O investimento que é bom para uma pessoa nem sempre é o ideal para outra. É preciso levar em consideração seu perfil de investidor, objetivos e prazos. Como evitar: vá além do básico e procure se aprofundar nas alternativas de investimento que parecem mais apropriadas para seu perfil. 3. Achar que todo o sucesso é resultado da sua sabedoria e não do mercado em alta. Por exemplo: ganhar com a alta das ações da bolsa de valores é ótimo, mas é importante ter os “pés no chão” e entender que é possível que seus ganhos sejam resultado da alta do mercado e que, portanto, essa tendência pode mudar. Do contrário, você pode achar que sempre vai ganhar e quando a “onda” passar, pode perder tudo o que lucrou e até mais. Como evitar: tenha um plano B. Testar e aprender estratégias para investir quando o mercado está em baixa, seja na bolsa de valores ou fora dela. 4. Planejar para o longo prazo e reagir no curto. Muitas vezes investidores iniciam na bolsa de valores pensando em ter retorno em 4 ou 5 anos, porém, na primeira queda já vendem as ações acabam com prejuízo. Outro erro comum é fazer aplicações pré-fixadas de longo prazo e acabar precisando sacar o dinheiro antes da hora e, assim, perdem a rentabilidade. Como evitar: Entenda sua tolerância ao risco e escolha investimentos adequados a ela. Tenha um fundo de emergência. Os 4 erros comuns dos investidores iniciantes que listamos aqui não são os únicos mas fugir deles já é um bom início para evitar prejuízos desnecessários. Por isso, estude, planeje e teste suas estratégias.

READ MORE →
Selic 08 out
r@fal_adm 0 Comments

O que a taxa Selic tem a ver com o seu bolso?

Você já deve ter ouvido falar sobre a taxa Selic mas talvez ainda não saiba exatamente o que ela tem a ver com o seu bolso. O que é a taxa Selic? A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira, ou seja, é um índice econômico que influencia todas as taxas de juros do País. Desde os juros de empréstimos e financiamentos até os das aplicações financeiras. O termo Selic é uma abreviação para Sistema Especial de Liquidação e Custódia. O próprio Banco Central a define como a taxa média ajustada dos financiamentos diários apurados no sistema para títulos federais. Em outras palavras, o valor da Selic indica quanto o governo paga de juros para as instituições financeiras que compram títulos públicos do Tesouro Nacional. E o meu bolso com isso? A Taxa Selic tem relação direta com o seu dia a dia. Se a taxa Selic sobe, a rentabilidade das aplicações que você tem no banco aumenta. Por outro lado, os juros do seu cartão de crédito, do cheque especial, dos empréstimos e financiamentos também sobem. Por isso, a taxa Selic é considerada o principal instrumento de política monetária utilizado pelo Banco Central (BC) para controlar a inflação. Quando está baixa, fica mais fácil pagar empréstimos e financiamentos porque os juros ficam baixos, o que incentiva o consumo. Com isso, a inflação também sobe. Entretanto, quando a Selic sobe, o crédito fica mais caro, ou seja, as taxas de financiamento e empréstimos são maiores. Isso desestimula o consumo e ajuda a reduzir a inflação. Quem define? Ela é definida pelo Copom, Comitê de Política Monetária do Banco Central. A cada ano são realizadas 8 reuniões do comitê para definição da taxa. Então, a cada 45 dias os responsáveis avaliam se mantém a mesma, aumentam ou a reduzem. Atualmente, a Selic está em 6,25%, definida em 22/09/2021.

READ MORE →
ato normativo 01 out
r@fal_adm 0 Comments

Ato Normativo facilita a conversão de acordos dos planos econômicos.

A partir da união entre TRF4, Febrapo, CEF e Febraban, foi validado um Ato Normativo que dispõe de fluxos e procedimentos do Judiciário para facilitar a conversão de acordos dos planos econômicos. Na prática, essa medida acelera a finalização dos processos e assim, vai beneficiar poupadores dos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.  O Ato Normativo foi publicado no dia 18/08/2021, por isso já está afetando de forma positiva milhares de poupadores. TRF4, Febrapo e CEF viabilizam pagamentos de mais 21 milhões. Recentemente, em um esforço conjunto entre o TRF4, Febrapo e CEF, foi realizada uma grande negociação que englobou 6.135 casos. Todo esse trabalho resultou em pagamentos que totalizaram R$ 21.138.752,13 a poupadores que aderiram ao acordo. O projeto foi liderado pela Juíza Federal, Dra. Ingrid Schroder Slwika, que se empenhou em dar andamento no acervo da poupança desde a homologação do acordo coletivo dos planos econômicos pelo STF, em 2018. Ainda é possível aderir ao Acordo. Os poupadores que ainda não aderiram ao acordo podem procurar a Febrapo para obter todas as informações de forma rápida e clara. A Febrapo realiza a intermediação dos acordos com os bancos e dá todo o suporte necessário aos poupadores e seus advogados. 

READ MORE →
pirâmides financeiras 29 set
r@fal_adm 0 Comments

Pirâmides Financeiras: o que são e como fugir delas?

Pirâmides financeiras não são novidade, mas muitas pessoas ainda caem no conto da falsa promessa de altos ganhos em pouco tempo. De acordo com a pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do Serviço de Proteção ao Crédito, 11% dos internautas brasileiros já teriam perdido dinheiro em pirâmides financeiras. Vale lembrar que, além de perigosa, a prática de pirâmide financeira é proibida no Brasil e configura crime contra a economia popular (Lei 1.521/51). O que são pirâmides financeiras? As pirâmides financeiras receberam esse nome por conta da semelhança com as pirâmides físicas em termos de estrutura. No topo ficam os primeiros integrantes, que lucram cada vez que novos vendedores são iniciados no esquema abaixo dele. Por isso, uma característica comum das pirâmides financeiras é a necessidade de agregar novas pessoas à essa estrutura. Quanto mais próximo da base, menor é a chance de ter rendimentos. Assim, quando o esquema fica inchado e quebra, muitos “investidores” não conseguem sequer recuperar o dinheiro investido e saem no prejuízo. Como identificar uma pirâmide? Não é tão difícil identificar o esquema. De modo geral, as promessas são bem parecidas. Confira algumas características comuns e fique atento a elas: A promessa de ganho máximo e esforço mínimo seduz muita gente. É impossível garantir o retorno de qualquer negócio. Além disso, toda aplicação que renda mais de 2% ao mês tem riscos. Regra básica das pirâmides: além de entrar com um valor inicial, você deve procurar mais pessoas para fazer o mesmo. A falta de informações básicas sobre a empresa responsável por administrar o dinheiro e seus donos também é outro sinal de que se trata de uma pirâmide. Seja por desespero ou ganância, muitos se deixam levar pelas promessas desse tipo de esquema. Por isso, todo cuidado é pouco. Se oferecerem uma “oportunidade” com uma ou mais das características que listamos aqui, fuja.

READ MORE →
open banking 24 set
r@fal_adm 0 Comments

O que é Open Banking?

Você já deve ter ouvido falar disso na TV, na internet ou mesmo no app do seu banco, mas afinal de contas, o que é Open Banking? O Open Banking, ou sistema financeiro aberto, é um sistema de compartilhamento de dados financeiros que padroniza os dados dos clientes e os disponibiliza em uma única plataforma integrada e segura (API). As diferentes instituições financeiras têm acesso a essa plataforma. Porém, para acessar os dados é preciso uma autorização expressa dos clientes. Assim, é o cliente que decide quais dados serão compartilhados, com quem e por quanto tempo. Além disso, a permissão poderá ser cancelada pela pessoa sempre que ela quiser. Quais os benefícios do Open Banking? Segundo o Banco Central, a integração pode melhorar a avaliação de crédito e estimular a competição no sistema financeiro, com produtos mais adequados e baratos para os clientes. Com os dados em mãos, uma instituição financeira pode oferecer taxas mais adequadas ao perfil de risco de um tomador de empréstimo, por exemplo. Além disso, o sistema vai facilitar a comparação de serviços entre as financeiras, custo de seguros, rentabilidade de investimentos e dos demais produtos bancários. Ou seja, cada instituição poderá criar produtos e serviços sob medida e com preços mais atrativos para a necessidade de cada cliente, com base nos dados de consumo, renda e transações financeiras. As instituições têm acesso aos dados antigos ou apenas aos gerados depois do consentimento? É possível compartilhar o histórico financeiro de até um ano. No entanto, vale lembrar que é o cliente quem decide por quanto tempo os dados serão compartilhados. Meus dados estarão seguros? Segundo o Banco Central, a segurança é de responsabilidade das instituições financeiras. “É das instituições participantes a responsabilidade pela confiabilidade, integridade, disponibilidade, segurança e sigilo dos dados e serviços dos clientes no processo de compartilhamento. Cabe a elas, também, cumprir as disposições da legislação e da regulamentação em vigor”, diz o BC.

READ MORE →
Premio Innovare 21 set
r@fal_adm 0 Comments

Acordo dos Planos Econômicos foi vencedor do Prêmio Innovare

O Acordo dos Planos Econômicos já ajudou milhares de poupadores. Além disso, seus benefícios renderam até prêmio. Em 2018, o Acordo foi vencedor do Prêmio Innovare, a maior premiação da área jurídica do Brasil. Na 15ª edição do prêmio, o Acordo de Planos Econômicos, do qual participaram a Febrapo, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a Advocacia-Geral da União (AGU), e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), foi premiado na categoria Advocacia. O Prêmio Innovare reconhece práticas que contribuam para o aprimoramento da Justiça no Brasil. O julgamento é feito por uma comissão formada por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Justiça do Trabalho e da Advocacia Geral da União (AGU), além de juízes, promotores, advogados, professores e outros profissionais de destaque interessados em contribuir para o desenvolvimento do Poder Judiciário. Uma importante inovação deste Acordo, que com certeza foi reconhecida pela comissão do Prêmio Innovare, foi a possibilidade de toda a categoria jurídica de poupadores e seus herdeiros serem representados por entidades como a Febrapo e receber uma proposta alçada por todos os bancos negociantes. Tudo isso, com  a supervisão das autoridades regulatórias do setor. Os pagamentos do Acordo já somam mais de R$ 1,68 bilhão. Desde que o Acordo Coletivo entrou em vigor, os poupadores que foram prejudicados pelos Planos Bresser, Verão, Collor I e Collor II passaram a ter a opção de encerrar os processos que já estavam há décadas na Justiça. Por isso, cerca de 118 mil pessoas já foram beneficiadas e receberam o valor do Acordo. Dessa forma, mais de R$ 1.68 bilhão já foram pagos. Vale lembrar que quando o Acordo é aceito, o pagamento é feito em 15 dias úteis.  Como aderir? Para aderir, o poupador ou o herdeiro pode entrar em contato com a Febrapo. Saiba todos os detalhes e informações no portal do Acordo, acesse www.pagamentodapoupanca.com.br

READ MORE →
dívidas 17 set
r@fal_adm 0 Comments

Renegociar dívidas: como sair do aperto

Renegociar dívidas é um processo necessário para sair do aperto, principalmente em momentos de crise, como o que estamos vivendo agora. Quem está devendo não está sozinho. Se você está nessa situação, saiba que, segundo a Serasa Experian, outras 62,5 milhões de pessoas também estão com contas em atraso no país, com um déficit médio de R$ 3.934,38. Esse número tão alto tem a ver com a crise causada pela pandemia do Covid-19. Por isso, separamos algumas dicas para te ajudar a sair dessa. Priorize as dívidas mais caras. É claro que precisamos sempre pagar as contas de consumo e financiamentos, em que o não pagamento pode causar a interrupção dos serviços e até a penhora de bens. Mas depois dessas, dê prioridade às que oferecem a maior taxa de juros, como cheque especial e cartão de crédito. Troque dívidas caras por dívidas baratas. Se não é possível quitá-las, troque as dívidas caras por dívidas mais baratas, ou seja, com juros mais baixos. Por exemplo: um empréstimo pessoal tem taxas muito menores do que as do cheque especial. Negocie O credor tem tanto interesse quanto você no pagamento da dívida, por isso a negociação da dívida é um momento de troca. Ao apresentar a proposta ao banco, é possível que ele ofereça uma contra-proposta. Nesse caso, evite aceitar condições que não estejam adequadas à sua situação financeira. Pesquise as ofertas e condições de outros bancos. Na busca por taxas menores, é sempre válido fazer simulações de crédito para identificar se existem propostas mais adequadas à sua realidade financeira. Muitas vezes, é possível encontrar ofertas com juros menores e melhores condições de pagamento. Nesses casos, é possível fazer a portabilidade de crédito, ou seja, a transferência da dívida para outra instituição financeira. Anote tudo e faça as contas. Renegociar dívidas é uma ótima estratégia para sair do aperto, porém não adianta aceitar a proposta de pagamento que o banco ofereceu se não será possível cumprir o compromisso. Antes de aceitar qualquer proposta, faça as contas para ter certeza se as parcelas realmente cabem no seu bolso.

READ MORE →
FGC 09 set
r@fal_adm 0 Comments

O que é e o que faz o Fundo Garantidor de Créditos

Muita gente já ouviu falar dele, mas nem todo mundo sabe exatamente o que é o que faz o Fundo Garantidor de Créditos, o FGC. Por definição,  o Fundo Garantidor de Crédito é uma constituição de entidade privada, sem fins lucrativos, destinada a administrar mecanismos de proteção a titulares de créditos contra instituições financeiras. O objetivo geral do Fundo Garantidor de Crédito é manter a confiança dos investidores no mercado para que eles possam aplicar sem medo de perder o seu capital. Na prática, é graças ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que podemos aplicar em diversos investimentos de renda fixa, sem risco de não receber o seu capital e os juros devidos de acordo com o tempo de aplicação. Assim, CDBs, LCIs, LCAs e LCs são 100% garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos até o limite de R$ 250.000,00. Como funciona o Fundo Garantidor de Créditos? O FGC protege o capital e a rentabilidade dos investidores contra surpresas. Por exemplo, se um banco vai à falência, o FGC garante o pagamento de quem tem aplicações lá. Além de atuar como “pagador de dívidas” nessas situações extremas, o Fundo Garantidor de Crédito também atua de forma pontual nos bastidores do sistema bancário e financeiro, com profissionais preparados para ajudar a prevenir emergências. E quem mantém o FGC? Vale a pena destacar que o FGC não é um órgão público, mas sim uma associação privada, sem fins lucrativos. O fundo é mantido graças às contribuições das instituições financeiras brasileiras. Elas depositam mensalmente 0,0125% do total dos valores movimentados nos produtos cobertos pelo FGC. Tudo tem limite. Talvez você já tenho ouvido que não se deve manter mais de R$ 250.000,00 em um único banco. Isso porque, como dissemos acima, esse é o valor limite que o FGC garante por CPF (apenas pessoa física) e por instituição financeira.

READ MORE →