dívidas 23 ago
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Endividamento: o caminho é negociar

O brasileiro nunca deveu tanto. A taxa média de endividamento das famílias, medida pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), é de 78,3% da população, segundo dados divulgados em maio deste ano pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Esse percentual é o maior desde que o levantamento começou a ser feito, em 2011. Vale lembrar que apesar de 8 em cada 10 famílias brasileiras terem alguma dívida, isso não quer dizer que todos estão inadimplentes. A maior parte das dívidas é de compras parceladas com cartão de crédito, que podem estar sendo pagas em dia. A inadimplência ocorre quando as dívidas estão em atraso. Porém, há uma outra má notícia: de acordo com a mesma pesquisa da CNC, em abril de 2023 quase um terço das famílias no Brasil estavam inadimplentes. Como lidar com tanta dívida? Além de fazer um bom planejamento financeiro, reduzir gastos é fundamental, inclusive para evitar novas dívidas. No entanto, para lidar com as dívidas que você já tem, a solução é negociar. Lembre-se de que o credor, incluindo os grandes bancos, também tem interesse no pagamento da dívida. Portanto, a negociação da dívida é uma oportunidade de diálogo Avalie as condições e tente buscar uma negociação justa e que você consiga pagar. No caso de empréstimos e financiamentos com parcelas em dia, sempre que possível, procure antecipar pagamentos e amortizar a dívida. Essa estratégia rende bons descontos das instituições financeiras. O Programa Desenrola Brasil visa reduzir o endividamento. O Desenrola Brasil é uma iniciativa do Governo Federal que visa renegociar dívidas e combater a inadimplência. Lançado em junho deste ano e dividido em três etapas, o programa beneficia cidadãos com CPF negativado, ou seja, que têm dívida inscrita nos cadastros dos birôs de crédito. A expectativa do Governo é beneficiar até 70 milhões de pessoas.

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17 ago
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As vantagens e desvantagens das contas digitais

As contas digitais têm revolucionado a forma como lidamos com as finanças. Nos últimos anos, a ascensão dos bancos digitais agitou o cenário financeiro tradicional de forma significativa. Essas instituições não apenas redefiniram a maneira como gerenciamos nosso dinheiro, mas também desencadearam uma competição acirrada com os bancos tradicionais. Os bancos digitais demonstraram uma grande capacidade de se conectar com o público jovem por meio de estratégias de marketing inovadoras e presença em plataformas digitais populares. No entanto, seria injusto atribuir seu sucesso apenas ao marketing ou ao apetite dos jovens por novidades. As contas digitais tem vantagens relevantes que podem mesmo conquistar muita gente, mas também existem desvantagens. Para entender se é o tipo de conta que faz sentido para você, conheça um pouco mais sobre ela. Vantagens das contas digitais: 1. Conveniência sem Fronteiras As contas digitais oferecem acesso às suas finanças 24 horas por dia, independentemente da localização. Você pode realizar transações, pagar contas e gerenciar seu dinheiro a qualquer hora e em qualquer lugar. 2. Baixas (ou nenhuma) Taxas Muitas contas digitais não cobram taxas de manutenção ou anuidade, o que as torna uma opção econômica para quem busca reduzir custos bancários. 3. Menos burocracia  Abrir e gerenciar uma conta digital é geralmente rápido e simples, com poucos requisitos burocráticos. Também existem desvantagens Antes de dar adeus à sua conta tradicional, é importante avaliar alguns pontos negativos das contas digitais. 1. Segurança Cibernética Embora as medidas de segurança estejam em constante evolução, existe o risco de violações de segurança cibernética e ataques de hackers. 2. Disponibilidade de saques Como não existem agências físicas, os saques são feitos apenas em caixas 24 horas, o que pode dificultar o acesso ao dinheiro físico em cidades ou regiões mais distantes. 3. Falta de Relacionamento Pessoal Ao contrário do que acontece nas instituições financeiras tradicionais, clientes de bancos  digitais podem sentir falta de um relacionamento pessoal com um gerente de conta. Além disso, todo o atendimento é online.

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05 ago
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A Reforma Tributária e seus impactos para o nosso bolso

A Proposta de Emenda Constitucional nº 45/2019, a nova PEC da Reforma Tributária, de autoria do deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP) e relatada pelo deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), busca simplificar o sistema de impostos do país, tornando-o mais eficiente e transparente. A proposta foi aprovada na Câmara e agora segue para o Senado. Por que a reforma é necessária? Nas últimas três décadas, foram feitas, sem sucesso, diversas propostas de reforma tributária para tentar simplificar um sistema tributário reconhecidamente complexo e burocrático. Por isso, ainda que exista um longo caminho a ser percorrido, a aprovação na Câmara dos Deputados já pode ser considerada uma grande vitória. Segundo estimativas do governo, a reforma tributária pode gerar um aumento de 12 a 20 pontos percentuais no Produto Interno Bruto (PIB) em um período de 10 a 15 anos. O que muda na prática? A base da PEC é a unificação de 5 tributos para a criação de um IVA (Imposto sobre Valor Agregado), em substituição ao PIS, Cofins e IPI (competência federal), ICMS (competência estadual) e ISS (competência municipal). O IVA é um tipo de tributo não-cumulativo, ou seja, a empresa recolhe apenas o imposto referente ao seu produto ou serviço. O tributo pago para adquirir insumos, equipamentos, assim como gastos com energia, telefonia e transporte viram créditos para o contribuinte. Impostos do tipo IVA são utilizados por mais de 170 países. No Brasil, será dividido em dois: IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)​​ de competência estadual e municipal e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) de competência federal. A transição seria iniciada em 2026, com previsão de migração completa em 2033. Além disso, a PEC propõe a criação de um Imposto Seletivo, apelidado de Imposto do Pecado, para sobretaxar produtos e serviços nocivos à saúde e ao meio ambiente, como cigarros e bebidas alcóolicas. Vamos pagar menos imposto? Essa é uma pergunta difícil de responder, já que ainda não há uma definição da alíquota tributária. Com base em exemplos internacionais, as alíquotas tributárias variam de 15% em países em desenvolvimento a 25% em nações mais desenvolvidas. Porém, as declarações do governo sugerem que a alíquota no Brasil seja próxima dos 25%. Além disso, um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) estima que a alíquota do imposto criado pela reforma tributária deve ficar acima dos 28%. Seria, portanto, o maior IVA do mundo. Acesse o texto completo. Serviços devem ficar mais caros Com a unificação de impostos, a expectativa é de um aumento na carga tributária média do setor de serviços. Setores como educação, turismo e principalmente de serviços online, como aplicativos de transporte, delivery e serviços de streaming devem ser os mais prejudicados. OAB defende regime específico para sociedades profissionais O Conselho Federal da OAB (CFOAB) enviou uma nota técnica à Câmara dos Deputados com duas sugestões de emendas à PEC 45/2019. A entidade propõe um tratamento diferenciado para sociedades de profissão regulamentada, com escalonamento de alíquotas conforme a essencialidade do serviço. Além disso, a OAB defende a previsão expressa do destaque e repasse compulsório do IBS para o contratante, permitindo que o ônus do imposto seja repassado ao consumidor final. Confira a íntegra da nota técnica.

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direito de imagem 02 ago
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Elis Regina, inteligência artificial, ética e direito de imagem.

O sucesso da campanha de 70 anos da Volkswagen vem levantando diversos debates acerca do uso de inteligência artificial. Lançado no início de julho, o filme publicitário criado pela agência AlmapBBDO fez uso da tecnologia para recriar Elis Regina, que faleceu em 1982. No comercial de dois minutos, Elis e sua filha Maria Rita cantam juntas o sucesso “Como Nossos Pais”. A recriação da cantora foi feita por meio da manipulação de elementos de diferentes imagens e vídeos para criar falsificações realistas, as chamadas deepfakes. A versão em IA do rosto de Elis foi sobreposta ao da atriz que a interpreta. No âmbito legal, o uso das deepfakes ou de inteligência artificial por si só não extrapola nenhuma lei. Em relação aos direitos autorais, também não há ilegalidade no ato de “ressuscitar” personalidades mortas desde que autorizado pela família e pelos detentores de seus eventuais direitos patrimoniais, como foi no caso da Elis Regina. As exceções são as pessoas que deixam um testamento com diretrizes sobre o uso de sua imagem, como o ator Robin Williams, que limitou seu uso por até 25 anos após sua morte. O documento traz uma descrição detalhada de como sua imagem pode ser usada em publicidade e filmes até 11 de agosto de 2039. Já sob o ponto de vista ético, o debate é mais complexo e divide opiniões. Conselho de Autorregulamentação Publicitária recebeu queixas de consumidores As mais de 33 milhões de visualizações apenas no canal oficial da montadora e em menos de duas semanas ajudam a dimensionar o alcance do comercial. No entanto, enquanto muita gente se emocionou com a homenagem, há quem não tenha achado de bom tom a reprodução da figura da cantora. As reclamações de consumidores chegaram ao CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), que abriu uma representação ética contra a campanha. Segundo o CONAR, as queixas dos consumidores estão relacionadas ao uso da ferramenta tecnológica e de inteligência artificial (IA) para trazer uma pessoa falecida de volta à vida, bem como a possibilidade de tal uso causar confusão entre ficção e realidade para alguns, principalmente crianças e adolescentes. A representação será julgada nas próximas semanas por uma das Câmaras do Conselho de Ética, que vai avaliar se o anunciante e a agência infringiram o Código Brasileiro de Autorregulamentação. Por enquanto, o filme pode continuar a ser veiculado em todas as mídias. Recriar personalidades falecidas não é novidade em comerciais Há décadas a propaganda utiliza montagens para “ressuscitar” ídolos mortos. No entanto, com o avanço da tecnologia, as recriações estão cada vez mais realistas. Em 2020, um comercial do FIAT Strada colocou ninguém menos do que Elvis Presley ao volante do carro. De forma muito semelhante à campanha da Volkswagen, o filme de dois minutos mostrava uma versão digital do Rei que foi sobreposta ao rosto do ator. Entretanto, em vez de inteligência artificial, foi usado um modelo em 3D. A campanha também teve boa repercussão à época, mas não levantou grandes questionamentos sobre o uso da imagem do cantor, morto em 1977. Talvez porque não tenha usado inteligência artificial ou talvez porque, na verdade, Elvis não morreu.

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Organização financeira para advogados 02 ago
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Organização financeira para advogados

A organização financeira é uma parte essencial do sucesso na nossa profissão. Lidar com assuntos administrativos e financeiros pode até complicar um pouco mais a rotina do advogado, mas ignorá-los pode causar prejuízos e problemas sérios no futuro. Neste artigo, separamos algumas dicas bem práticas para ajudar você a organizar as finanças pessoais e do escritório. 1. Faça um orçamento detalhado O primeiro passo é saber quanto você ganha e quanto gasta. Por isso, registre todas as fontes de receita, incluindo honorários advocatícios, remunerações fixas ou variáveis e outras fontes de renda. Em seguida, liste todas as despesas, desde custos operacionais do escritório até gastos pessoais. Dessa forma, você terá uma visão clara de suas finanças e poderá tomar decisões embasadas. Não se esqueça de separar as contas pessoais e profissionais. 2. Tenha uma reserva de emergência Crie uma reserva financeira para situações emergenciais, como períodos de baixa demanda ou imprevistos. Ter uma reserva proporciona tranquilidade e evita recorrer a empréstimos e pagar juros de forma desnecessária. 3. Pague as contas em dia Multas e juros representam despesas extras que podem prejudicar a saúde financeira, portanto, pagar as contas em dia é fundamental e isso vale tanto para as contas pessoais quanto as do escritório. 4. Negocie os honorários de forma estratégica Ao negociar os honorários advocatícios, leve em conta a complexidade do caso, o tempo necessário para a sua resolução e o valor proporcionado ao cliente. Honrar adequadamente o trabalho prestado é fundamental. 5. Faça um planejamento tributário Conheça as opções de planejamento tributário disponíveis para advogados e escolha a mais adequada para otimizar o pagamento de impostos dentro da legalidade. 6. Educação Financeira Contínua Mesmo com uma organização financeira sólida, é essencial compreender que o cenário econômico está em constante mudança, e, portanto, requer ajustes periódicos. Para garantir uma gestão financeira eficiente, procure sempre ler, pesquisar e fazer cursos que aprimorem seus conhecimentos e habilidades na gestão das suas finanças.

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30 jul
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A transformação digital na Advocacia

A transformação digital está revolucionando todas as profissões, inclusive a nossa. Essa mudança é um caminho sem volta, por isso a adaptação à nova realidade deve ser rápida para manter a competitividade no mercado. À medida que a tecnologia evolui, os escritórios de advocacia precisam adotar soluções digitais para otimizar suas operações e melhorar a prestação de serviços jurídicos aos clientes. Alguns benefícios da transformação digital: Por onde começar? Em um mercado tradicional como o do direito, a transformação digital pode parecer algo complexo e causar resistência, mas não é bem assim. Por isso separamos algumas dicas práticas para o dia-a-dia do escritório. 1. Faça reuniões por videoconferência Nem sempre é necessário estar frente a frente com o cliente para tratar de assuntos importantes. Muitas reuniões presenciais podem ser substituídas por encontros virtuais e gerar boa economia de tempo. Além disso, a adoção dessa mudança não requer grandes investimentos, uma vez que existem diversas ferramentas gratuitas de videochamadas. 2. Assine documentos de forma digital A assinatura digital de documentos proporciona uma forma segura e legalmente válida de autenticar contratos e acordos. Além de agilizar processos, ela reduz o uso de papel e contribui para a sustentabilidade. 3. Os clientes também podem enviar provas de forma digital Desde março de 2016, o “novo CPC” (Lei 13.105/15) regulamenta os documentos eletrônicos como meio de prova e tornando os processos mais ágeis e adaptados ao cenário virtual dos tribunais. De acordo com os artigos 439, 440 e 441 dessa lei, a admissão desses documentos é inquestionável, desde que sigam regras específicas. 4. Considere utilizar softwares jurídicos Outro ponto essencial para a transformação digital de escritórios de advocacia é o uso de softwares jurídicos. Os sistemas de gestão ajudam a otimizar o tempo, melhoram a tomada de decisão e mensuração de resultados. 5. Promova a cultura de inovação e tecnologia A transformação digital exige uma nova postura dos escritórios de advocacia. Por isso, incentive sua equipe a utilizar plataformas digitais e, dessa forma, otimizar a eficiência e alcance dos seus negócios. Além disso, dissemine essa cultura também entre os clientes. Dessa forma, além dos benefícios práticos, você ainda demonstra que o escritório está alinhado às tendências do mercado.

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Desenrola Brasil 30 jul
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Programa Desenrola Brasil visa reduzir o endividamento

Desenrola Brasil é uma iniciativa do Governo Federal que tem como objetivo viabilizar a renegociação de dívidas. Lançado oficialmente no dia 6 de junho e regulamentado via Portaria Normativa MF Nº 634/23 e Portaria Normativa MF Nº 733/23, o programa começou a operar no último dia 17.  O Desenrola Brasil é voltado às pessoas com CPF negativado, ou seja, que têm dívida inscrita nos cadastros dos birôs de crédito. A medida visa combater a inadimplência no país e ajudar as pessoas endividadas a pagarem suas dívidas. A expectativa do Governo é beneficiar até 70 milhões de pessoas. O programa terá 3 etapas, duas delas foram iniciadas já no dia 17 de julho. Já a terceira etapa deve começar em setembro.  Primeira etapa: Desnegativação de dívidas de pequeno valor Nessa fase, qualquer cidadão beneficiado pelo Desenrola Brasil que possua uma dívida com um dos bancos participantes, no valor total de até R$ 100,00, terá automaticamente a negativação suspensa ao aderir ao programa. Essa iniciativa é uma contribuição dos bancos envolvidos no projeto. Dessa forma, ao ter seu nome “limpo”, o cidadão terá a oportunidade de organizar suas finanças pessoais e renegociar a quitação dessa dívida específica com a instituição financeira. Segunda etapa: Renegociação de dívidas Essa etapa beneficia a população com renda entre R$ 2.640 e R$ 20 mil por mês. Os participantes poderão quitar suas dívidas, sem limite de valor, por meio dos canais designados pelas instituições financeiras. O parcelamento deverá ser feito em, ao menos, 12 prestações.   Terceira etapa: Renegociação de dívidas A partir de setembro, quem tem dívidas de até R$ 5 mil, renda mensal de até 2 salários-mínimos ou que esteja cadastrado no Cadastro Único do Governo Federal  poderá se inscrever no Programa. Para esse público, haverá a possibilidade de renegociar tanto as dívidas bancárias quanto as não bancárias. Para conferir os detalhes do programa, acesse a íntegra da MP nº 1.176, que institui o Desenrola Brasil.

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12 jul
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O uso do FGTS para compra de imóveis: regras e benefícios

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode ser um grande aliado para quem pretende realizar o sonho da casa própria. O FGTS na Moradia Própria é uma modalidade de saque que possibilita ao trabalhador acessar os fundos disponíveis em sua conta do FGTS para diversos fins relacionados à compra de imóveis. É possível sacar os valores para quitar totalmente, amortizar, liquidar ou fazer o pagamento de parcelas de financiamentos imobiliários. Com isso, é possível reduzir os juros e economizar na compra. Vale lembrar que o trabalhador pode usar o saque para adquirir imóveis novos, usados ou mesmo em construção, mas existem algumas regras para isso. Quem pode usar o FGTS na Moradia Própria? É importante destacar que nem todos os trabalhadores têm direito a sacar o Fundo de Garantia para a compra de imóveis. Existem algumas condições específicas que precisam ser atendidas. Por exemplo, é necessário ter pelo menos três anos de trabalho com carteira assinada, não ser proprietário de outro imóvel na mesma cidade e utilizar o imóvel como residência própria. Outro ponto de atenção é que o imóvel deve estar localizado na mesma cidade em que a pessoa trabalha e, é claro, deve estar regularizado nos órgãos competentes. Além disso, o valor da sua avaliação não pode ultrapassar R$1.500.000,00 para todos os estados brasileiros. Em quais situações você não pode usar o FGTS para comprar um imóvel? Para saber como fazer o pedido de saque do FGTS acesse o site da Caixa Econômica Federal ou clique aqui.

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04 jul
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Copom mantém a taxa Selic mas ata sugere tendência de queda

O Copom, Comitê de Política Monetária, manteve a taxa Selic, juros básicos da economia, em 13,75% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros, que já apostavam em uma possível redução somente a partir de agosto.  No comunicado, o comitê adotou um tom considerado cauteloso e indicou que ainda há riscos em relação à inflação, incluindo possíveis pressões globais sobre os preços e incertezas sobre a aprovação do arcabouço fiscal.  “O comitê avalia que a conjuntura demanda paciência e serenidade na condução da política monetária e relembra que os passos futuros da política monetária dependerão da evolução da dinâmica inflacionária, em especial dos componentes mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica, das expectativas de inflação, em particular as de maior prazo, de suas projeções de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”. No entanto, a ata da reunião confirma a expectativa de cortes de juros possíveis a partir do próximo encontro. O documento destaca que a maioria dos componentes do comitê considera que, caso a queda da inflação continue, um processo gradativo de redução das taxas de juros pode começar em agosto. “A avaliação predominante foi de que a continuação do processo desinflacionário em curso, com consequente impacto sobre as expectativas, pode permitir acumular a confiança necessária para iniciar um processo parcimonioso de inflexão na próxima reunião”. Vale lembrar que a taxa Selic está em 13,75% ao ano desde 1º de agosto de 2022 e a próxima reunião do Copom está marcada para os dias 1º e 2 de agosto de 2023.  A Selic e o seu bolso. A Taxa Selic tem uma conexão direta com o cotidiano das pessoas, afetando suas aplicações bancárias e o custo de crédito, como juros de cartão de crédito, cheque especial, empréstimos e financiamentos. Por essa razão, a taxa Selic é considerada o principal mecanismo de política monetária utilizado pelo Banco Central (BC) para controlar a inflação. Quando a taxa Selic está baixa, torna-se mais acessível pagar empréstimos e financiamentos, pois os juros são reduzidos, o que estimula o consumo. Consequentemente, a inflação também aumenta. No entanto, quando a Selic aumenta, o crédito se torna mais caro, ou seja, as taxas de financiamento e empréstimos são mais elevadas. Isso desencoraja o consumo e ajuda a combater a inflação.

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INSS 21 jun
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Antecipação do 13° do INSS: dicas para usar o dinheiro

Mais de 30 milhões de pessoas estão sendo beneficiadas com a antecipação do 13° do INSS. A medida foi adotada nos últimos três anos (2020, 2021 e 2022) para amenizar os impactos da pandemia e também para estimular a economia. Parece óbvio, mas não custa lembrar que a antecipação do 13° do INSS não deve ser vista como um dinheiro extra. Do contrário, as contas podem apertar no final do ano.  Por isso, separamos algumas dicas de como utilizar esse valor de forma consciente. Tem dívidas? É hora de quitar Quitar dívidas deve ser sempre uma prioridade para melhorar a saúde financeira e a antecipação do 13º do INSS pode ser uma excelente oportunidade para isso.Priorize as dívidas com juros mais altos, como cartão de crédito e cheque especial. Além disso, negocie descontos com os credores para amortizar empréstimos pessoais, financiamentos de veículos ou imóveis. Reserva de emergência Ter uma reserva para emergências é muito importante, por isso uma boa dica é usar parte do dinheiro para criar ou aumentar essa reserva. Dessa forma, você se prepara para lidar com despesas inesperadas e evitar problemas financeiros futuros. Viajar ou ir às compras Se você está com as contas em dia e tem uma reserva de emergência confortável, pode aproveitar esse dinheiro para ir às compras ou até mesmo fazer uma pequena viagem. Vale lembrar que nos meses de baixa temporada (fora das férias escolares ou feriados prolongados) agências, hotéis empresas aéreas oferecem preços mais baixos e tarifas promocionais. Assim, com um bom planejamento, é possível aproveitar um bom passeio. Nunca é tarde para aprender Que tal utilizar uma parte da antecipação do 13° (e também do seu tempo livre) para aprender uma nova atividade? Manter corpo e mente ativos é sempre um ótimo investimento. Considere a possibilidade de fazer cursos de idiomas, artes plásticas, dança ou outra atividade prazerosa que possa contribuir para manter a saúde física e mental.

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