Informativo do Poupador 3 - Faltam 8 meses 18 out
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Acordo dos Planos Econômicos. Faltam menos de 8 meses para o fim do prazo de adesão

O prazo para aderir ao Acordo dos Planos Econômicos termina em 3 de junho de 2027. Faltam menos de oito meses e muita gente ainda pode aderir e encerrar processos que estão há décadas na Justiça. Mais de 255 mil pessoas ainda podem aderir ao Acordo, entre poupadores que entraram na Justiça e herdeiros de poupadores que faleceram antes da conclusão dos processos. O Acordo dos Planos Econômicos inclui ações relacionadas aos planos Bresser, Verão, Collor I e Collor II e permite encerrar processos que, em muitos casos, permanecem há anos aguardando uma solução. Cerca de 30% das pessoas que ainda podem aderir são herdeiros Quem teve pai, mãe, cônjuge ou outro familiar com processo relacionado aos planos econômicos pode verificar se é possível aderir ao Acordo. Você pode iniciar a adesão pelo site da Febrapo Na página inicial, está disponível o formulário “Comece a sua adesão”. Basta preencher as informações solicitadas para que a equipe da Febrapo analise o caso e oriente os próximos passos. Pagamento em até 15 dias úteis Vale lembrar que o Acordo é a forma mais ágil de finalmente encerrar o processo e receber os valores referentes às perdas dos planos econômicos. Depois da conclusão da adesão, o pagamento é feito em até 15 dias úteis, contados a partir do recebimento da minuta assinada pelo banco.

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Informativo do Poupador 3 - Aposentadoria 18 out
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A aposentadoria chegou. O planejamento financeiro não acabou

Durante anos, muita gente enxergou a aposentadoria como uma linha de chegada: trabalhar, contribuir e, finalmente, receber o benefício. Mas, do ponto de vista financeiro, essa nova fase também exige planejamento. A renda pode mudar, a rotina deixa de ser a mesma e os gastos também se transformam. Despesas com deslocamento e trabalho, por exemplo, podem diminuir, enquanto saúde, lazer, apoio à família ou manutenção da casa podem comprometer uma fatia maior do orçamento. Por isso, a forma de administrar o dinheiro também precisa acompanhar essa nova realidade. O primeiro passo é conhecer a nova realidade do orçamento É importante começar refazendo as contas a partir da renda que realmente entra todos os meses. Aposentadoria, pensão, rendimentos de investimentos, aluguel ou alguma atividade profissional eventual podem compor essa receita. Do outro lado estão as despesas fixas e variáveis da casa. O orçamento pessoal serve justamente para mostrar quanto entra, quanto sai e para onde o dinheiro está indo. É uma ferramenta simples, mas importante para tomar decisões antes que um desequilíbrio vire dívida. O dinheiro guardado também passa a ter outra função Quem chega à aposentadoria com alguma reserva precisa pensar em como usar esse dinheiro ao longo dos próximos anos, e não apenas em quanto ele rende. Também é importante evitar retiradas frequentes sem planejamento, porque isso pode fazer a reserva diminuir mais rápido do que o esperado. Ajudar a família também precisa caber no orçamento A aposentadoria muitas vezes participa do orçamento de mais pessoas da casa. Filhos, netos ou outros familiares podem precisar de ajuda em determinados momentos. Apoiar quem está próximo é uma decisão pessoal, mas é importante saber quanto pode ser destinado a isso sem comprometer as próprias despesas e a reserva para o futuro. Atenção aos empréstimos feitos para terceiros. Se o empréstimo estiver no nome do aposentado, a responsabilidade pelo pagamento continua sendo dele, mesmo que o dinheiro tenha sido usado por outra pessoa. Por fim, uma recomendação que vale para qualquer fase da vida: planejamento financeiro não é uma conta feita uma única vez. Ele precisa ser revisto periodicamente para acompanhar mudanças na renda, nos gastos e nas prioridades.

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Informativo do Poupador 3 - Empréstimo 18 out
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Empréstimo bancário: quem só olha o valor da parcela pode perder dinheiro

Na hora de contratar um empréstimo, é comum começar por uma pergunta: quanto vou pagar por mês? O valor da parcela é importante, claro, afinal precisa caber no orçamento. Mas olhar apenas para esse valor pode fazer um empréstimo parecer mais barato do que realmente é. Uma prestação menor, por exemplo, pode vir acompanhada de um prazo maior. E, no fim das contas, o empréstimo pode ficar mais caro por causa dos juros. Parcela menor não significa empréstimo mais barato Imagine duas propostas para pegar a mesma quantia emprestada. Uma tem parcelas maiores e termina mais rápido. A outra oferece parcelas menores, mas distribui o pagamento por muito mais meses. A segunda opção pode parecer mais confortável no começo, mas, com um prazo maior, o valor total pago pode acabar sendo bem mais alto. Por isso, além de perguntar “quanto cabe no meu bolso por mês?”, vale fazer outra pergunta: “quanto vou pagar no total até o fim do empréstimo?” Juros não são o único custo O empréstimo também pode envolver outros gastos além dos juros. É aí que entra o Custo Efetivo Total, o CET. Ele reúne os custos da operação, incluindo juros, tarifas, impostos, seguros e outras despesas vinculadas ao crédito. O banco deve informar o CET antes da contratação. Essa informação ajuda a comparar propostas, porque uma instituição pode anunciar juros menores e, mesmo assim, ter um custo total maior por causa de outras cobranças. Antes de contratar, compare a conta completa Ao analisar uma proposta de empréstimo, confira: Também vale verificar se existem seguros, tarifas ou outros serviços incluídos e entender como eles afetam o valor final. Comparar propostas de diferentes instituições pode fazer diferença. Antes de contratar um empréstimo, reserve alguns minutos para olhar a proposta completa.

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Informativo do Poupador 3 - Pix 18 out
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Golpe do Pix: conheça as novas regras para tentar recuperar o dinheiro

Percebeu que caiu em um golpe envolvendo Pix? Agir rápido pode fazer diferença. Em alguns casos, ainda é possível tentar recuperar o dinheiro. O Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado pelo Banco Central, ajuda na tentativa de recuperação de valores enviados em situações de fraude, golpe ou crime. O mecanismo passou por mudanças importantes e agora consegue acompanhar melhor o caminho feito pelo dinheiro depois da transferência. O que mudou? Antes, a tentativa de recuperação ficava mais concentrada na conta que recebeu o Pix. O problema é que, em muitos golpes, o dinheiro é rapidamente transferido para outras contas. Quando isso acontecia, ficava mais difícil localizar e bloquear os valores. Com as novas regras, o sistema pode identificar outras contas por onde o dinheiro passou e envolver também as instituições responsáveis por essas movimentações. Isso aumenta as chances de encontrar valores que ainda estejam disponíveis para bloqueio e possível devolução. Caiu em um golpe? Faça a contestação pelo aplicativo Se você perceber que foi vítima de fraude, procure no aplicativo do seu banco a área do Pix e a opção para contestar a transação. O pedido pode ser feito pelo próprio aplicativo, sem a necessidade de falar primeiro com um atendente. Mesmo existindo um prazo para registrar a contestação, o ideal é agir o quanto antes. Quanto mais rápido o pedido for feito, maiores podem ser as chances de encontrar dinheiro disponível para bloqueio. Também é importante guardar comprovantes, mensagens e outras informações relacionadas ao golpe. A devolução depende da análise do caso O MED não garante que o valor será devolvido automaticamente. Depois da contestação, as instituições envolvidas analisam o caso. A devolução depende da confirmação da fraude e da existência de dinheiro disponível nas contas identificadas. Vale lembrar que o mecanismo também não vale para qualquer problema com o Pix. Situações como pagamento enviado por engano, por exemplo, não devem ser resolvidas pelo MED.

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16 jul
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Faltam 10 meses para o encerramento do Acordo dos Planos Econômicos

O tempo está passando. Faltam apenas 10 meses para o encerramento do prazo de adesão ao Acordo dos Planos Econômicos, que termina em 3 de junho de 2027. Até lá, poupadores, herdeiros e inventariantes ainda podem aderir ao acordo coletivo e buscar uma solução para processos relacionados aos planos econômicos. O maior acordo já pago na história da Justiça brasileira O Acordo dos Planos Econômicos entrou para a história do Judiciário brasileiro como o maior acordo coletivo já pago. Até dezembro de 2025, mais de 352 mil acordos haviam sido concluídos, totalizando cerca de R$ 5,5 bilhões destinados a poupadores e herdeiros. Além desses resultados impressionantes, o Acordo ainda pode beneficiar muitos outros poupadores. Cerca de 200 mil processos envolvendo os planos Bresser, Verão, Collor I e Collor II ainda podem ser resolvidos por esse caminho. Por isso, a recomendação é não deixar para a última hora e iniciar a adesão o quanto antes. Dê o primeiro passo pelo site da Febrapo Quem ainda não aderiu ao Acordo pode preencher o formulário “Comece a sua adesão” aqui mesmo, na página principal, com os dados do poupador, do processo e do advogado. Vale lembrar que, o pagamento é realizado à vista, em até 15 dias úteis após o recebimento do termo de acordo assinado pelo banco.

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16 jul
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Tentativas de golpes financeiros contra o público 60+ aumentam

Quem tem mais de 60 anos precisa redobrar a atenção. Esse público está no alvo de criminosos que tentam aplicar golpes financeiros das mais variadas formas. Em 2024, as tentativas de fraude contra essa faixa etária cresceram 11,9%, o maior aumento registrado entre os grupos analisados pela Serasa Experian naquele ano. No total, o Brasil registrou 11.509.214 tentativas de fraude em 2024, ou seja, uma tentativa a cada 2,8 segundos. Mensagens sobre compras suspeitas, ligações de falsas centrais de atendimento e pedidos urgentes para confirmar dados bancários estão entre as estratégias utilizadas pelos golpistas para enganar suas vítimas. Como começa o golpe da falsa central Uma das abordagens mais comuns começa com uma mensagem de texto ou WhatsApp. O criminoso se passa por um banco e informa que uma compra de valor elevado foi realizada. Em seguida, apresenta um telefone, muitas vezes um número 0800, para que a vítima supostamente cancele a operação. Ao ligar, a pessoa é atendida por uma falsa central bancária. O golpista pode pedir senhas, códigos de segurança e dados da conta ou orientar a vítima a fazer uma transferência para cancelar a compra ou proteger o dinheiro. Neste momento é importante lembrar que os bancos podem entrar em contato para confirmar uma movimentação suspeita, mas não pedem senha, token, pix ou pagamentos para regularizar a conta. Na dúvida, pare e confira A pressa é uma das principais armas dos criminosos. Palavras como “urgente”, “bloqueio imediato” e “compra aprovada” são usadas para assustar a vítima e fazê-la agir sem tempo para pensar. Ao receber uma mensagem ou ligação suspeita: Abra o aplicativo bancário por conta própria, ligue para o número que aparece no verso do cartão ou entre em contato diretamente com o gerente. Não use o telefone enviado na mensagem suspeita.

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16 jul
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Como organizar as contas agora para evitar apertos no fim do ano

O fim do ano ainda parece longe, mas as despesas chegam mais rápido do que a gente imagina. Presentes, confraternizações, viagem de férias e logo depois, as contas do começo do ano. Por isso, é melhor começar a se organizar agora. Um pouco de planejamento por mês já pode evitar que tudo se acumule em dezembro. Organize os gastos fixos Comece anotando as contas que você paga todos os meses: água, luz, mercado, medicamentos, plano de saúde, prestações e cartão de crédito. Depois, confira se existem compras parceladas que ainda vão continuar nos próximos meses. Muitas vezes, uma parcela parece pequena, mas, quando se junta às outras, acaba pesando no orçamento. Pense nos gastos que vêm pela frente Faça uma lista simples do que você pretende gastar até o fim do ano. Pode incluir: Não precisa saber o valor exato. Uma estimativa já ajuda a entender quanto será necessário separar. Guarde um pouco por mês Depois de fazer essa conta, divida o valor pelos meses que faltam. Se perceber que o valor não cabe no orçamento, ainda dá tempo de diminuir alguns gastos, mudar os planos ou buscar opções mais econômicas. O importante é não deixar tudo para a última hora. Planejar não significa deixar de aproveitar Organizar as contas não quer dizer abrir mão das festas, dos presentes ou dos momentos com a família. A ideia é justamente aproveitar tudo isso com mais tranquilidade, sem começar o próximo ano preocupado com dívidas que poderiam ter sido evitadas. Quanto mais cedo o planejamento começar, menor será o peso no fim do ano.

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16 jul
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Vazamentos de dados: quatro casos ajudam a entender a dimensão do problema

Incidentes envolvendo vazamento de dados pessoais estão cada vez mais presentes no noticiário. Em alguns casos, milhares de pessoas são atingidas. Em outros, o número chega à casa dos milhões. Cemig, iFood e sistemas ligados ao INSS registraram recentemente episódios de exposição de dados. Mesmo sendo incidentes de grandes proporções, seus números ainda ficam muito abaixo do chamado Megavazamento, revelado em 2021. Cemig: aproximadamente 135 mil clientes Em maio de 2026, a Cemig informou que um incidente de segurança cibernética expôs dados de aproximadamente 135 mil clientes. Entre as informações expostas estão nome, filiação, CPF, endereço, e-mail, telefone e valor da fatura. Segundo a companhia, o acesso não autorizado foi bloqueado e os clientes identificados foram comunicados individualmente. Leia o comunicado oficial da Cemig. iFood: aproximadamente 1,5 milhão de titulares O iFood informou que, após investigar um incidente ocorrido em dezembro de 2025, encontrou evidências da exposição de dados de aproximadamente 1,5 milhão de titulares. A empresa publicou uma página específica com esclarecimentos sobre o episódio e orientações às pessoas envolvidas. Veja o comunicado oficial do iFood INSS: 2,8 milhões de CPFs Em abril de 2026, um incidente relacionado ao sistema do INSS permitiu acessos indevidos a CPFs e datas de nascimento. O governo informou que o episódio atingiu dados relacionados a 2,8 milhões de CPFs. A Dataprev informou que a falha foi corrigida e que não foram identificadas liberações indevidas de benefícios ou contratações de empréstimos consignados. Confira a informação publicada pela Câmara dos Deputados. Megavazamento Serasa Experian: mais de 200 milhões de pessoas O Megavazamento revelado em 2021 está em uma escala muito superior. Mais de 200 milhões de pessoas podem ter tido informações pessoais expostas. Quando esses dados circulam de forma indevida, podem ser usados em golpes, abertura fraudulenta de contas, contratação de serviços e tentativas de se passar pela vítima. Como muitas dessas informações continuam válidas por anos, os riscos não desaparecem com o fim das notícias sobre o caso. O episódio deu origem a uma ação coletiva na Justiça inglesa contra o grupo internacional Experian, do qual a Serasa faz parte. O processo busca indenização para os brasileiros atingidos.  Entenda o Caso do Megavazamento aqui.

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11 maio
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Contagem regressiva: prazo do Acordo dos Planos Econômicos entra na reta final

O prazo para adesão ao Acordo dos Planos Econômicos entrou na reta final. Após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em junho de 2025, os poupadores que ainda possuem ações relacionadas aos planos econômicos têm até 3 de junho de 2027 para aderir ao acordo coletivo. Dessa forma, os próximos meses marcam a fase final do maior acordo coletivo da história da Justiça brasileira. Até dezembro de 2025, mais de 352 mil poupadores já haviam recebido os valores dos seus acordos. Ao todo, mais de R$ 5,5 bilhões foram pagos a poupadores e herdeiros. Relembre a decisão do Supremo Em junho de 2025, o STF manteve a validade dos planos econômicos, reconheceu o direito dos poupadores à indenização e reforçou a importância do acordo coletivo como caminho para encerrar as disputas judiciais. Na mesma decisão, o Tribunal prorrogou por mais 24 meses o prazo para novas adesões. Com isso, a discussão sobre a constitucionalidade dos planos econômicos foi encerrada definitivamente e o prazo de junho de 2027 passou a representar a última oportunidade para aderir ao Acordo. Mais de 200 mil pessoas ainda podem aderir Muitos poupadores e herdeiros ainda têm direito à adesão. Mais de 200 mil pessoas continuam com processos em andamento e ainda não aderiram ao Acordo. Vale lembrar que o Acordo dos Planos Econômicos é a única forma garantida de receber a indenização. Após a aprovação da adesão, o pagamento é realizado à vista, em até 15 dias úteis. Quem tem direito ao Acordo? Podem aderir: O Acordo contempla os planos: Para iniciar a sua adesão, preencha o formulário na página inicial.

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11 maio
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Brasileiros já podem buscar indenização por megavazamento de dados

Cerca de 200 milhões de brasileiros podem ter tido informações pessoais expostas em um dos maiores vazamentos de dados já registrados no país. Dados como CPF, RG, telefone, endereço e renda estariam entre as informações acessadas de forma indevida. O caso envolve o grupo Serasa Experian e deu origem a uma ação coletiva movida nas cortes da Inglaterra em busca de reparação para os afetados no Brasil. A ação é conduzida no Reino Unido porque a empresa faz parte de um grupo internacional com sede no país. A iniciativa busca responsabilização pelos danos causados pela exposição indevida de dados pessoais e os brasileiros afetados já podem participar da ação de forma gratuita. Entenda o caso O vazamento ganhou repercussão nacional em 2021, quando informações de milhões de brasileiros começaram a circular na internet e em fóruns clandestinos.  Segundo especialistas em proteção de dados, esse tipo de exposição aumenta os riscos de fraudes, golpes financeiros, uso indevido de identidade e outros problemas relacionados à segurança digital. Como saber se os seus dados foram expostos Você pode verificar se tem direito a participar da ação coletiva internacional. A consulta pode ser feita diretamente pela plataforma da ação, disponível neste link.

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