Metas financeiras 30 ago
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Definir metas ajuda a guardar dinheiro

Economizar nem sempre é fácil, principalmente a longo prazo. Porém, definir metas ajuda a manter a motivação e a disciplina para guardar dinheiro de um modo planejado e realista. Definindo objetivos e metas. O primeiro passo para conseguir economizar é saber o que pretende fazer com o dinheiro guardado. Pode ser uma viagem, a compra do carro novo, a reforma do apartamento, uma reserva de emergência ou até mesmo a abertura do próprio negócio. Com esse objetivo em mente, é hora de definir as metas, ou seja, de quanto você precisa para alcançar o seu objetivo. Assim, fica mais fácil criar um plano para chegar ao valor necessário. Além da meta final, é importante definir também metas intermediárias. Mensais, por exemplo. Nesse ponto, o desafio é o equilíbrio entre quanto é preciso e quanto é possível poupar. Afinal, uma meta que comprometa demais o orçamento dificilmente será cumprida. Controle do orçamento Quem quer economizar precisa controlar os gastos. Nessa etapa, você precisa identificar como gasta seu dinheiro, uma vez que a administração de suas receitas e despesas é essencial para que você consiga realizar seus sonhos. Faça uma lista de todas as despesas, anotando diariamente cada gasto com moradia, transporte, alimentação, educação, saúde, lazer, etc. Com a lista organizada, fica mais fácil identificar o que pode ser reduzido ou até mesmo cortado do orçamento. Por falar em reduzir despesas, vale a pena relembrar as dicas que enumeramos em uma postagem anterior. Confira aqui. Ajustando a rota. Definir metas ajuda a guardar dinheiro, mas isso não quer dizer que as metas não podem ser recalculadas. O caminho até o objetivo pode ser longo e algumas mudanças de cenário podem acontecer. Por isso, as metas devem ser revisadas com frequência. Um aumento de salário ou de despesas pode facilitar ou dificultar a capacidade de guardar dinheiro. Quando isso acontece, a dica redefinir a meta mensal e adaptá-la para a nova realidade.

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contas digitais 16 ago
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Saiba o que são as contas digitais

As contas digitais são contas bancárias, ou de outras instituições financeiras, que podem ser abertas, fechadas e movimentadas totalmente pela internet, por meio de sites ou aplicativos, sem a necessidade de ir à qualquer agência física. São mais simples e menos burocráticas do que as contas tradicionais e por isso estão conquistando cada vez mais adeptos, principalmente entre os jovens. Segundo pesquisa da Quanto, divulgada em maio deste ano, 70% dos entrevistados afirmaram ter ao menos uma conta digital. Além disso, entre aqueles que possuem tanto conta digital quanto tradicional, 62% preferem a primeira. O benefício da economia. Além da praticidade de realizar todas as movimentações pela internet, o sucesso das contas digitais também é explicado pela economia que proporciona, uma vez que seus custos e tarifas geralmente são mais baixos em relação às contas correntes tradicionais. Alguns bancos isentam totalmente as tarifas das contas digitais e disponibilizam serviços como saques e docs. de forma ilimitada. Mas e a segurança? Com o maior uso dos meios digitais é claro que aumentam também os riscos relacionados a essa tecnologia. Porém, vale lembrar que isso não se aplica apenas às contas digitais, mas também às ferramentas online dos próprios bancos tradicionais, por exemplo. Por isso, é importante tomar alguns cuidados:

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Reserva de emergência 06 ago
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Como fazer a sua reserva de emergência?

Fazer a reserva de emergência é muito importante para planejar as finanças pessoais. A pandemia da COVID-19 foi um grande exemplo de como é importante estar preparado para momentos de crise. Mas existem ainda muitas outras situações para as quais devemos estar preparados, como oscilações da economia e até mesmo mudanças na nossa vida trabalhista. Por isso, ter um resguardo para momentos complicados é essencial. O que é a reserva de emergência? A reserva (ou fundo) de emergência, como o próprio nome indica, é uma reserva financeira que tem a função de auxiliar na proteção contra possíveis imprevistos, tais como um problema médico, a quebra do carro, um reparo na casa ou até mesmo a perda do emprego. Quem deve ter? A resposta é simples. Todo mundo. Afinal, ninguém é capaz de prever o futuro e é preciso estar sempre preparado para um imprevisto. No entanto, ela é ainda mais importante para as pessoas que estão mais expostas a riscos, como trabalhadores autônomos ou que tenham parte da renda formada por comissões, por exemplo. Como fazer? O primeiro passo é identificar seu orçamento mensal para saber exatamente quanto gasta por mês. Para isso, é importante anotar diariamente cada gasto com moradia, transporte, alimentação, educação, saúde, lazer, etc. Com esse valor definido, a recomendação é criar uma reserva de emergência que seja capaz de cobrir entre 6 meses e um ano de despesas, a depender do nível de estabilidade da sua vida financeira. Onde guardar? Na hora de escolher o melhor investimento para manter sua reserva de emergência, é preciso considerar opções de baixo risco, mas também de alta liquidez, ou seja, um investimento seguro e que você pode sacar a qualquer momento. Muita gente ainda mantém sua reserva na poupança, mas existem opções mais rentáveis que devem ser consideradas, como o Tesouro Selic. Outras opções interessantes são as LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e as LCA (Letras de Crédito do Agronegócio), além do CDB, desde que tenham liquidez diária.

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pagamentos por whatsapp 29 jul
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Pagamentos pelo WhatsApp: 5 dicas de segurança para evitar golpes

Os pagamentos pelo WhatsApp são um recurso muito prático para os milhões de brasileiros que usam o aplicativo diariamente. Essa novidade, que foi lançada em maio, permite aos usuários enviar dinheiro com a mesma facilidade com que conversam com amigos, enviam fotos e compartilham arquivos. Embora o WhatsApp Pay tenha serviços de proteção como PIN, biometria e token de dados financeiros, especialistas de segurança cibernética alertam que ele pode ser alvo de fraudes. Por isso, fizemos uma lista de 5 dicas de segurança para evitar golpes no aplicativo. 1. Não repasse códigos recebidos por SMS. Clonar contas do Whatsapp é um golpe comum e bastante perigoso. Golpistas entram em contato fingindo ser empresas conhecidas para pedir que o usuário repasse um código enviado por SMS. Os dígitos, na realidade, liberam o acesso da sua conta do WhatsApp a terceiros. Assim, com o código de confirmação do mensageiro, cibercriminosos podem se passar por você e incentivar seus contatos a transferirem dinheiro com os pagamentos do WhatsApp. 2. Ative a autenticação em dois fatores. A autenticação em dois fatores é uma barreira a mais no caminho dos cibercriminosos. O recurso solicita um PIN definido pelo usuário quando ele faz login em um novo smartphone. Ou seja, ainda que o golpista tenha acesso ao código de autenticação para ativar a conta da vítima em outro dispositivo, o serviço exige a senha personalizada do usuário. 3. Evite fazer transações em redes públicas. Essa dica é importante não apenas para pagamentos pelo WhatsApp quanto para entrar em aplicativos de bancos e realizar transações financeiras. Uma rede sem segurança pode apresentar conexões com vírus e malwares que levam os usuários a páginas clonadas que podem ser usadas para roubar informações dos clientes. Dessa forma, é melhor deixar para fazer os pagamentos usando o Wi-fi da sua própria casa, por exemplo. 4. Cuidado com apps falsos. Aplicativos falsos com nomes semelhantes a serviços autênticos contém arquivos maliciosos (malware) que podem roubar informações do usuário. Para se proteger, é importante conferir o nome do fabricante e desconfiar de empresas desconhecidas. Recomenda-se também acessar o site da plataforma para verificar o nome do aplicativo oficial de determinado serviço. 5. Em caso de dúvidas, procure seu banco. Todos os dados para realizar as transações via WhatsApp precisam passar pelo sistema bancário, por isso entre em contato com seu banco quando tiver alguma dúvida.

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Acordo dos Planos Econômicos 16 jul
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Acordo dos Planos Econômicos é destaque na mídia

Neste sexta-feira, matérias no Extra, O Globo, IG e Pequenas Empresas & Grandes Negócios destacaram as vantagens do Acordo, que já beneficiou mais de 98 mil poupadores. Os textos lembram ainda que cerca de 300 mil poupadores ainda podem aderir, por fim a longos processos e finalmente recuperar o dinheiro perdido. Confira abaixo a íntegra da matéria do O Globo: Mais de 300 mil poupadores afetados por planos econômicos não fizeram acordo para indenização. Saiba como aderir. Até dezembro de 2022, podem receber titulares de poupanças ou herdeiros que entraram com ação até 20 anos após ações contra inflação nos anos 1980 e 1990 RIO – RIO – Cerca de 300 mil poupadores ainda não aderiram ao acordo coletivo homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2018 com os bancos, que garantiu compensação financeira pelas perdas com planos econômicos nos anos 1980 e 1990 para encerrar processos em curso. A estimativa é da Frente Brasileira Pelos Poupadores (Febrapo). O prazo vai até dezembro de 2022, e podem ser contemplados titulares de cadernetas de poupança na época, ou seus herdeiros, que ingressaram com ação judicial até 20 anos após a edição de cada plano econômico que tentou controlar a hiperinflação e acabou prejudicando o rendimento dos investimentos O acordo envolve as perdas na poupança com os planos Bresser (1987), Verão (1989), Collor 1 (1991) e Collor 2 (1991). As indenizações, segundo estabelecido no acordo mediado pelo STF, são calculadas de acordo com fatores de multiplicação sobre os saldos na época de cada um dos planos e na respectiva moeda vigente. O real foi criado em 1994. Acordo põe fim a longos processos. A adesão é voluntária e tem a vantagem de acabar com as incertezas dos processos judiciais que estão há décadas em curso, encerrando-os de forma ágil e efetiva. Segundo a diretora executivada Febrapo, Ana Carolina Seleme, o motivo de tanta gente não ter aderido se deve principalmente ao desconhecimento: — Já se passou muito tempo desde o início desses processos, os poupadores estão com a idade bastante avançada e com a saúde debilitada, ou até já morreram. Daí está a dificuldade de adesão ao acordo. Muitos têm direito de receber esse dinheiro e nem sabem. Segundo levantamento da Febrapo, mais de 98 mil processos já foram finalizados nos moldes do acordo, beneficiando mais de 118 mil poupadores com o pagamento total de cerca de R$ 1, 68 bilhão até agora. Para Ana Carolina, esse dinheiro dos processos de expurgos inflacionários da caderneta de poupança ajuda a movimentar a economia neste momento de crise provocada pela pandemia, além de ajudar muitas famílias que atravessam dificuldades financeiras: — Muitas famílias podem ser transformadas com esse dinheiro. Em alguns casos, o resgate pagou uma cirurgia, ou tirou a família do sufoco nesse complicado momento que atravessamos. Como aderir? Caso deseje encerrar o processo judicial e aderir ao acordo, o poupador ou o herdeiro pode entrar em contato com a Febrapo para dirimir qualquer dúvida. A organização informa que após o processo ser validado pelo banco pagador, o valor é depositado em até 15 dias úteis na conta do requerente ou do advogado que o represente. A instituição financeira é responsável pelos honorários do advogado da causa sem acarretar nenhum desconto no valor pago. Os poupadores ou seus herdeiros com direito à indenização e os interessados em avaliar as condições do acordo dos planos econômicos têm, também, a opção de fazer a adesão on-line. Outras informações para saber como participar do acordo podem ser obtidas em https://www.pagamentodapoupanca.com.br/. – Confira também as matérias sobre o Acordo no Extra e Pequenas Empresas & Grandes Negócios: Extra: Mais de 300 mil poupadores prejudicados por planos econômicos ainda não aderiram a acordo para indenização. Pequenas Empresas & Grandes Negócios: Mais de 300 mil poupadores afetados por planos econômicos não fizeram acordo para indenização. Saiba como aderir.

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investimento 08 jul
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Como escolher o investimento certo?

Escolher o investimento certo já não é tão fácil quanto há algumas décadas, quando bastava deixar o dinheiro no banco em qualquer aplicação de renda fixa para ter bons rendimentos sem nenhum risco. A transformação do cenário econômico exige um pouco mais de atenção para diversificar os investimentos na busca de maior rentabilidade. Assim, os primeiros passos são identificar seus objetivos pessoais e seu perfil de investidor. Definindo objetivos. O ideal é que antes de começar a investir o seu dinheiro, você tenha traçado quais são os seus objetivos. Ou seja, o que você quer alcançar a longo prazo ou a curto prazo? Alguns dos objetivos podem ser: Essa definição é um passo importante para a escolha do investimento. Por exemplo: se você tem um prazo para utilizar o dinheiro, pode programar uma aplicação com vencimento na data que você precisa. Por outro lado, um fundo de emergência deve estar disponível para saque a qualquer momento. Nesse caso, você deve escolher uma aplicação com liquidez diária. Identificando seu perfil de investidor. Outro fator a ser considerado na hora de escolher o investimento é o seu perfil de investidor. Os perfis costumam ser classificados em três tipos. Essa classificação considera a tolerância em relação aos riscos do investimento. São eles: Investidores com um perfil conservador são aqueles que preferem não ter risco de perdas em seus ativos. Já os moderados podem aceitar uma possibilidade de perda, caso isso possa aumentar o retorno financeiro. Enquanto que os arrojados valorizam a rentabilidade de suas aplicações e, por isso, aceitam riscos mais elevados. Diversificação A combinação de objetivo e perfil de investidor é de grande ajuda para escolher o investimento certo para você. Além disso, diversificar é fundamental. Ao dividir seu dinheiro em investimentos diferentes, você não ficará dependente de apenas um ativo ou de uma instituição financeira, por exemplo.

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day trade 02 jul
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É possível ganhar dinheiro com day trade?

O day trade virou um dos assuntos mais comentados no mercado de ações, conquistou adeptos mas também levantou muitas dúvidas. A principal delas: é possível ganhar dinheiro com day trade? O que é day trade. Day trade é uma expressão em inglês que significa, numa tradução livre para o português, “transação do dia”. No mercado financeiro, é o nome que se dá às operações de compra e venda feitas em um mesmo dia ou no mesmo pregão. Se você comprar ações de uma determinada empresa e vendê-las no mesmo dia, já está fazendo o chamado day trading.  O objetivo dessa modalidade de operação é ganhar com a oscilação do mercado, em vez de apostar nas perspectivas de valorização de uma determinada empresa ou moeda a médio ou longo prazo. Por isso, os investidores mais experientes que utilizam essa modalidade costumam fazer um grande número de operações por dia. Ganhar é mais difícil do que parece. Não são poucos os perfis nas redes sociais que defendem o day trade e vendem cursos sobre o tema com promessas do tipo: “Complemente sua renda com day trade” ou, “Largue o trabalho e viva de day trade“. No entanto, três estudos feitos por Fernando Chague e Bruno Giovannetti, da FGV, mostram um cenário bem diferente. No estudo mais recente, eles analisaram o número de pessoas que começaram a fazer day trade entre 2012 e 2017. Ao todo, 235 mil pessoas haviam feito ao menos um day trade ao longo do período pesquisado. Desses, 1.218 fizeram pelo menos um negócio por mês em 90% dos meses do levantamento, que são considerados day traders experientes.  Como os estudos anteriores foram criticados por terem desconsiderado que os day traders evoluem com a prática, a dupla analisou o desempenho dos experientes. Porém, o resultado mais uma vez foi desanimador. A pesquisa mostrou que mais da metade (54%) dos traders “experientes” perderam dinheiro e apenas 62 pessoas conseguiram uma renda mensal acima de R $10 mil. Além disso, a rentabilidade desse grupo gera desconfiança, porque eles fizeram, em média, cerca de 1,4 negociação por minuto. A suspeita dos pesquisadores é que sejam robôs programados para operar no sobe e desce do mercado, o que só deixa o cenário ainda mais desolador para os humanos que sonham em ganhar dinheiro com day trade.

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Plano Verão 25 jun
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O que foi o Plano Verão?

Lançado em janeiro de 1989, o Plano Verão foi o quarto plano econômico implantado durante o governo do José Sarney (1985-1990), com o objetivo de combater a inflação. Os três primeiros, os planos Cruzado 1 e Cruzado 2 (1986) e Plano Bresser (1987) já haviam fracassado e o Verão também não durou muito. Por conta do fracasso dos planos anteriores, o objetivo do Plano Verão já não era baixar a inflação, mas evitar que ela continuasse a subir, mantendo a um nível abaixo de 20% ao mês. Para isso, o então ministro da fazenda Maílson Ferreira da Nóbrega determinou uma série de medidas, tais como: Além dessas medidas, o Plano Verão tinha uma grande diferença em relação ao Plano Cruzado, pois determinou uma modificação do rendimento da caderneta de poupança. A correção da poupança, que era feita pelo IPC (Índice de Preço ao Consumidor) passou a ser calculada pelas LFTs (Letras Financeiras do Tesouro, atual Tesouro Selic). Essa mudança proporcionou enormes desajustes e prejuízos aos poupadores. Resultado do plano. Assim como seus antecessores, o Plano Verão fracassou. Em novembro de 1989, a inflação não apenas tinha atingido o patamar de 20%, como chegou a 45% ao mês. Além disso, a mudança da correção da poupança causou perdas de mais de 20% aos poupadores que tinham caderneta de poupança com aniversário entre 1 a 15 de Janeiro de 1989 e que mantiveram saldo na conta até a remuneração de Fevereiro. O Plano Verão no Acordo dos Planos Econômicos. O Plano Verão é um dos planos incluídos no Acordo dos Planos Econômicos, juntamente com os Planos Bresser, Collor 1 e Collor 2. Com o Acordo, os poupadores prejudicados podem reaver o dinheiro perdido de forma rápida e garantida, sem precisar esperar pelos longos prazos dos processos judiciais. Para saber tudo sobre o Acordo, entre em contato com a Febrapo.

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Mesada 17 jun
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A mesada e a educação financeira das crianças

A mesada, ou semanada, pode ser uma boa forma de introduzir a educação financeira na vida das crianças. Porém, é fundamental que os pagamentos sejam acompanhados por orientações e bons exemplos. Segundo especialistas, dar mesada é uma ótima oportunidade para falar sobre dinheiro com as crianças e desenvolver desde cedo a responsabilidade sobre as decisões financeiras, tanto as boas quanto as más. Quando os pequenos começam a administrar o próprio dinheiro, precisam aprender a fazer escolhas de como utilizá-lo. Ou seja, é uma espécie de ensaio para a vida adulta. Por exemplo: fazer um lanchinho todos os dias na cantina do colégio ou levar de casa um sanduíche, guardar o dinheiro e fazer uma poupança para comprar um celular? Saber lidar com pequenas decisões como essa ajuda a criança a desenvolver desde cedo uma relação saudável com o dinheiro. A partir de quantos anos? Essa é uma dúvida comum entre os pais. A idade mais indicada, geralmente, é em torno de 7 ou 8 anos. Nessa idade a criança começa a entender um pouco mais sobre como as coisas funcionam. Além disso, no início, optar por pagamentos semanais (semanada) pode ser uma opção mais interessante do que a mesada, já que nessa idade as crianças ainda têm dificuldade de lidar com a ideia de longo prazo e esperar um mês inteiro pode não fazer muito sentido para elas. Qual o valor ideal? Essa decisão depende, é claro, das condições financeiras da família, seus hábitos de consumo e estilo de vida. É preciso analisar os gastos da criança e a disponibilidade de recursos dos pais. O ideal é que o valor seja suficiente para os gastos, sem muita folga, pois isso vai estimular a disciplina e o controle com as despesas. O que não fazer? Mesada não é salário. Por isso, não faça a criança achar que ela só recebe se fizer suas obrigações, como fazer lição e arrumar o quarto. Nunca ofereça a mesada como troca de boas notas na escola, ou bom comportamento. A mesada deve ser respeitada e jamais virar uma moeda de troca entre pais e filhos. Outro erro comum é dar a mesada e simplesmente deixar a criança gastar sem orientação. É importante que os pais orientem e participem das decisões da criança, sobretudo no início, para que a mesada promova o aprendizado e se torne uma ferramenta de educação financeira.

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golpes financeiros 11 jun
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Como evitar os principais golpes financeiros do momento

Os golpes financeiros não são novidade, mas se multiplicaram durante a pandemia do novo Coronavírus. Com o crescimento das compras online, os criminosos aproveitaram a situação para atacar com novas táticas, principalmente pela internet e telefone. Como nem sempre é fácil identificar essas ameaças, o primeiro passo para se proteger é conhecer antecipadamente como funciona cada golpe. Clonagem do Whatsapp Uma das fraudes mais comuns e perigosas é a clonagem do app de troca de mensagens. Os criminosos utilizam várias estratégias para induzir o usuário a fornecer o código de verificação do aplicativo. Para isso vale tudo, até mesmo uma falsa pesquisa sobre a COVID-19, em nome do Ministério da Saúde. Ao final do questionário, o criminoso pede um suposto código de confirmação enviado por SMS. Esse código é, na verdade, a verificação do Whatsapp. Com ele, o meliante pode controlar o aplicativo da vítima e passa a extorquir seus contatos, além de aplicar outros golpes. Como evitar: nunca compartilhe o código de verificação do aplicativo. Golpe do cartão clonado Nessa modalidade, a vítima recebe uma ligação de uma pessoa que se passa por um funcionário de banco. O falso funcionário informa a vítima de que seu cartão foi clonado e que é necessário bloqueá-lo. O atendente, então, solicita dados da vítima, inclusive a senha, e recomenda que o cartão seja cortado ao meio, mas sem danificar o chip. Na sequência, é dito que um motoboy será enviado até o endereço para recolher o cartão e fazer outras análises para o cancelamento de compras irregulares. Então, com senha e o chip disponível, os golpistas conseguem fazer as compras que quiserem. Como evitar: caso receba uma chamada semelhante, nunca informe ou digite sua senha para o atendente. Além disso, os bancos não solicitam a devolução do cartão nem enviam funcionários até sua casa para recolher o cartão. Máquina de cartão com visor quebrado O golpista vai fazer entrega de delivery e informa ao cliente que, devido à crise do coronavírus, o aplicativo cobra uma taxa adicional de pouco mais de 1 Real e que deveria ser paga no cartão de débito. O entregador então digita um valor muito acima do informado em uma maquininha com o visor quebrado/embaçado. Sem saber o valor da transação, o cliente digita a senha e confirma o pagamento. Como evitar: na hora pagar confira o valor na tela da máquina do cartão. Se a tela não estiver visível, não faça nenhum pagamento. Golpe do Acordo dos Planos Econômicos Até mesmo os poupadores que ingressaram com ação judicial para recuperar os valores perdidos nos planos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2 precisam ficar atentos aos golpes financeiros.  Foram registrados casos de golpistas que ligam para solicitar valores referentes ao processo. Os criminosos alegam que a taxa é necessária para liberar o pagamento do Acordo. Como evitar: não faça nenhum pagamento, nem forneça seus dados pessoais. Entre em contato com seu advogado ou com a entidade que ingressou na ação. Além disso, conte sempre com a Febrapo para tirar qualquer dúvida referente ao Acordo.

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