comprar carro 01 abr
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Como economizar na hora de escolher seu próximo carro

Em tempos de gasolina em alta, economizar com o carro é cada vez mais difícil. Por isso, na hora de escolher o seu próximo veículo, a atenção a alguns detalhes pode fazer a diferença e evitar gastos ainda maiores. O brasileiro tem uma verdadeira paixão pelos automóveis e também pelo status que eles oferecem. Por conta disso, muitas vezes a escolha do carro é feita de forma emocional, levando em consideração muito mais os valores das parcelas do que quesitos importantes como segurança e consumo do veículo, além das finanças pessoais do comprador. 1. Observe a classificação do carro. Assim como certos tipos de produtos como eletrodomésticos, os carros também recebem uma avaliação do Instituto Inmetro, relacionada ao consumo e outros fatores que dizem respeito ao seu bolso. Por isso, uma boa dica para gastar menos com o carro é avaliar se a classificação que o carro recebeu foi igual ou próximo da letra A. Esses carros são os mais econômicos. 2. Quanto custa o seguro do carro? O valor do seguro é outro ponto que deve ser observado para quem quer economizar na hora de escolher seu próximo carro. Por isso, pesquise bastante antes de escolher a seguradora e atenção às coberturas contratadas. Além disso, o valor do seguro também aumenta para carros muito visados por assaltantes. 3. Custos com estacionamento. Quem vive nas grandes cidades brasileiras sabe o quanto os estacionamentos são caros. Assim, como nem sempre é recomendável estacionar seu veículo na rua, o gasto com estacionamento também deve ser levado em conta antes de passar na concessionária. 4. Manutenção A manutenção é um dos fatores mais importantes para quem quer economizar na hora de escolher o próximo carro.  Antes de comprar, pesquise sobre os custos de manutenção do modelo. Revistas e sites especializados podem ajudar na sua decisão. Por fim, depois da compra, atenção às recomendações do fabricante em relação à revisões e demais cuidados com a manutenção. Cuidar bem do carro também é cuidar bem do bolso.

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inflação 23 mar
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Inflação em alta: como proteger o seu dinheiro

A alta da inflação está castigando o bolso do brasileiro. Afinal, quanto mais ela sobe, menor é o poder de compra das pessoas. Por isso, para proteger seu patrimônio é importante entender um pouco sobre inflação e investimentos. Um resumo sobre o que é a inflação. É a variação percentual de custo em um período em relação a outro. Em outras palavras, ela mede as mudanças dos preços em um determinado período. Dessa forma, quando a taxa é alta quer dizer que os preços estão subindo mais. Em 2021, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que é a inflação oficial do país, ultrapassou os 10% e pode ser ainda mais alta neste ano. Na verdade, não é preciso ser especialista em economia para perceber a alta dos preços. A inflação pode ser percebida em qualquer loja, supermercado e principalmente na hora de abastecer o carro. Como proteger seu patrimônio? Bom, sabemos que nosso salário não vai acompanhar o ritmo dos aumentos de preços, por isso, neste momento, ficar atento à rentabilidade dos investimentos é fundamental. Não adianta achar que sua aplicação foi boa simplesmente porque você conseguiu aumentar o patrimônio. É preciso, antes de tudo, superar a inflação. Assim, se você investe em uma aplicação que rende menos do que a inflação, na prática, você está perdendo dinheiro. É o caso de quem tem caderneta de poupança, por exemplo. Porém, existem investimentos que garantem a reposição dos custos, ou seja, você consegue garantir a correção pela inflação e ter rentabilidade real. No Brasil, contamos com algumas opções como CDBs, LCIs e fundos de investimento. Além de títulos públicos, como o Tesouro Direto IPCA. Tesouro IPCA. Como o próprio nome sugere, a rentabilidade desse título é definida de acordo com a variação do IPCA. Ou seja, essa modalidade de Tesouro Direto oferece rendimento igual à variação da inflação mais uma taxa prefixada de juros.

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planejamento financeiro 24 fev
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Dicas de planejamento financeiro para desorganizados

Com essas dicas os desorganizados não terão mais desculpas para não fazer o planejamento financeiro. Se você é do tipo que não sabe nem se a conta no banco está no vermelho, aproveite agora para colocar tudo isso em ordem. 1. Guarde as contas em um lugar só. Em geral, uma das primeiras dicas para organizar as finanças é anotar todos os gastos e fazer uma planilha. Porém, para os desorganizados existe um passo anterior a isso. Definir um lugar para guardar todas as cobranças e boletos, como água, luz, telefone, internet, TV por assinatura, condomínio, etc. Tudo isso deve ficar junto. Pode ser uma gaveta, caixa ou um porta-cartas, por exemplo. 2. Abra as suas contas assim que receber.  Dessa forma, você já vê quanto deve no período e vai ter uma noção do impacto de cada gasto no seu orçamento. 3. Peça recibo e nota fiscal de tudo. Guarde todos os recibos de cartão de débito e crédito em um lugar especial na sua carteira ou bolsa. Além disso, peça também a nota fiscal de tudo. 4. Coloque suas contas no papel É hora de usar os recibos, notas e cobranças que você guardou juntos. Uma vez por semana, separe alguns minutos do seu dia para colocar no papel todas as contas da semana. Anote o valor de cada gasto e recebimento em um papel, planilha ou algo do tipo. Faça a soma e veja quanto gastou e repita o processo na semana seguinte. Assim, você vai começar a perceber onde está gastando mais e no que gastou por impulso. Depois de criar o hábito de fazer esse controle, você vai ver que pode fazer isso a cada quinze dias ou até mesmo uma vez por mês. 5. Cuidados com o cartão de crédito. Lembre-se sempre da data de vencimento do cartão de crédito. Afinal, se você esquecer de pagar no dia certo, vai desperdiçar dinheiro pagando juros e assim o orçamento pode ser comprometido. Outra opção é deixá-lo em débito automático. Além disso, fique de olho nas compras a prazo para não se perder no número de parcelas. 6. Defina objetivos. O que você pretende fazer com o dinheiro que vai economizar? Você terá muito mais chances de seguir essas dicas de planejamento financeiro se tiver um objetivo em mente. Um sonho de consumo, um curso, uma viagem. Defina onde quer chegar, assim você vai ter muito mais motivação para seguir no caminho certo.

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dinheiro esquecido 16 fev
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Como consultar valores a receber “esquecidos” nos bancos

Já é possível consultar os valores a receber “esquecidos” nos bancos. O serviço disponibilizado pelo Banco Central foi interrompido em janeiro depois que o grande volume de acessos derrubou o site do Banco Central, porém já foi retomado. Agora, o serviço foi restabelecido em uma página específica, onde o usuário pode consultar apenas se há ou não recursos disponíveis. Para fazer a consulta, basta inserir o número do CPF e a data de nascimento. Para as empresas, é preciso inserir o CNPJ e a data de abertura. Ao fazer a primeira consulta, o cliente do banco recebe uma data e período para consultar e solicitar o resgate do saldo existente. As datas são agendadas de acordo com o ano de nascimento da pessoa ou da criação da empresa, conforme calendário abaixo. Data de nascimento (pessoa) ou de criação (empresa) Período de agendamento (consulta e resgate) Data de repescagem (para quem perder a data agendada) Antes de 1968 7 a 11/3 12/3 Entre 1968 e 1983 14 a 18/3 19/3 Após 1983 21 a 25/3 26/3 Assim, o usuário deve retornar à página na data informada, usar o login gov.br para acessar o sistema, consultar o valor e solicitar a transferência. Como será o pagamento? Segundo o Banco Central, a devolução será feita, preferencialmente, por PIX. Dessa forma, se o cliente solicitar o resgate sem a chave PIX, a instituição financeira escolhida terá que entrar em contato para realizar a transferência. Banco Central alerta para as tentativas de golpe. Já existem relatos de tentativas de golpes com envios de link via e-mail, SMS, WhatsApp ou Telegram e falsos sites referentes SVR, Sistema de Valores a Receber. Por isso, o Banco Central listou algumas dicas de segurança:

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casamento 14 fev
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O casamento e as finanças pessoais

O casamento contribui para o sucesso ou fracasso das finanças pessoais. Tudo depende da forma como o casal lida com o assunto. O dinheiro pode ser um tema delicado para muitos casais. Não são poucos os casos em que a falta de diálogo, responsabilidade ou comprometimento de um dos parceiros causa sérios problemas e compromete não só as finanças como também a harmonia do próprio relacionamento. Cada pessoa tem uma visão individual sobre o dinheiro, de quanto e como gastá-lo. Por isso, é importante que o casal defina em conjunto as metas da família e tenha bom senso e responsabilidade no uso do dinheiro. Pessoas equilibradas, que respeitam o ponto de vista do outro são pessoas mais aptas a  enriquecer, pois sabem agir e trabalhar em equipe sem deixar de respeitar a individualidade do outro, independentemente de quem ganha mais ou menos. Educação Financeira como aliada Conhecimentos sobre educação financeira podem ser muito importantes na relação entre o casamento e as finanças pessoais. Separamos algumas dicas que podem fazer a diferença: 1. Traçar metas, estabelecendo prazos e respeitando a opinião do parceiro(a). Desde as grandes aquisições até os planos familiares em relação às viagens e seus gastos, compras parceladas, festas em família e até mesmo gastos pessoais supérfluos. Tudo deve ser levado em consideração. 2. Com as metas definidas, organizar o orçamento mensal. Para isso, a dica é anotar todos os gastos durante um período de 30 a 90 dias. Com esse histórico em mãos, é possível tirar uma média dos gastos reais e assim estabelecer limites e analisar onde é possível economizar. 3. Considerar ter uma conta corrente conjunta. Isso dá liberdade, mas também desperta o senso de responsabilidade. 4. Quando for necessário fazer algum gasto de maior valor (troca de um eletrodoméstico, carro ou imóvel, por exemplo), conversar sobre os impactos no orçamento mensal, sempre atentos às prioridades.

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abono 07 fev
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Consulta ao abono PIS/Pasep foi liberada

O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal liberaram a consulta ao abono PIS/Pasep, que começará a ser pago em 8 de fevereiro. Mais de 22 milhões de brasileiros serão beneficiados no próximo calendário. No total, o valor a ser pago soma R$ 20 bilhões. Segundo a Caixa, os trabalhadores da iniciativa privada inscritos no PIS e nascidos nos meses de janeiro a junho já podem consultar as informações pelo aplicativo Caixa Tem e pelo atendimento Caixa ao Cidadão (0800 726 0207). Além disso, os trabalhadores dos municípios afetados pelas chuvas nos estados da Bahia e de Minas Gerais também já podem fazer a consulta. Já para quem é vinculado ao Pasep, a consulta do saldo deve ser feita na página Consulte Seu Pasep, do Banco do Brasil. Além disso, existe a opção de ligar para a Central de Atendimento do Banco do Brasil (4004-0001, para capitais e regiões metropolitanas, ou 0800 729 0001, para o interior). A Consulta ao abono PIS/Pasep também pode ser feita pelo site do Governo Federal, assim como pelo telefone 158, do Ministério do Trabalho e Previdência, e pelo atendimento presencial nas unidades regionais da pasta. O que é o abono? Ele é um benefício que o governo federal dá para a alguns trabalhadores, uma espécie de 14º salário. O valor que pode chegar a um salário mínimo e é pago para quem preencher os seguintes requisitos: Quando serão feitos os pagamentos. No caso do PIS, o calendário segue a data de nascimento e vai de 8 de fevereiro a 31 de março. Por sua vez, para os trabalhadores vinculados ao Pasep, a ordem de pagamento segue os números finais de inscrição e vai de 15 de fevereiro até 24 de março.

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pagamentos por aproximação 31 jan
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Pagamentos por aproximação: metade dos brasileiros já usa

Os pagamentos por aproximação conquistaram os brasileiros. Essa modalidade de pagamento, que ganhou força durante a pandemia do novo coronavírus, já é utilizada por mais de 48% da população. Conhecido internacionalmente como contactless payment, o pagamento por aproximação não necessita de contato físico com a maquininha de cartões. Para realizar uma transação, basta que os dispositivos estejam próximos um do outro. Segundo a Digio, plataforma digital de serviços financeiros, entre os que já aderiram ao sistema, 10% afirmam que usam essa função pois não precisam tocar na maquininha. Por isso, os usuários se sentem mais seguros em relação aos riscos de contrair a Covid-19. Apesar de ter sido responsável pela disseminação desse formato de pagamento, a questão sanitária não é seu único atrativo. O pagamento por aproximação proporciona uma compra mais rápida e prática. Ele está disponível para os clientes por meio dos cartões, celulares e até pulseiras. Além disso, na maioria dos casos, nem é preciso digitar a senha, exceto em transações de alto valor. Pagamentos por aproximação são seguros? Sempre que falamos em uma nova tecnologia para transações financeiras, as dúvidas sobre segurança aparecem. Com o pagamento por aproximação não é diferente. Especialistas afirmam que esse método tende a ser mais seguro do que pagamento com dinheiro ou com cartão tradicional. Isso porque, você evita que furtem seu dinheiro e que o seu cartão seja clonado. A cada transação realizada com NFC é gerado um tipo de criptografia, ela protege os seus dados e os do cartão. Além disso, essa tecnologia é protegida contra duplicidade de pagamento. Porém, vale lembrar que os pagamentos de valor baixo (até R$ 200) não exigem senha, basta aproximar o cartão, pulseira ou celular a menos de 4 cm da maquininha. Dessa forma, em caso de roubo ou perda do cartão, por exemplo, compras a crédito ou débito podem ser feitas com facilidade e causar prejuízos. Nesses casos, a pessoa deve acionar imediatamente o banco e fazer o boletim de ocorrência.

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INSS 26 jan
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INSS acima do mínimo tem reajuste de 10,16%

Os benefícios pagos pelo INSS tiveram reajuste. Aposentados e pensionistas que recebem benefícios acima do salário mínimo terão aumento de 10,16% na remuneração. Assim, o teto dos benefícios do INSS passa de R$ 6.433,57 a R$ 7.087,22.  O percentual maior vale apenas para quem recebia o pagamento em janeiro de 2021. Já para quem teve o benefício concedido ao longo do ano passado, o aumento será menor, dependendo do mês de início de recebimento. Os segurados que começaram a receber a partir de fevereiro de 2021 terão percentual menor de reajuste porque não receberam 12 meses cheios de pagamentos. Por isso, o percentual de reajuste fica menor quanto mais recente for a data de início do benefício. Dessa forma, quem começou a receber em dezembro de 2021, teve reajuste de 0,73%, quem começou em novembro, 1,58% e assim por diante. Pela legislação federal, aposentados e pensionistas que recebem valor superior ao do salário mínimo têm seus pagamentos reajustados pela variação do INCP, Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do ano anterior. O piso nacional passou para R$ 1.212. Para quem ganha o benefício no valor do salário mínimo, o piso nacional passou para R$ 1.212 desde 1º de janeiro. Dessa forma, o INSS dessa faixa teve reajuste de R$ 112. Vale lembrar que, por lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo. Alíquotas de contribuição ao INSS. A cobrança da contribuição dos trabalhadores para o INSS também foi reajustada, mas com outros percentuais. Para empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos, a tabela de recolhimento passa a ser: Os recolhimentos efetuados em janeiro, relativos aos salários de dezembro passado, ainda seguem a tabela anterior.

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Comportamento 20 jan
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Comportamentos que atrapalham as suas finanças

Alguns comportamentos comuns atrapalham as finanças até mesmo de quem tem uma boa renda mensal. Muita gente se pergunta o que está fazendo de errado para ter problemas financeiros. Muitos até querem guardar dinheiro mas não sobra nada no fim do mês. Para outros, o problema é maior: sobra mês e falta salário. De modo geral, essas pessoas não conseguem identificar facilmente as atitudes e decisões que corroem o dinheiro e prejudicam o orçamento ou até acham que essa situação é algo natural. Por isso, identificar os comportamentos que atrapalham suas finanças é o primeiro passo para sair dessa. Conheça quatro deles: 1. Não fazer planejamento nem controle financeiro. Fica difícil lidar com as finanças se você nem sabe quanto e com o que gasta seu dinheiro. O primeiro passo é manter uma planilha organizada com todos os gastos, tanto fixos quanto ocasionais. 2. Usar a função rotativa do cartão de crédito. O cartão de crédito é uma ótima ferramenta de pagamento e ajuda muita gente a controlar o pagamento das despesas de forma organizada. Com o cartão, é possível concentrar os gastos e ganhar alguns dias para pagar a fatura. No entanto, nem todo mundo consegue se controlar e acaba abusando dessa forma de pagamento. Assim, quando a fatura chega a pessoa não consegue pagar e entra na função rotativa que tem juros astronômicos. 3. Dar muito valor ao status. Gastar demais para exibir um estilo de vida que não é compatível com sua renda é muito mais comum do que se imagina. É comum recorrer às compras parceladas e até empréstimos para comprar (e exibir) sonhos de consumo que viram o pesadelo do orçamento mensal. 4. Comprar porque está barato, não porque precisa. Liquidações nem sempre são sinônimo de economia. Os apelos promocionais levam muita gente a gastar mais do que deve só para aproveitar os descontos. Por isso, não compre com pressa. Pesquise e avalie se precisa mesmo daquele item e se o a promoção realmente vale a pena.

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mínimo 13 jan
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Salário mínimo de 2022 passa a ser de R$ 1.212

Desde o dia 1º de janeiro, o salário mínimo nacional passou a ser de R$ 1.212. O valor de 2022 representa uma alta de R$ 112, ou 10,18%, em relação aos R$ 1.100 vigentes ao longo do ano passado. A mudança foi oficializada por meio da Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e, apesar de já estar em vigor, a MP ainda precisa ser votada em sessão do Congresso Nacional, em  até 60 dias. Nos últimos dois anos, os parlamentares confirmaram o valor definido pelo Planalto. Sem ganho real. O salário mínimo é corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) – e a expectativa do Ministério da Economia é de que o indicador tenha alta de 10,02%. Dessa forma, pelo segundo ano consecutivo, o reajuste não trará ganho real aos trabalhadores. Na prática, o salário mínimo de 2022 faz apenas a reposição da inflação. Ajuste na contribuição previdenciária. O salário mínimo de 2022 também altera o valor de cálculo de benefícios previdenciários, sociais e trabalhistas. Dessa forma, as aposentadorias e pensões por morte ou auxílio-doença, terão seus valores atualizados com base no novo mínimo. Além disso, será reajustado também o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que corresponde a um salário mínimo e é pago a idosos a partir de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda. Cálculos das contribuições dos trabalhadores ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também serão reajustados. Assim, a contribuição facultativa de baixa renda (5%), por exemplo, passa a ser de R$ 60,60. Calendário de pagamentos para aposentados e pensionistas. Os benefícios do INSS com o reajuste começarão a ser pagos entre os dias 25 de janeiro e 7 de fevereiro para quem recebe um salário mínimo. Já para os segurados com renda mensal acima do piso nacional, os pagamentos serão feitos a partir de 1 de fevereiro. Nesses casos, os valores serão reajustados com base no INPC de 2021, que será divulgado pelo IBGE no dia 11 de janeiro.

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