Semana da Conciliação 03 nov
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Semana Nacional da Conciliação é oportunidade para aderir ao Acordo

De 8 a 12 de novembro, o Conselho Nacional de Justiça promove a edição de 2021 da Semana Nacional de Conciliação.  Durante a Semana, os tribunais selecionam os processos que tenham possibilidade de acordo e intimam as partes envolvidas no conflito. Essa é uma ótima oportunidade para que advogados e poupadores finalizem processos judiciais por meio da adesão ao Acordo Coletivo dos Planos Econômicos. Petição Única de Acordos auxilia os advogados na Semana da Conciliação. Em única audiência de conciliação, com a participação do Judiciário, da Febrapo, da Instituição Bancária e do Advogado, é possível homologar todos os processos do mesmo advogado numa Petição Única de Acordos. Essa solução é resultado de um esforço conjunto da Febrapo, dos bancos e do Judiciário para estabelecer medidas efetivas com o objetivo de realizar acordos em lote. Assim, é possível acelerar a resolução e o pagamento aos poupadores. A medida economiza tempo pois torna dispensável o agendamento de inúmeras audiências de conciliação, por isso tem sido adotada por diversos tribunais do País. Confira aqui alguns exemplos. Poupador que não tem advogado também pode ser beneficiado. Para a Semana Nacional da Conciliação, o Judiciário também colocou em pauta processos de poupadores que não têm advogado constituído. Assim, quem ingressou com ação referente aos Planos Econômicos e não tem informação sobre seu processo, pode contar com a Febrapo para a realização do Acordo.  Nossa esquipe está pronta para auxiliar os poupadores na adesão ao Acordo para acabar com a espera e finalmente receber seu dinheiro de volta.  Para saber mais sobre a Semana Nacional de Conciliação e o Acordo dos Planos Econômicos, entre em contato com a Febrapo.

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alugar 28 out
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Alugar ou comprar, o que é melhor?

Alugar ou comprar? Talvez essa seja a primeira pergunta que fazemos quando pensamos em ter a própria casa. Porém, encontrar a resposta certa não é tão simples, por isso vale a pena entender as vantagens e desvantagens de cada opção. Em alguns casos, a opção pelo aluguel é mais óbvia. Por exemplo: para quem tem planos de viver em outra cidade num futuro próximo, é muito mais fácil rescindir um contrato do que vender um imóvel rapidamente. Sem falar nos custos, como a comissão do corretor. Outra vantagem do aluguel é que, em caso de insatisfação com o imóvel ou com o bairro, a mudança para outro lugar é muito mais simples. Por outro lado, quem mora de aluguel tem algumas limitações. Personalizar a casa ou apartamento com o aspecto desejado, por exemplo, nem sempre é possível. Além disso, mesmo quando a personalização é permitida, pode não valer à pena, afinal o investimento é feito em um imóvel que não é seu. A relação com o dinheiro também conta. A decisão de alugar ou comprar também passa pela forma como lidamos com as finanças. Para quem consegue controlar bem as próprias contas e planejar o futuro, o aluguel pode ser uma opção para gastar menos, fazer uma poupança e decidir mais à frente se compra um imóvel (até mesmo à vista) ou faz outro tipo de investimento. Já para quem precisa de motivação para guardar dinheiro, financiar um imóvel pode ser uma boa opção.  Afinal, as prestações da compra são parte de um investimento. Mas o investimento vale a pena? Comprar imóveis pode ser um bom investimento para o longo prazo, inclusive sob o ponto de vista emocional, mas é preciso pensar muito antes de tomar a decisão. Imóveis na planta, se bem localizados, podem ter alto potencial de valorização, mas é preciso atenção às condições de pagamento e aos juros do financiamento. É preciso considerar gastos com aluguel enquanto a casa ou apartamento não fica pronto. Também devemos levar em consideração as variações do mercado imobiliário. Pesquisar valores de imóveis semelhantes, tanto para compra quanto para aluguel pode ser decisivo na hora de escolher.

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auxilio brasil 22 out
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Auxílio Brasil: conheça o programa que deve substituir o Bolsa Família

O Governo Federal enviou ao Congresso a medida provisória (MP) do Auxílio Brasil e aguarda aprovação para que o programa possa substituir o Bolsa Família. Apesar de ter nascido envolto em polêmicas sobre o teto de gastos e o cenário eleitoral para 2022, a MP do novo programa assistencial do governo federal deve ser votada em breve no Congresso e no Senado. Afinal, a medida precisa ser aprovada por deputados e senadores em até 120 dias para valer de forma definitiva. Enquanto isso, vale a pena conhecer o que já se sabe sobre o Auxílio Brasil. O programa terá nove modalidades: Qual será o valor do novo auxílio? Segundo o ministro da Cidadania, João Roma, o Auxílio Brasil trará um reajuste de 20% sobre os benefícios do Bolsa Família. Já as famílias em extrema pobreza terão garantidos R$ 400 como beneficio mínimo. Hoje, são consideradas famílias em situação de extrema pobreza aquelas com renda de até R$ 89 por pessoa. Porém, a MP do Auxílio Brasil informa que esse valor ainda será definido. O programa pretende ampliar o público atendido pelo Bolsa Família. O Bolsa Família atende hoje 14,7 milhões de famílias. A expectativa é que seus beneficiários recebam automaticamente o novo benefício. Além disso, o governo estima aumentar o alcance do programa por meio do acréscimo de outras 2,2 milhões de famílias, para chegar a um total de 16,9 milhões. O benefício começará a ser pago em novembro deste ano, após o término do auxílio emergencial, que acontece agora em outubro. Vale lembrar que são programas distintos, por isso, quem recebeu o auxílio emergencial não vai necessariamente receber o Auxílio Brasil. O novo programa usará os cadastros do Bolsa Família e do Cadastro Único.

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saúde mental 20 out
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Finanças pessoais e saúde mental: entenda essa relação

Talvez o dinheiro realmente não traga felicidade, mas a verdade é que existe uma relação direta entre saúde mental e finanças pessoais. É claro que problemas financeiros afetam a nossa saúde mental. Afinal, não é difícil ficar deprimido ou ansioso quando as contas não estão em dia, não é mesmo? Por outro lado, quando a saúde mental não vai bem os reflexos podem ser sentidos na nossa vida profissional, social, afetiva e até financeira.  Ou seja, as finanças pessoais influenciam a saúde mental e vice-versa. Com o bem-estar psicológico debilitado, fica mais difícil controlar os gastos. Estresse, depressão e ansiedade impactam de forma negativa a capacidade que uma pessoa tem de tomar decisões financeiras de forma racional e resultam em um comportamento impulsivo em relação às compras.  Um perigoso ciclo vicioso. Quem nunca comprou um item que não precisa ou nunca usou, apenas pela empolgação do momento? Isso acontece porque, de modo geral, temos prazer em adquirir algo novo. Não apenas pelo produto mas pelo simples ato de poder adquirir alguma coisa de que gosta. Comprar ativa o sistema de recompensas do nosso cérebro e quando as nossas emoções não vão bem, o prazer da compra fica ainda mais relevante. Dessa forma, os riscos de “estourar” o limite do cartão de crédito e entrar no cheque especial aumentam cada vez mais. O pior é que as finanças comprometidas geram uma série de emoções negativas e comprometem ainda mais a saúde mental.  A dica é: cuide das contas e das emoções. Para manter as contas em dia, faça um bom planejamento financeiro. Já falamos um pouco aqui sobre educação financeira. Vale a pena conferir.  Esqueça a “shopping terapia” e evite compras por impulso. A gratificação gerada pelas compras passa rápido mas as contas ficam. Por isso é tão importante buscar o equilíbrio emocional, que faz bem até para o bolso.

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Auxílio emergencial 15 out
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Auxílio emergencial: 7ª parcela começa a ser paga na segunda-feira

O pagamento da sétima parcela do Auxílio Emergencial 2021 será feito a partir do dia 18 de outubro para os beneficiários do Bolsa Família. Já para o público geral, que recebe por meio da conta poupança digital, os depósitos devem começar na quarta-feira, dia 20. Assim como nas outras parcelas, quando o depósito for feito, os valores poderão ser usados para pagamentos de contas por meio do aplicativo Caixa Tem. Já os saques e o direito de transferir o saldo do aplicativo para qualquer conta bancária ocorrem de duas a três semanas após o depósito na conta poupança social digital. Quem pode receber o auxílio emergencial? De acordo com a Medida Provisória 1.039/2021, tem direito a receber o auxílio emergencial as famílias com renda mensal de até três salários mínimos (R$ 3.300), desde que a renda por cada membro seja inferior a um salário mínimo (R$ 1100). O beneficiários foram considerados elegíveis até o mês de dezembro de 2020. O valor médio do benefício é de R$ 250 e varia entre R$ 150 e R$ 375, de acordo com o perfil da pessoa e composição da família. Como sacar o auxílio emergencial. Quem optar por fazer o saque em dinheiro, precisa fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o usuário deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular. O código, que tem validade de uma hora, deve ser utilizado para saque em dinheiro nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui. Auxílio emergencial em 2022? O ministro da economia, Paulo Guedes, afirmou que está avaliando como serão os reajustes fiscais para garantir a prorrogação do auxílio em 2022. Assim, a intenção é garantir o pagamento de mais 6 parcelas.

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investidor 14 out
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Os 4 erros mais comuns dos investidores iniciantes

Em qualquer atividade, iniciantes tendem a cometer muitos erros, mas quando falamos em investidores,  muitos erros podem, literalmente, custar caro. Por isso, separamos 4 dos erros mais comuns dos investidores iniciantes. Fique atento e procure fugir deles. 1. Otimismo em excesso. Superestimar a probabilidade de eventos positivos é sempre perigoso. As promessas de investir pouco e ganhar muito em pouco tempo podem causar angústia, ansiedade e grandes decepções. Além disso, investidores iniciantes são mais suscetíveis a golpes como as pirâmides financeiras. Como evitar: conheça muito bem o investimento que pretende fazer, suas características, riscos e histórico, assim você evita surpresas desagradáveis. 2. Confundir noção básica com conhecimento. Ouvir alguém falar bem sobre uma determinada aplicação não é suficiente para apostar todas as suas fichas nela, mesmo que seja a dica de um especialista. O investimento que é bom para uma pessoa nem sempre é o ideal para outra. É preciso levar em consideração seu perfil de investidor, objetivos e prazos. Como evitar: vá além do básico e procure se aprofundar nas alternativas de investimento que parecem mais apropriadas para seu perfil. 3. Achar que todo o sucesso é resultado da sua sabedoria e não do mercado em alta. Por exemplo: ganhar com a alta das ações da bolsa de valores é ótimo, mas é importante ter os “pés no chão” e entender que é possível que seus ganhos sejam resultado da alta do mercado e que, portanto, essa tendência pode mudar. Do contrário, você pode achar que sempre vai ganhar e quando a “onda” passar, pode perder tudo o que lucrou e até mais. Como evitar: tenha um plano B. Testar e aprender estratégias para investir quando o mercado está em baixa, seja na bolsa de valores ou fora dela. 4. Planejar para o longo prazo e reagir no curto. Muitas vezes investidores iniciam na bolsa de valores pensando em ter retorno em 4 ou 5 anos, porém, na primeira queda já vendem as ações acabam com prejuízo. Outro erro comum é fazer aplicações pré-fixadas de longo prazo e acabar precisando sacar o dinheiro antes da hora e, assim, perdem a rentabilidade. Como evitar: Entenda sua tolerância ao risco e escolha investimentos adequados a ela. Tenha um fundo de emergência. Os 4 erros comuns dos investidores iniciantes que listamos aqui não são os únicos mas fugir deles já é um bom início para evitar prejuízos desnecessários. Por isso, estude, planeje e teste suas estratégias.

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Selic 08 out
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O que a taxa Selic tem a ver com o seu bolso?

Você já deve ter ouvido falar sobre a taxa Selic mas talvez ainda não saiba exatamente o que ela tem a ver com o seu bolso. O que é a taxa Selic? A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira, ou seja, é um índice econômico que influencia todas as taxas de juros do País. Desde os juros de empréstimos e financiamentos até os das aplicações financeiras. O termo Selic é uma abreviação para Sistema Especial de Liquidação e Custódia. O próprio Banco Central a define como a taxa média ajustada dos financiamentos diários apurados no sistema para títulos federais. Em outras palavras, o valor da Selic indica quanto o governo paga de juros para as instituições financeiras que compram títulos públicos do Tesouro Nacional. E o meu bolso com isso? A Taxa Selic tem relação direta com o seu dia a dia. Se a taxa Selic sobe, a rentabilidade das aplicações que você tem no banco aumenta. Por outro lado, os juros do seu cartão de crédito, do cheque especial, dos empréstimos e financiamentos também sobem. Por isso, a taxa Selic é considerada o principal instrumento de política monetária utilizado pelo Banco Central (BC) para controlar a inflação. Quando está baixa, fica mais fácil pagar empréstimos e financiamentos porque os juros ficam baixos, o que incentiva o consumo. Com isso, a inflação também sobe. Entretanto, quando a Selic sobe, o crédito fica mais caro, ou seja, as taxas de financiamento e empréstimos são maiores. Isso desestimula o consumo e ajuda a reduzir a inflação. Quem define? Ela é definida pelo Copom, Comitê de Política Monetária do Banco Central. A cada ano são realizadas 8 reuniões do comitê para definição da taxa. Então, a cada 45 dias os responsáveis avaliam se mantém a mesma, aumentam ou a reduzem. Atualmente, a Selic está em 6,25%, definida em 22/09/2021.

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ato normativo 01 out
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Ato Normativo facilita a conversão de acordos dos planos econômicos.

A partir da união entre TRF4, Febrapo, CEF e Febraban, foi validado um Ato Normativo que dispõe de fluxos e procedimentos do Judiciário para facilitar a conversão de acordos dos planos econômicos. Na prática, essa medida acelera a finalização dos processos e assim, vai beneficiar poupadores dos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.  O Ato Normativo foi publicado no dia 18/08/2021, por isso já está afetando de forma positiva milhares de poupadores. TRF4, Febrapo e CEF viabilizam pagamentos de mais 21 milhões. Recentemente, em um esforço conjunto entre o TRF4, Febrapo e CEF, foi realizada uma grande negociação que englobou 6.135 casos. Todo esse trabalho resultou em pagamentos que totalizaram R$ 21.138.752,13 a poupadores que aderiram ao acordo. O projeto foi liderado pela Juíza Federal, Dra. Ingrid Schroder Slwika, que se empenhou em dar andamento no acervo da poupança desde a homologação do acordo coletivo dos planos econômicos pelo STF, em 2018. Ainda é possível aderir ao Acordo. Os poupadores que ainda não aderiram ao acordo podem procurar a Febrapo para obter todas as informações de forma rápida e clara. A Febrapo realiza a intermediação dos acordos com os bancos e dá todo o suporte necessário aos poupadores e seus advogados. 

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pirâmides financeiras 29 set
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Pirâmides Financeiras: o que são e como fugir delas?

Pirâmides financeiras não são novidade, mas muitas pessoas ainda caem no conto da falsa promessa de altos ganhos em pouco tempo. De acordo com a pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do Serviço de Proteção ao Crédito, 11% dos internautas brasileiros já teriam perdido dinheiro em pirâmides financeiras. Vale lembrar que, além de perigosa, a prática de pirâmide financeira é proibida no Brasil e configura crime contra a economia popular (Lei 1.521/51). O que são pirâmides financeiras? As pirâmides financeiras receberam esse nome por conta da semelhança com as pirâmides físicas em termos de estrutura. No topo ficam os primeiros integrantes, que lucram cada vez que novos vendedores são iniciados no esquema abaixo dele. Por isso, uma característica comum das pirâmides financeiras é a necessidade de agregar novas pessoas à essa estrutura. Quanto mais próximo da base, menor é a chance de ter rendimentos. Assim, quando o esquema fica inchado e quebra, muitos “investidores” não conseguem sequer recuperar o dinheiro investido e saem no prejuízo. Como identificar uma pirâmide? Não é tão difícil identificar o esquema. De modo geral, as promessas são bem parecidas. Confira algumas características comuns e fique atento a elas: A promessa de ganho máximo e esforço mínimo seduz muita gente. É impossível garantir o retorno de qualquer negócio. Além disso, toda aplicação que renda mais de 2% ao mês tem riscos. Regra básica das pirâmides: além de entrar com um valor inicial, você deve procurar mais pessoas para fazer o mesmo. A falta de informações básicas sobre a empresa responsável por administrar o dinheiro e seus donos também é outro sinal de que se trata de uma pirâmide. Seja por desespero ou ganância, muitos se deixam levar pelas promessas desse tipo de esquema. Por isso, todo cuidado é pouco. Se oferecerem uma “oportunidade” com uma ou mais das características que listamos aqui, fuja.

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open banking 24 set
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O que é Open Banking?

Você já deve ter ouvido falar disso na TV, na internet ou mesmo no app do seu banco, mas afinal de contas, o que é Open Banking? O Open Banking, ou sistema financeiro aberto, é um sistema de compartilhamento de dados financeiros que padroniza os dados dos clientes e os disponibiliza em uma única plataforma integrada e segura (API). As diferentes instituições financeiras têm acesso a essa plataforma. Porém, para acessar os dados é preciso uma autorização expressa dos clientes. Assim, é o cliente que decide quais dados serão compartilhados, com quem e por quanto tempo. Além disso, a permissão poderá ser cancelada pela pessoa sempre que ela quiser. Quais os benefícios do Open Banking? Segundo o Banco Central, a integração pode melhorar a avaliação de crédito e estimular a competição no sistema financeiro, com produtos mais adequados e baratos para os clientes. Com os dados em mãos, uma instituição financeira pode oferecer taxas mais adequadas ao perfil de risco de um tomador de empréstimo, por exemplo. Além disso, o sistema vai facilitar a comparação de serviços entre as financeiras, custo de seguros, rentabilidade de investimentos e dos demais produtos bancários. Ou seja, cada instituição poderá criar produtos e serviços sob medida e com preços mais atrativos para a necessidade de cada cliente, com base nos dados de consumo, renda e transações financeiras. As instituições têm acesso aos dados antigos ou apenas aos gerados depois do consentimento? É possível compartilhar o histórico financeiro de até um ano. No entanto, vale lembrar que é o cliente quem decide por quanto tempo os dados serão compartilhados. Meus dados estarão seguros? Segundo o Banco Central, a segurança é de responsabilidade das instituições financeiras. “É das instituições participantes a responsabilidade pela confiabilidade, integridade, disponibilidade, segurança e sigilo dos dados e serviços dos clientes no processo de compartilhamento. Cabe a elas, também, cumprir as disposições da legislação e da regulamentação em vigor”, diz o BC.

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