direito dos aposentados 13 jun
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4 direitos dos aposentados que muita gente não conhece

Os aposentados têm direitos adicionais previstos pela legislação brasileira. Esses direitos podem desempenhar um papel fundamental na garantia de uma aposentadoria mais digna, mas muita gente nem sabe que eles existem. Listamos aqui 4 deles. 1. Saque do FGTS Um dos direitos dos aposentados é o saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Assim que se aposentam, os trabalhadores têm o direito de sacar integralmente o valor acumulado no FGTS ao longo de suas carreiras. Se o aposentado continuar trabalhando na mesma empresa após a aposentadoria, ele poderá realizar saques mensais dos novos depósitos feitos na conta do FGTS. No entanto, caso ocorra a mudança para outra empresa, as regras de saque voltam a seguir os padrões normais do FGTS, ou seja, será necessário aguardar situações específicas, como demissão sem justa causa, compra da casa própria ou doenças graves. 2.  Manutenção do plano de saúde Após a aposentadoria, os trabalhadores que contribuíam com parte do pagamento do plano de saúde fornecido pela empresa têm o direito de continuar usufruindo desse convênio, desde que assumam a responsabilidade pelo pagamento da parcela que antes era coberta pelo empregador. É importante ressaltar que essa opção deve ser feita no momento da rescisão do contrato de trabalho, pois, caso contrário, não será possível recontratar o plano. 3. Prioridade de restituição do imposto de renda Contribuintes com 60 anos ou mais têm o direito de receber a restituição antes dos demais. Mesmo que enfrentem problemas e caiam na “malha fina” da Receita Federal, essa prioridade é mantida, garantindo agilidade na correção de eventuais falhas na declaração. Caso ocorra a necessidade de retificar a declaração ou resolver pendências com a Receita Federal, os aposentados também têm prioridade no atendimento e na correção dessas questões. 4. Medicamentos gratuitos Os idosos têm o direito de acesso a medicamentos gratuitos em todo o território nacional, especialmente aqueles de uso contínuo que são essenciais para a manutenção da saúde e qualidade de vida. Um recurso valioso nesse sentido é o “Programa Farmácia Popular”, do Governo Federal, que está disponível em farmácias conveniadas em todo o país. Além disso, algumas prefeituras e governos estaduais também oferecem programas similares em parceria com as farmácias locais.

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03 jun
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140 mil herdeiros de poupadores não sabem que têm dinheiro a receber

Mais de 270 mil poupadores já foram beneficiados pelo Acordo Coletivo dos Planos Econômicos, porém ainda existem milhares de processos judiciais em andamento nos tribunais brasileiros, relacionados às perdas no rendimento da poupança causadas pelos planos econômicos Bresser, Verão, Collor I e Collor II.  Muitos desses casos estão pendentes há quase três décadas, e infelizmente, durante esse período, grande parte dos autores já faleceram. Nessas situações, os herdeiros e inventariantes têm o direito de receber os valores das ações. É o que aconteceu com cerca de 30% dos processos. Entretanto, a maioria dessas pessoas nem sabe que a ação existe. A Febrapo estima que esse número pode chegar a 140 mil pessoas.  Alerta da Febrapo sobre o tema repercute na mídia O assunto foi destaque em diversos veículos de alcance nacional, tais como Folha de São Paulo, Valor Econômico e Money Times. Além disso, publicações regionais também abordaram o tema. A Tribuna, do Espírito Santo, por exemplo, destacou que apenas naquele Estado, mais de 3 mil herdeiros ainda não sabem que podem ter dinheiro a receber referente aos Planos Econômicos. Como verificar se existe processo em andamento? Com o nome e CPF do autor do processo, é possível fazer uma busca pelo site do Tribunal de Justiça correspondente ao estado em questão. A consulta costuma ser simples e gratuita. Geralmente está na página dos sites como “consulta de processos”. Se não for possível obter informações por meio do site do Tribunal, é recomendado comparecer pessoalmente ao Fórum e buscar orientação no setor responsável pela distribuição e consulta de processos. Os funcionários do Fórum têm acesso a um sistema mais abrangente e efetivo para fornecer informações relevantes. Vale lembrar que as ações contra bancos privados e o Banco do Brasil são tratadas na Justiça Estadual, enquanto as ações contra a Caixa Econômica Federal são de competência da Justiça Federal. Portanto, é necessário realizar a consulta de acordo com a região correspondente ao domicílio do familiar falecido. Prorrogação do Acordo é oportunidade para os herdeiros e advogados No final do ano passado, o STF prorrogou o prazo do Acordo dos Planos Econômicos por mais 30 meses. Com isso, os poupadores e herdeiros tem uma nova oportunidade para concluir o processo de litígio e receber os valores definidos por meio de um acordo.

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FGTS 02 jun
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Revisão do FGTS: como está o julgamento no STF?

O julgamento da revisão do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) foi suspenso em abril deste ano e ainda não tem data para ser retomado. A ação, que tramita no Supremo Tribunal Federal, pode alterar a taxa de correção monetária do Fundo de Garantia. O motivo da suspensão foi o pedido de vista por parte do ministro Kassio Nunes Marques. Antes da interrupção, o ministro Luís Roberto Barroso, relator da ação, votou a favor da mudança de modelo de correção. Além dele, o ministro André Mendonça, o segundo a votar, disse que a “TR para fins de correção monetária é inconstitucional” e seguiu o entendimento de Barroso. Com isso, são 2 votos a 0 para aumentar o rendimento do fundo de garantia e equipará-lo ao da Poupança. Entenda o julgamento O objetivo da Revisão do FGTS é substituir a Taxa Referencial (TR) como índice utilizado para a correção monetária dos saldos nas contas dos trabalhadores. A TR foi criada na década de 1990 para ser uma taxa de juros de referência, semelhante ao que a taxa Selic faz hoje. No entanto, devido a alterações feitas na metodologia de seu cálculo, a partir de 1999 ela se tornou um índice de correção monetária que não é mais eficaz. Na prática, a TR costuma ficar abaixo da inflação, o que corrói o poder de compra do saldo do FGTS. Assim, a revisão busca estabelecer um índice mais eficaz e que reflita melhor a valorização dos recursos do FGTS ao longo do tempo. Quem pode ser beneficiado? Caso a decisão seja favorável aos trabalhadores, o Supremo terá que definir ainda se serão contemplados os trabalhadores com carteira assinada no período de 1999 a 2013, conforme mencionado na ação; a partir de 1999 em diante; ou se serão abrangidos apenas os depósitos feitos a partir da data da decisão do STF. A mudança para um novo índice de correção monetária poderia resultar em um impacto financeiro expressivo para a União, uma vez que os valores a serem corrigidos são bilionários. Nesse sentido, o mais provável é que o STF opte por limitar o alcance da decisão. O ministro Luís Roberto Barroso, por exemplo, votou para que a decisão não seja retroativa.

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Mulher Advogada 02 jun
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Cartilha de Prerrogativas da Mulher Advogada é atualizada

Para promover a proteção dos direitos das advogadas e valorizar sua atuação, a OAB Nacional lançou, em abril, a segunda edição da Cartilha de Prerrogativas da Mulher Advogada. Os organizadores da Cartilha foram o presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, a presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada (CNMA), Cristiane Damasceno, o presidente da Comissão Nacional de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia (CNDPVA), Ricardo Breier, a vice-presidente da CNDPVA, Cristina Lourenço, a vice-presidente da CNMA, Rejane Sanchez, e a secretária-adjunta da CNMA, Sinya Juarez.  A segunda edição foi atualizada com as alterações do Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) do ano passado.  A proposta da Cartilha é ser um guia prático para consultas relacionadas aos direitos da mulher advogada. Seu conteúdo pode orientar a resolução de conflitos, combater violações e enfrentar a desigualdade de gênero no exercício da profissão. A Cartilha de Prerrogativas da Mulher Advogada aborda temas como os direitos das advogadas gestantes, lactantes e no período pós-parto ou adoção. Além disso, assédio, discriminação, preconceito e violência de gênero e outros destaques tornam o material uma ferramenta fundamental para que as advogadas tenham sempre em mãos para conhecer e defender seus direitos. Embora tenham sido alcançados diversos avanços na garantia de direitos das mulheres na profissão, ainda existem desafios significativos que precisam ser enfrentados. Por isso, é importante que o conteúdo da Cartilha seja disseminado, também, para o público geral, a fim de conscientizar a sociedade sobre a necessidade de atenção e respeito à mulher advogada.  A OAB disponibiliza o arquivo em pdf para download aqui. Canal Prerrogativas O CANAL PRERROGATIVAS é mais um mecanismo de defesa dos direitos e garantias dos advogados no exercício de suas atividades. A seção DEFENDA-SE do site oferece suporte e assistência aos advogados, fornecendo orientações, modelos de petições, estudos e decisões judiciais para auxiliá-los na defesa de suas prerrogativas profissionais.

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Fake News 02 jun
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As implicações e polêmicas do PL das Fake News

O Projeto de Lei 2.630/2020, Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, mais conhecida como “PL das Fake News”, tem sido motivo de debates acalorados. A proposta sugere mudanças profundas na legislação brasileira e tem gerado ampla repercussão em todo o país. Novo escopo O PL das Fake News surgiu em resposta às crescentes preocupações sobre a propagação de notícias falsas em redes sociais e aplicativos de mensagens. Inicialmente, seu objetivo era criminalizar a desinformação. No entanto, após passar pelo Senado, o projeto foi ampliado e submetido à Câmara dos Deputados, onde passou por uma série de modificações. Com as mudanças, o projeto foi ampliado e transformado em uma proposta para regulamentar plataformas de mensagens, redes sociais e motores de busca. Assim, a lista de polêmicas a ele relacionadas também cresceu. Apresentamos aqui alguns (dos muitos) pontos controversos do PL: 1. Combate à desinformação ou censura? A proposta inicial previa que o Poder Executivo criasse um órgão de fiscalização das plataformas. A definição desse órgão é um aspecto especialmente delicado do projeto, uma vez que críticos expressam preocupações relacionadas a possíveis formas de censura. Afinal, aqueles que têm o poder de determinar o que constitui fake news teriam em suas mãos uma ferramenta que poderia restringir os discursos na internet. Vale lembrar que a última versão do PL excluiu a criação de um órgão autônomo de fiscalização. 2. Imunidade parlamentar A inclusão no PL de uma proteção às manifestações de congressistas nas plataformas digitais também causou polêmica. Os defensores consideram que a proposta apenas manteve a extensão da imunidade parlamentar às redes sociais. No entanto, uma das críticas a essa questão é que ela poderia criar desigualdades durante eleições. Por exemplo: um candidato à reeleição não estaria sujeito à moderação das plataformas, enquanto um candidato sem mandato teria que seguir as regras para que seus conteúdos não sejam removidos. Naturalmente, este artigo tem o apoio do próprio relator do projeto, dos deputados e parlamentares da oposição. 3. Responsabilização das plataformas pelo conteúdo postado por usuários O projeto prevê que as plataformas devem “atuar preventivamente” sobre conteúdos potencialmente ilegais feitos por usuários. No contexto das atuais regulamentações brasileiras estabelecidas pelo Marco Civil da Internet, as grandes empresas de tecnologia não possuem responsabilidade sobre o conteúdo gerado por terceiros e compartilhado em suas plataformas. No entanto, caso o projeto de lei seja aprovado, as plataformas poderão enfrentar responsabilização civil pela circulação de conteúdos que se enquadrem em uma lista de crimes, abrangendo desde terrorismo até incentivo ao suicídio. É fácil compreender que essa atuação preventiva exigiria significativos investimentos por parte das plataformas. As empresas argumentam que isso poderia comprometer a viabilidade de oferecer o serviço gratuitamente. Além disso, a falta de clareza em relação aos critérios de enquadramento na lei pode resultar na remoção de conteúdos legítimos. 4. Remuneração de conteúdo jornalístico Durante o processo de tramitação na Câmara, o PL das Fake News passou a incluir a disposição que estabelece que as empresas devem remunerar conteúdos jornalísticos. Há uma pressão significativa dos grandes veículos de mídia e suas associações, que apoiam a regulamentação proposta. Por outro lado, a própria Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), juntamente com outras oito organizações, assinou um manifesto contra esse artigo. Entre as preocupações apontadas pela entidade estão a falta de definição do que será considerado jornalismo, como será feita a remuneração e a fiscalização. Além disso, o manifesto destaca que: “O nível de abertura permitido pela redação acima significa liberdade quase total para uma regulamentação pelo Executivo, com limitadas possibilidades de participação social e de debate público qualificado”. Além da remuneração, o artigo prevê ainda que “o provedor não poderá promover a remoção de conteúdos jornalísticos disponibilizados com intuito de se eximir da obrigação de que trata este artigo (a remuneração), ressalvados os casos previstos nesta Lei, ou mediante ordem judicial específica”. Críticos dessa medida alegam que ela oferece proteção às empresas jornalísticas, mesmo quando envolvidas em casos de desinformação. Vale destacar que as plataformas costumam remover conteúdos que violam suas políticas internas. O tema exige um debate abrangente para toda a sociedade A discussão em torno do PL das Fake News transcende os interesses políticos e as questões empresariais das gigantes digitais ou grandes veículos de mídia. É um tema de extrema complexidade que deve ser debatido como tal. As implicações dessa legislação abrangem não apenas a liberdade de expressão, a responsabilidade das plataformas digitais e a disseminação de informações falsas, mas também tocam em questões relacionadas à privacidade, proteção de dados, direitos individuais e coletivos. Exige, portanto, a participação e o engajamento de diversos setores da sociedade.

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URB 02 jun
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Golpe da Hurb, Direito do Consumidor e oportunidade para os advogados

O golpe envolvendo a Hurb desperta não apenas espanto e indignação, mas também levanta questões importantes relacionadas ao direito do consumidor e oferece oportunidades para os advogados atuarem. A empresa que antes era considerada uma estrela do turismo do Brasil, passou a ser conhecida por calotes a hotéis, clientes insatisfeitos e um vídeo esdrúxulo em que seu CEO xinga e ameaça um consumidor. Entenda o caso A operadora de viagens Hurb, antigo Hotel Urbano, ficou famosa por oferecer pacotes de viagens com valores reduzidos e datas flexíveis. Nessa modalidade, o cliente comprava o pacote a um preço promocional e indicava três períodos de preferência, sem definir a data exata do embarque no momento da compra. Assim, a operadora se comprometia a enviar, próximo de uma das datas sugeridas pelo cliente, as opções de voo. Durante a pandemia da Covid-19, a Hurb adotou uma estratégia arriscada: oferecer pacotes a preços irrisórios para reforçar o caixa no curto prazo. O problema é que a inflação no período e no pós-pandemia fez o preço de passagens e hospedagem aumentarem muito e a operadora parou de pagar os hotéis parceiros. Com o calote, hotéis parceiros passaram a recusar reservas de clientes do Hurb e começaram a surgir dezenas de milhares de reclamações contra a empresa. A situação dos clientes e a oportunidade para os advogados A quantidade de reclamações registradas no site Reclame Aqui e o baixo índice de resolução sugerem que boa parte dos clientes não conseguirá recuperar o prejuízo apenas por meio do contato com a empresa. Assim, caso a Hurb não agende os pacotes, é possível que muitos clientes busquem uma solução por meio de ação judicial com pedido de liminar de urgência. Para que essa medida seja bem-sucedida, é importante seguir alguns passos: A comprovação dos documentos mencionados e a formalização da recusa em fornecer os serviços desempenham um papel fundamental na evidência da violação dos artigos 39, XII, e 51, IV, do Código de Defesa do Consumidor. Vale lembrar que a Hurb alega que os pacotes foram adquiridos para agendamento com datas flexíveis, sujeitos à disponibilidade tarifária promocional. No entanto, é importante destacar que tais argumentos não podem prevalecer sobre as normas de proteção ao consumidor, cujo objetivo é salvaguardar a parte mais vulnerável na relação contratual.

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INSS 17 maio
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Como declarar o INSS no Imposto de Renda?

Uma dúvida comum na hora de declarar o Imposto de Renda é como inserir o valor pago ao INSS, seja como contribuinte individual ou como empregado. Não é tão complicado. Veja como fazer. Para começar, é preciso ter em mãos o informe de rendimentos fornecido pelo INSS. Esse documento traz todas as informações necessárias para preencher a declaração, como o valor total de contribuições pagas no ano, o número do benefício e o valor do benefício recebido. No momento de preencher a declaração, acesse o menu “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica” e selecione a opção “14 – Previdência Oficial”. Em seguida, basta preencher as informações solicitadas, como o nome da fonte pagadora (INSS), o CNPJ e o valor total das contribuições pagas. Caso tenha recebido algum benefício do INSS durante o ano, é preciso incluir essa informação na declaração, na aba “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Nessa aba, selecione a opção “10 – Parcela isenta de proventos de aposentadoria, reserva remunerada, reforma e pensão de declarante com 65 anos ou mais”. É importante lembrar que, no caso de aposentados com mais de 65 anos, há uma parcela isenta de imposto de renda. Esse valor varia de acordo com a idade do contribuinte e pode ser consultado na tabela disponibilizada pelo governo. Além disso, contribuintes que fazem a declaração completa podem abater do imposto devido o valor das contribuições ao INSS feitas durante o ano. Esse valor deve ser incluído na aba “Pagamentos e Doações Efetuados”, na opção “36 – Previdência Oficial – Contribuição patronal paga pelo empregador doméstico”. Vale lembrar que, para evitar erros na declaração, é fundamental conferir todas as informações antes de enviar ao Fisco. Caso tenha dúvidas, é possível buscar ajuda de um contador ou acessar as informações disponibilizadas no site da Receita Federal. Atenção ao prazo. Lembre-se que este é o último mês para enviar a declaração do Imposto de Renda 2023. A data limite é 31 de maio, por isso não deixe para a última hora. Clique aqui para baixar o programa.

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02 maio
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O que é e para que serve o cadastro positivo?

Aderir ao cadastro positivo pode ser uma boa maneira de melhorar sua pontuação de crédito e facilitar o acesso a empréstimos e financiamentos. Veja como funciona: O cadastro positivo é um sistema que reúne informações sobre o histórico de pagamento dos consumidores. É como um banco de dados no qual empresas e órgãos do governo podem conhecer seus hábitos de pagamento. Esse sistema é gerenciado por empresas especializadas em análise de crédito, que recebem e processam as informações dos consumidores. Dessa forma, quando a instituição financeira acessa essas informações, ela pode avaliar o perfil financeiro do cliente com mais precisão. O objetivo é incentivar a cultura do pagamento em dia, criando um histórico positivo para aqueles que cumprem suas obrigações financeiras e, assim, facilitar o acesso a crédito e serviços financeiros com melhores condições e taxas. É importante lembrar que nem todas as informações sobre seu histórico de pagamento são incluídas no cadastro positivo. Sua renda, bens e patrimônio, por exemplo, não fazem parte do sistema. Além disso, caso você tenha algum problema com o pagamento de suas contas, isso também pode ser registrado, o que pode impactar negativamente sua pontuação de crédito. Por isso, é fundamental manter as contas em dia e evitar atrasos nos pagamentos para garantir melhores condições de crédito. Como ativar o Cadastro Positivo? A Lei Complementar 166, de 2019, determina que a inclusão dos consumidores no sistema é feita de maneira automática. Dessa forma, pessoas físicas e jurídicas não precisam oferecer autorização prévia para terem seus dados incluídos no sistema. Contudo, os birôs de crédito, que são os responsáveis por esse banco de dados, devem notificar o consumidor quando seu cadastro for aberto. O prazo para essa notificação é de até 30 dias. Como saber se estou no Cadastro Positivo? Para saber se você está inscrito, basta acessar o site de um dos birôs de crédito, como SPC, Serasa, Boa Vista e Quod. Neles, procure pela opção “Cadastro Positivo”.

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26 abr
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4 aplicativos gratuitos para organizar as suas finanças

Aplicativos de controle financeiro podem ser uma solução prática e acessível para organizar suas finanças, principalmente se você é do tipo que tem dificuldade (ou preguiça) em lidar com planilhas e cálculos. Com um smartphone ou tablet, é cada vez mais fácil controlar as finanças pessoais ou até mesmo empresariais a qualquer momento, garantindo mais agilidade na gestão financeira. Os aplicativos de controle financeiro costumam ser muito intuitivos e fáceis de usar, dessa forma você pode gerenciar suas finanças de forma simples e eficiente. Principais funções de um aplicativo para organizar as contas: Separamos uma seleção com 4 aplicativos gratuitos de controle financeiro para você escolher a melhor opção e finalmente organizar as finanças. 1. Money Lover Permite gerenciar despesas, receitas, contas bancárias e cartões de crédito. O aplicativo oferece ainda a possibilidade de criar orçamentos personalizados, categorizar despesas e visualizar relatórios financeiros detalhados. Está disponível para Android, iOS e Windows. 2. Mobilis Considerado uma das melhores plataformas de educação e controle financeiro, este aplicativo permite que os usuários gerenciem suas finanças, incluindo despesas, receitas, contas bancárias, cartões de crédito e investimentos. Além disso, o app oferece a possibilidade de sincronizar as informações entre diferentes dispositivos e de importar extratos bancários para facilitar o controle das finanças. O Mobilis está disponível gratuitamente nas plataformas iOS e Android e também oferece uma versão premium com recursos adicionais, como a possibilidade de compartilhar informações com familiares e amigos, gerar planilhas em formato Excel e acessar o aplicativo sem anúncios. 3. Guiabolso Com o Guiabolso, é possível vincular suas contas bancárias e cartões, categorizar suas despesas por tipo e visualizá-las em gráficos intuitivos. Além disso, o aplicativo oferece dicas para ajudar a definir metas de gastos e organizar o orçamento pessoal. O Guiabolso faz ainda uma análise rápida e segura dos dados do usuário e sugere aplicações financeiras de acordo com o seu perfil. 4. Organizze O Organizze permite organizar as finanças pessoais e empresariais. O aplicativo oferece a possibilidade de gerenciar receitas, despesas e contas bancárias, categorizar despesas, criar orçamentos e visualizar relatórios financeiros. Está disponível para Android e iOS.

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Falhas no sistema do BC 05 abr
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Falhas do sistema do BC impedem saque do dinheiro esquecido

Consultar e sacar o dinheiro esquecido nos bancos pelo Sistema Valores a Receber (SVR), do Banco Central, tem sido um grande desafio para os usuários.  Quando o serviço foi disponibilizado, o grande volume de acessos derrubou o site do Bacen. A solução encontrada, à época, foi a criação de uma página específica, na qual o usuário poderia consultar apenas se havia ou não recursos disponíveis. O resgate seria feito posteriormente, com datas determinadas de acordo com o ano de nascimento do consumidor.  Desde o início, o processo de resgate foi considerado complexo e burocrático, o que dificulta a recuperação do dinheiro. O interessado deve seguir os passos abaixo para fazer o saque: Vale lembrar que tudo isso deve ser feito em até 30 minutos. O procedimento é encerrado automaticamente em caso de demora. Se o usuário tiver um problema técnico ou até mesmo falta de familiaridade com o sistema, é possível que não consiga concluir a ação a tempo. Nova fase, velhos problemas A nova fase do SVR incluiu fontes de recursos esquecidos que não estavam nos lotes do ano passado. Foram acrescentadas contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas, contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas e outros recursos disponíveis nas instituições para devolução. No entanto, no início da segunda fase da liberação dos recursos, muitos cidadãos se depararam com a seguinte mensagem ao tentar acessar o SVR: “Estamos com uma grande fila para acessar o SVR e sabemos que seu tempo é importante! Retorne em outro momento, pois já há um número muito grande de pessoas aguardando agora”. Muita gente ainda não sabe sobre o dinheiro esquecido Isso nos leva a dois questionamentos importantes: Será que o Banco Central está fazendo o suficiente para divulgar a existência desse dinheiro? Se houver mais divulgação, o sistema vai suportar um número ainda maior de consumidores tentando fazer o resgate?

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