tesouro direto 12 jan
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Tesouro Direto: o que é e como funciona

O Tesouro Direto é considerado o investimento mais seguro do mercado, já que ele é 100% garantido pelo Tesouro Nacional. O que é? O Tesouro Direto é um título emitido pelo governo federal. Dessa forma, quando investe o seu dinheiro no Tesouro Direto,  você está comprando títulos públicos e vai receber o que pagou acrescido de juros na data de vencimento, que é definida no momento da compra. Em outras palavras, é como se você estivesse “emprestando” dinheiro para o governo, para depois receber de volta, com juros. Além de acessível e de apresentar muitas opções de investimento, o Tesouro Direto oferece boa rentabilidade e liquidez diária, ou seja, você pode resgatar o valor investido quando quiser. Tipos de títulos do Tesouro Direto. Existem três tipos básicos de título do Tesouro Direto: prefixados, atrelados à inflação (IPCA) e atrelados à Taxa Selic. 1. Prefixados Os títulos prefixados são aqueles que têm taxa de juros fixa, ou seja, você já conhece no momento do investimento. Vantagens: 2. Tesouro Selic Os títulos Tesouro Selic são títulos pós-fixados que possuem rentabilidade atrelada à Taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira. 3. Tesouro IPCA A rentabilidade desse título está atrelada à inflação, que é medida pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA. Dessa forma, esses títulos oferecem rendimento igual à variação da inflação mais uma taxa prefixada de juros. Como investir? A venda de títulos públicos federais para pessoas físicas é feita de forma 100% online. Assim, todas as aplicações, resgates e acompanhamento dos seus investimentos são feitos pela internet. Para investir, basta ter uma conta em alguma Instituição Financeira habilitada, seja um banco ou uma corretora.

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economizar 06 jan
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Aprenda a economizar água e energia elétrica

Economizar água e energia elétrica faz bem para o seu bolso, para o País e para o meio ambiente. A escassez de chuvas e consequente racionamento de água em várias regiões do Brasil já são por si só um bom motivo para economizar tanto água quanto energia. Até porque, as usinas hidrelétricas são responsáveis pela maior parte da energia produzida no país. Assim, com pouca chuva pode faltar água e também luz. Além disso, outro grande “incentivo” são os aumentos constantes nas contas de água e de energia elétrica.  A chamada “crise hídrica” já resultou em uma série de reajustes na tarifa. Dicas práticas que fazem a diferença. Economizar água e energia elétrica é mais fácil do que parece. Listamos algumas dicas simples que geram ótimos resultados para todos nós. 1. Uso consciente. Parece um argumento batido, mas o uso consciente dos recursos naturais é a melhor forma de combater o desperdício e economizar. Porém, esse conceito ainda não parece fazer parte do cotidiano do consumidor brasileiro. Apagar as luzes de cômodos vazios, reduzir o tempo do banho (10 minutos são suficientes), usar a máquina de lavar roupa com a capacidade máxima e prestar atenção nos equipamentos que consomem mais energia são atitudes simples que podem diminuir a conta e evitar uso desnecessário de recursos. 2. Atenção à escolha de equipamentos. Procure comprar aparelhos que gastem o mínimo de energia possível. O Selo Procel de Economia de Energia é uma medida criada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para etiquetar produtos que apresentam o melhor desempenho energético em sua categoria. Além disso, substitua as lâmpadas incandescentes por fluorescentes ou LED. 3. Troque o esguicho pelo balde.  Não dá mais para lavar a calçada com o esguicho. Assim, procure usar a vassoura e quando for realmente necessário jogar água, use um balde. Essa dica também vale na hora de lavar o carro. 4. Aparelhos em stand-by e carregadores Se for viajar, procure desligar os aparelhos que normalmente ficam em stand-by, pois a economia poderá ser muito boa dependendo dos dias que estiver fora. Além disso, tire os carregadores da tomada depois de carregar celulares e outros dispositivos.

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janeiro 29 dez
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Prepare-se para as despesas de janeiro

Ano novo, vida nova, contas novas. Janeiro é o mês das despesas. Os gastos do início do ano podem fazer estragos e comprometer as finanças por vários meses. Como se não bastassem as contas de todo mês, em janeiro surgem despesas extras como matrículas de escolas e faculdades, compra de material escolar, IPVA e IPTU. Além disso, temos a fatura do cartão de crédito que chega com as parcelas que foram feitas para bancar os presentes, festas e viagens de fim de ano. Quem seguiu nossas dicas para controlar os gastos do final de ano, provavelmente poderá contar com o décimo terceiro salário, ou pelo menos parte dele, para ajudar nas despesas. No entanto, a maioria dos brasileiros compromete o 13º antes mesmo do Natal. Se esse é o seu caso, confira algumas dicas simples que vão te ajudar a equilibrar as finanças pessoais neste momento. Parcele o IPVA. Se o orçamento está apertado, o IPVA é uma das contas que podem ser deixadas para pagar a prazo. Alguns especialistas, por sinal, acreditam que não vale a pena ficar com o bolso apertado para pagar o imposto de uma só vez se o desconto para o pagamento à vista não for maior que 8%.  E o IPTU? Como o valor do IPTU costuma ser baixo, vale a pena pagar à vista e aproveitar o desconto. Porém, se a situação se complicar, é possível parcelar em dez prestações. Matrícula e material escolar dos filhos. Geralmente não é possível parcelar a matrícula de escolas, então o jeito é tentar facilitar a compra do material escolar. Para gastar menos, geralmente o melhor é pesquisar os produtos e comprar em diferentes lojas. Porém, para conseguir melhores condições de pagamento, compre todos os materiais na mesma loja.  Uma renda extra pode ajudar.  Se apertar os cintos não for suficiente, o jeito é aumentar as receitas. Assim, você pode fazer algum “bico” aos finais de semana, trabalhar com a venda de algum tipo de produto ou até mesmo desapegar de coisas que você não usa por meio de sites de vendas na Internet. 

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gastos de dezembro 20 dez
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Como controlar os gastos de fim de ano

Controlar os gastos no fim do ano é uma tarefa difícil. Com muita oferta e apelo ao consumo, a época costuma ser propícia a gastos não planejados ou até exagerados. As compras de Natal, viagens e outras despesas podem causar prejuízos e fazer com que a gente já comece 2022 no vermelho. Por isso, para não comprometer as contas, vale a pena conferir e colocar em prática algumas dicas simples de educação financeira que podem ajudar a controlar os gastos no fim do ano. Evite usar todo o 13º salário nas compras de Natal. Antes de desembolsar o 13º em dezembro, lembre-se das contas de janeiro. Os pagamentos do início do ano são sempre mais pesados. Como se não bastasse a dupla IPTU e IPVA, ainda temos matrículas de escolas e cursos, anuidades de clubes e academias, material escolar e uniforme. Guardar o 13º para quitar essas contas, de preferência à vista, ajuda a aliviar o bolso no decorrer do ano e ainda garantir um desconto. Além disso, se sobrar um pouco, você ainda pode usar esse dinheiro para iniciar uma reserva de emergência ou uma poupança para uma compra importante no futuro. Evite viagens não programadas. Quem deixa para comprar pacotes de viagem na última hora acaba pagando mais caro. Se for viajar, faça um planejamento com antecedência para aproveitar descontos e tarifas mais baixas. Não compre por impulso. Pesquise antes de comprar os presentes de Natal (mesmo que seja um presentinho para você mesmo). Não se deixe levar pelas tentações das vitrines das lojas e pela empolgação dos vendedores. Antes de comprar, pesquise preços e reflita sobre o que realmente deseja comprar e quanto pode ou deve gastar. Cuidado do cartão de crédito e os parcelamentos. A soma de todos os parcelamentos pode causar surpresas desagradáveis na hora de pagar a fatura. Dê preferência às compras à vista. Essa modalidade facilita o controle, além disso você sempre pode pedir aquele descontinho.

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Selic 10 dez
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Copom eleva a taxa Selic de 7,75% para 9,25%

O Copom, Comitê de Política Monetária, elevou nesta quarta-feira (8) a taxa Selic de 7,75% para 9,25% ao ano. Esse é o valor mais alto dos últimos quatro anos. Essa é a sétima vez consecutiva que o Copom eleva a Selic, desde o corte da taxa básica à mínima histórica (2%) em meio à pandemia de covid-19. Naquele momento o objetivo era incentivar o consumo que teve queda significativa por conta das medidas restritivas de combate à disseminação do novo coronavírus. No cenário atual da economia brasileira, a preocupação do Copom é conter a alta da inflação, já que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumula alta de 9,26% em 2021. Os juros são usados como uma ferramenta para tentar controlar a inflação ou estimular a economia. De modo geral, quando a inflação está alta, o Copom sobe os juros para reduzir o consumo e forçar quedas de preços. Por outro lado, quando a inflação está baixa, os juros são reduzidos para estimular o consumo. Comunicado do Copom indica novas altas no futuro. Em comunicado, o comitê informou que deve elevar novamente os juros em 1,5% em sua próxima reunião, programada para o início de fevereiro. O aumento levaria a Selic a 10,75% ao ano. Evolução da Selic em 2021. O Copom se reúne a cada 45 dias para avaliar a evolução e perspectivas da economia brasileira e mundial, bem como o comportamento do mercado financeiro. Então, a partir dessas análises, é definida a nova taxa de juros. Para entender um pouco mais sobre a Selic e como ela interfere não só na economia mas também no seu bolso, clique e acesse o post sobre o tema no nosso blog.

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cofrinhos 06 dez
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Herança: como tratar desse assunto com os filhos?

Herança é sempre um assunto interessante e muito importante, mas também é um assunto delicado para tratar com os filhos. A maioria das pessoas conhece alguma história complicada envolvendo herança, normalmente relacionada com disputas entre os sucessores. Antes de ter dinheiro, a pessoa precisa aprender a lidar com ele. A falta deste conhecimento é um dos principais motivos que levam herdeiros a colocarem tudo a perder. Por isso, ensinar conceitos de educação financeira para os filhos é um passo importante para evitar problemas futuros. Assim, antes mesmo de falar sobre herança, é necessário aprender o básico: gastar menos do que ganha e investir o valor poupado. Mostrar aos filhos a importância de eles serem independentes e construir suas próprias riquezas também deve vir antes da conversa sobre herança. Afinal, ninguém deve passar a vida esperando por ela. Dessa maneira, quando chegar a hora de falar sobre o assunto com os filhos, a conversa pode ocorrer de forma mais madura, como uma troca de ideias produtivas sobre como aumentar ainda mais o patrimônio, utilizando-o como gerador de renda. Precisamos falar sobre imóveis. A maior parte das heranças no Brasil é formada por imóveis, por isso é importante que os herdeiros entendam as vantagens e desvantagens de ter um imóvel, bem como os custos envolvidos. Além disso, é preciso saber avaliar se o melhor é manter o imóvel e alugá-lo, vendê-lo para utilizar o dinheiro em outro tipo de investimento ou ainda utilizá-lo, seja para moradia ou até para abrir uma empresa, por exemplo. Como deixar uma herança material sem ter patrimônio. Mesmo sem ter imóveis ou outros bens materiais é possível deixar uma herança por meio de seguros. Nesses casos, é importante escolher as modalidades de seguro do tipo “vida inteira”, pois alguns cessam quando o segurado atinge certa idade. Se você optar por um seguro, o melhor é contratá-lo o quanto antes, pois na medida que sua idade avança, eles ficam mais caros também.

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pix 01 dez
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Pix Saque e Pix Troco: saiba como funcionam

Pix Saque e Pix Troco são as duas novas modalidades do Pix que passaram a valer a partir desta segunda-feira, dia 29. Um ano depois de seu lançamento, o Pix já é o segundo meio de pagamento mais usado pelo brasileiro (atrás apenas de pagamentos em dinheiro). Com essas novas funções, sua popularidade deve aumentar ainda mais, já que o Pix Saque e o Pix Troco podem ser usados em estabelecimentos como padarias e supermercados, por exemplo. Até agora, o Pix permitia apenas pagamentos e transferências instantâneas entre pessoas físicas e jurídicas, 24 horas por dia, sete dias da semana. Pix Saque Com o Pix Saque, os clientes de qualquer instituição participante do sistema podem realizar saques nos estabelecimentos comerciais e redes de caixas eletrônicos compartilhados participantes do Pix. Funciona assim: para ter acesso ao dinheiro em espécie, o cliente fará um Pix para o agente de saque, de forma semelhante à de um Pix normal, a partir da leitura de um QR Code ou do aplicativo do prestador do serviço. Pix Troco O Pix Troco funciona de modo semelhante, a diferença é que o saque pode ser feito durante o pagamento de uma compra. Dessa forma, o Pix é feito pelo valor total, ou seja, o valor da compra mais o troco. Por exemplo: ao fazer uma compra no valor de R$ 100, o consumidor faz um Pix de R$ 150 e recebe R$ 50 de troco. Limites Segundo o Banco Central, o limite do Pix Saque e Pix Troco será de R$ 500,00 durante o dia, e de R$ 100,00 no período noturno (das 20 horas às 6 horas). Opcional para os estabelecimentos e gratuito para os consumidores. A oferta dos novos produtos da ferramenta aos usuários é opcional. Assim, cabe aos estabelecimentos a decisão de oferecê-los ou não aos clientes. Vale lembrar ainda que o serviço é gratuito para o público final, até o limite de 8 transações por mês para pessoas físicas, incluindo os saques tradicionais.

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Dívidas na terceira idade 26 nov
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Como evitar dívidas na terceira idade

Administrar bem as finanças é importante para evitar dívidas em todas as fases da vida, inclusive na terceira idade. É um erro comum achar que idosos gastam menos. Na verdade, os gastos apenas mudam. Se não gastam mais com os filhos, gastam com os netos. Se as despesas com transporte são menores, com plano de saúde e remédios elas só aumentam. Além disso, depois da aposentadoria a renda mensal pode ser menor. Dessa forma, não é incomum que pessoas acima dos 60 anos tenham dificuldade para manter as contas em dia e acabam contratando empréstimos. O crédito consignado, por exemplo, é mais acessível aos aposentados. Muitos deles optam por essa modalidade e ficam em apuros para arcar com as parcelas. Outra armadilha para os idosos é emprestar o nome, cheque, cartão ou dinheiro para parentes ou amigos. Algumas dicas valiosas para evitar dívidas na terceira idade.  Faça um planejamento financeiro. Anote diariamente todas as receitas e despesas, fixas e variáveis, em um caderno ou em uma planilha no computador. Além disso, agrupe suas despesas em categorias de gastos como alimentação, remédios, lazer, etc. Assim, você acompanha seus gastos, avalia prioridades e o que pode ser cortado mês a mês. Evite compras por impulso. Antes de comprar, reflita se realmente precisa do item e pesquise o melhor preço. Cuidado com as tentações das vitrines. Considere a possibilidade de seguir trabalhando. Depender da previdência social nem sempre é possível. Por isso, continuar trabalhando é uma boa alternativa para fazer uma renda extra e até mesmo para se manter ativo. Resgate um sonho profissional que ficou para trás: inicie uma segunda carreira ou empreenda em alguma área que lhe dê prazer. Prepare-se para gastos extras. Manter uma reserva separada para eventualidades que não estejam previstas no orçamento mensal é importante. Pode ser uma viagem de última hora, um conserto do carro, a reforma da casa. Enfim, é bom estar preparado para tudo.

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compras parceladas 22 nov
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Cuidado com a armadilha das compras parceladas

Compras parceladas podem ser tentadoras mas são uma armadilha comum dos bancos e lojas para facilitar a compra de bens e produtos. A grande vantagem do parcelamento é poder fazer várias compras ao mesmo tempo, alongando o pagamento para os meses seguintes. Porém, isso é também o maior perigo dessa forma de fazer compras.  Quem parcela os pagamentos pode ter uma falsa sensação de maior poder de compra, afinal as parcelas “cabem no bolso”. Esse é um sentimento perigoso que dificulta o controle de gastos e, muitas vezes, leva a pessoa a comprometer boa parte da sua renda por vários meses.  O resultado disso são faturas de cartão de crédito cada vez mais caras, impossíveis de serem quitadas. A única saída passa a ser o uso do pagamento mínimo (com juros que chegam a 250% ao ano). Sem falar que muita gente tem mais de um cartão de crédito. Haja fatura para pagar.  Parcelar deixa a compra mais cara? Sim. Parcelar significa pagar mais caro. Mesmo que o preço na etiqueta seja o mesmo para compra a prazo ou à vista, a verdade é que em 10 ou 12 meses, nenhum produto custará o mesmo que hoje.  Na prática, não existe 12 vezes sem juros. Os juros estão ali, porque parcelamentos embutem taxas e cálculos complexos de gestão de risco. Por isso, faz sempre mais sentido o valor à vista de um produto ser mais baixo do que o total parcelado.  Compras parceladas deixam tudo mais acessível, ajudam a realizar sonhos de consumo mas também exigem cuidado e atenção para não causarem descontrole e prejuízos.  É claro que não é sempre que podemos comprar tudo o que precisamos à vista, principalmente para itens de maior valor. Mas para compras menores, do dia-a-dia, a melhor estratégia é tentar um bom desconto e pagar à vista e se não couber no orçamento é melhor deixar para o mês que vem.

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Black Friday 11 nov
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5 dicas para evitar golpes na Black Friday

A última sexta-feira de Novembro é dia de Black Friday. Essa data que é tão tradicional nos Estados Unidos, chegou ao Brasil há alguns anos e, apesar de oferecer boas oportunidades de compra, também ficou conhecida para alguns como “black fraude”, por conta dos descontos nem sempre tão significativos e, sobretudo, pelo alto número de denúncias. Listamos 5 dicas valiosas para você evitar golpes e aproveitar com segurança as melhores ofertas da Black Friday. 1. Faça uma pesquisa de preços antes da data. Algumas lojas aumentam os preços antes da Black Friday para oferecer um desconto maior e tornar a promoção irresistível no dia. Para evitar a chamada “metade do dobro”, pesquise nas semanas anteriores os preços dos produtos que pretende comprar. Uma boa forma de fazer isso é utilizar os chamados comparadores online, sites e apps que permitem que o usuário pesquise o histórico de preço dos itens nos últimos meses. 2. Desconfie de tudo antes de comprar. Gostou de uma promoção? Não confie logo de imediato, principalmente se ela parecer tentadora demais. Antes de fazer a compra, verifique se não há alguma “pegadinha” nas letras miúdas, quais os juros para pagamento parcelado, por exemplo. Faça também uma pesquisa completa sobre a loja na internet. Dessa forma, é possível saber há quanto tempo ela existe, se os clientes estão satisfeitos e se há reclamações. 3. Cuidado com sites falsos. Sites que imitam grandes lojas são outra forma comum de golpe. Eles parecem idênticos ao oficial, por isso fique atento ao endereço que aparece no navegador. Nesse período, você pode receber vários e-mails com ofertas enganosas e redirecionamento para sites falsos. 4. Verifique as avaliações Pesquisar avaliações da loja pode ajudar a evitar uma possível dor de cabeça para resolver problemas no atendimento, na forma de pagamento ou na entrega. Para isso, use sites como o Reclame Aqui. Já no caso do produto, as avaliações podem dar uma ideia da qualidade do item. Afinal, muitas vezes um produto está em promoção simplesmente por conta de sua baixa qualidade. 5. Utilize um cartão virtual Essa dica serve não só para a Black Friday mas para compras online em geral. Normalmente o número do cartão virtual fica disponível apenas por um determinado período de tempo. Por isso, é considerado mais seguro. Você pode ativá-lo no próprio aplicativo.

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